“Eleições 2022”
“Lula ou Bolsonaro”: Blairo Maggi pode potencializar as disputas dos presidenciáveis
Jair Bolsonaro para presidente, com Blairo Maggi de vice ou Luiz Inácio Lula da Silva para presidente, com Blairo Maggi de vice.
Política
Mesmo com as presenças das maiores autoridades políticas em cargos eletivos de Mato Grosso, como vereadores, prefeito da capital, deputados estadual e federal, senadores, governador e até o ídolo e tricampeão de Formula 1, Nelson Piquet, os holofotes ficaram voltados para o ex-governador e ex-ministro da República, Blairo Borges Maggi.
Desde 2013 utilizando as vias apenas dos bastidores, ou surgindo esporadicamente, como “Superman” para salvar a “carne fraca”, e outros embargos e imbróglios internacionais, que movimenta todo setor produtivo do Brasil.
O retorno desta personalidade reconhecida tanto do agro, como na política, está chamando atenção, seja com a camisa do Cuiabá Esporte Clube, abandonando as raízes de outrora do colorado, ou até mesmo em um simples almoço em restaurante, as margens de uma rodovia de Mato Grosso.
Coincidência ou não, o retorno dos que não foram, é justamente no período pré-eleitoral, quando está sendo desenhado os principais rumos para as disputas da Assembleia Legislativa, Câmara Federal, Senado e Presidência da República. Como nas últimas eleições, o nome de Blairo Maggi ficou apenas nas cogitações e bastidores, pelo que tudo indica, o “balão de ensaio”, mais uma vez será transformado em “trator”.
“Lula ou Bolsonaro”.
De acordo com informações do “Lobo Guará”, em 2018, Blairo Maggi já teria cogitado o retorno à vida pública, para 2022, as suas ações estão confirmando as informações do passado, mas o cargo que é a grande questão, porque para quem já foi governador, senador e ministro, retroceder não parece ser o melhor caminho, tendo como opção apenas concorrer as vagas de vice-presidente e presidente.
Com um nome reconhecido no Agro e na Política, tanto em Mato Grosso, no Brasil, como também de forma internacional, além de credenciar Blairo Maggi em uma eventual composição, o deixa em posição de conduzir e construir o melhor caminho, formando a seguintes opções:
- – Jair Bolsonaro para presidente, com Blairo Maggi de vice.
- – Luiz Inácio Lula da Silva para presidente, com Blairo Maggi de vice.
Para quem acompanha um pouco da história política, econômica e administrativa do Brasil, já tem condições de apontar uma tendência, referente a eventual disputa nacional, caso não haja uma reviravolta.
É certo afirmar, que a chegada do ex-governador, Blairo Maggi no evento de lançamento das obras, do maior Parque Multiuso da América Latina, na manhã desta sexta-feira, 26.11.2021 ofuscou os demais e levantou muitas suspeitas, não pelo seu envolvimento na doação do área, mas sim pela continuidade de suas ações públicas, pelo que tudo indica, podem pendurar os “tênis”, porque as “botinas” estão de volta.
Foto: Lia de Paula/Agência Senado
Política
Sancionada lei que autoriza o BNDES a criar subsidiárias
Foi sancionada pela Presidência da República a Lei 15.501, de 2026, que autoriza o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) a constituir novas subsidiárias para ampliar sua capacidade de atuação. Pela norma, o BNDES — que já conta com subsidiárias, como o BNDESPar, que atua no mercado de capitais, e a Finame, de financiamento à indústria — poderá criar outras para complementar sua atuação, desde que obedeça às determinações da Lei de Responsabilidade Fiscal (Lei Complementar 101, de 2000).
A norma foi sancionada com veto à criação do Fundo de Crédito à Exportação (FCE), que, para o Poder Executivo, já tem seus objetivos alcançados por outras políticas públicas. Dos 13 dispositivos do texto enviado à sanção pelo Congresso, dez se referiam ao novo fundo para exportadores e foram vetados.
Publicada nesta quinta-feira (10) no Diário Oficial da União (DOU), a lei tem origem no PL 5.961/2025, do então senador Fernando Farias (MDB-AL). O projeto foi aprovado com relatório favorável do senador Esperidião Amin (PP-SC), antes de seguir para a Câmara dos Deputados.
Vetos
Os dispositivos vetados criariam o FCE para direcionar aos exportadores recursos para capital de giro, aquisição de máquinas e projetos de investimento. O fundo, com regras de funcionamento e gestão, seria usado para financiar operações de pré e pós-embarque e apoiar a modernização de empresas exportadoras. Segundo a Presidência da República, em que pese a boa intenção da proposta, o texto contraria o interesse público por criar um fundo de natureza contábil e financeira sem demonstrar que seus objetivos não poderiam ser alcançados por instrumentos de apoio à exportação já existentes.
O governo apontou ainda que a criação do fundo este ano contraria a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2026, que não permite a criação, no exercício financeiro, de fundos para financiar políticas públicas. Também considerou inconstitucional a criação de um comitê gestor para administrar o fundo por iniciativa parlamentar. A mensagem de veto ressalta que cabe ao Poder Executivo propor mudanças na organização e no funcionamento da administração pública federal.
Outro dispositivo vetado previa alterações nas regras de compartilhamento de riscos entre fundos garantidores. De acordo com a mensagem de veto, as mesmas mudanças já haviam sido incluídas na Lei 15.473, de 2026. Para o governo, a repetição poderia gerar redundância normativa e insegurança quanto à redação vigente.
Os vetos presidenciais serão analisados pelo Congresso Nacional em data ainda a ser definida.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: Agência Senado
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