“Prisão de ex-ministro”
“Lula, Wellington e Bolsonaro”: Algo em comum
Senador no governo petista mudou para bolsonarista, mas segue o mesmo caminho
Política
Agora é a hora da “onça beber água”, com o fato da prisão do ex-ministro da educação, Milton Ribeiro, não tem como afirmar que os “respingos” ou até mesmo “nódoas”, poderão atingir a imagem do presidente, Jair Bolsonaro resultando em alterações das ações dos pré-candidatos, que até ontem, juravam ser o detentor do apoio Bolsonarista.
As próximas horas, com a expectativa das prisões dos envolvidos no suposto esquema com o ex-ministro, vão aquecer ainda mais as ações políticas em Mato Grosso. É correto afirmar que surpresas e decepções são iminentes, revelando de fato as intenções de determinados agentes políticos, que não vão hesitar, em mudar o discurso, postura, conduta, para buscar sobreviver mediante a crise que está se instaurando.
Como vai ficar agora a situação do senador, Wellington Fagundes (PL) que é pré-candidato a reeleição, com o suposto apoio do presidente, Bolsonaro. Já que nem todos políticos estão dispostos em honrar com a palavra, ao ter a imagem prejudicada por supostas irregularidades alheias.
Segundo fontes e de acordo com o “Aracuã do Pantanal”, atravessar crises políticas, processos, investigações e prisões, não é mais novidade para o pré-candidato W.F. que fez parte do governo petista, com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que resultou em várias prisões pelo Brasil todo, e que essa agora na gestão Bolsonaro é uma “marola”, referente as tempestades ultrapassadas da gestão passada.
Diante dos fatos, é correto afirmar que ele, além de senador, foi deputado federal na gestão petista, em várias situações fez parte da base governista, e que hoje, por forças ocultas, mudou de lado, mas pelo que tudo indica, segue o mesmo caminho, resta saber qual será o rumo da “conveniência” adotado para tentar salvar a pré-campanha, em busca de se manter na vida pública.
Com todo esse acontecimento, muitos devem mudar, seja de lado, conduta e discurso, já que se trata de um ex-ministro preso pela Polícia Federal, acusado de esquemas, envolvendo pastores de igreja, um conjunto que atinge diretamente um lado na disputa eleitoral no Brasil.
Política
Zé Medeiros pede impeachment de Zanin por prorrogação do horário de votação
O deputado federal e senador eleito por Mato Grosso, Zé Medeiros (PL), encaminhou nesta segunda-feira (26) ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), um pedido de impeachment do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Cristiano Zanin. A iniciativa questiona a decisão do magistrado de estender até as 19h o horário de votação nas eleições do último domingo (25).
Na representação, Medeiros solicita que o Senado analise se o pedido reúne os requisitos para tramitar e apure os fundamentos jurídicos da decisão, além das circunstâncias em que a medida foi adotada e de seus efeitos sobre o processo eleitoral.
O parlamentar também questiona a abrangência nacional da determinação, uma vez que a reclamação apresentada ao STF estava relacionada a dificuldades no transporte de eleitores em municípios da Bahia, incluindo Salvador, Feira de Santana e Lauro de Freitas.
A decisão de Zanin foi tomada após uma solicitação relacionada à falta de transporte público suficiente para o deslocamento de eleitores. A determinação inicial estendeu o horário de votação para todo o país. Posteriormente, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) esclareceu que a prorrogação deveria valer apenas para as seções eleitorais que ainda não haviam encerrado a votação, sem reabrir urnas já fechadas.
Entre os pontos levantados por Medeiros está o intervalo entre a chegada do caso ao Supremo, às 16h32min49s, e o encerramento regular da votação, previsto para as 17h. O deputado pede acesso à íntegra do processo e aos documentos que embasaram a decisão.
A representação também solicita registros de comunicação entre o STF, o TSE e os tribunais regionais eleitorais, com o objetivo de esclarecer a sequência dos acontecimentos e como a determinação foi transmitida e executada.
Segundo Medeiros, a iniciativa busca garantir que os fatos sejam examinados pelo Senado. O parlamentar afirma que o pedido não representa uma conclusão antecipada sobre eventual responsabilidade do ministro e defende que a análise seja feita com base em critérios técnicos e jurídicos.
O encaminhamento da representação não significa que o impeachment tenha sido aceito ou que haja condenação de Zanin. O prosseguimento depende da análise dos requisitos legais e dos procedimentos cabíveis no Senado Federal.
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