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Lojistas do Shopping Popular sem local definido já vendem produtos nas calçadas de ruas e avenidas de Cuiabá

Imagens compartilhadas nas redes sociais do próprio shopping, mostram os lojistas com seus produtos à venda nas calçadas

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Política

Fotos Reprodução Instagram Shopping Popular

Atualizada às 10h27 – Após o trágico incêndio que destruiu o Shopping Popular de Cuiabá, vários lojistas já demonstram, corajosamente, que não podem ficar esperando a ajuda que órgãos públicos do Estado e município estão prometendo para lhes ajudarem nesse difícil momento em suas vidas.

E muitos empreendedores estão indo à luta, em busca de sobrevivência em meio ao caos que se instalou em suas vidas após perderem tudo naquele incêndio, resumindo,   eles têm “se virado nos 30” para dar continuidade às atividades. Sem um local já definido para se instalarem, muitos improvisaram suas vendas nas calçadas de ruas e avenidas da capital, utilizando apenas mesas.

Imagens compartilhadas nas redes sociais do próprio shopping, mostram os lojistas com seus produtos à venda nas calçadas. Nas fotos, é possível ver que a maioria dos itens comercializados são aparelhos eletroeletrônicos – como celulares, carregadores, fones de ouvido, caixas de som e joysticks – além de outros itens variados, como malas.
Ainda com com a indefinição sobre o local, alguns lojistas optaram por se instalarem perto do do Shopping China, na região central da cidade. Já outros preferiram permanecer nas imediações do Shopping Popular, em estratégia para serem notados.
Nesta quinta-feira, o Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) divulgou uma nota nesta quinta-feira (18) na qual informa que as bancas dos lojistas do Shopping Popular não poderão ser instaladas no Complexo Dom Aquino.
Segundo o órgão, isso não é possível pelo fato de que o complexo se tratar de um “bem de uso comum do povo” e sua ocupação privada, mesmo que temporária, “não atende aos fins e interesse da coletividade”. Ao todo, foram mais de 600 lojas destruídas pelo fogo no início desta semana.
Na mesma nota, o MP recomenda que as bancas provisórias dos lojistas sejam alocadas no estacionamento do Shopping Popular, que apesar de ser uma área pública municipal, possui concessão de uso em vigor, conforme Lei Municipal.
A instalação das bancas no Complexo Dom Aquino foi uma escolha dos próprios comerciantes, conforme informado pelo presidente da associação, Misael Galvão. Ele comunicou essa decisão sobre o local à imprensa na última terça-feira (16) após um encontro com os comerciantes no ginásio onde se localiza o complexo.

Nas negociações iniciais, a alternativa do estacionamento do Shopping já havia sido sugerida. Outro local considerado foi o espaço da Associação dos Criadores de Mato Grosso e o Parque de Exposições, próximo às instalações do shopping.

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CMO analisa crédito de R$ 24,9 milhões para AGU e segurança da Amazônia

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A Comissão Mista de Orçamento (CMO) analisa o Projeto de Lei do Congresso Nacional (PLN) 10/2026, que abre crédito especial de R$ 24,9 milhões no Orçamento em favor da Advocacia-Geral da União (AGU), do Ministério da Justiça e Segurança Pública e do Ministério da Educação.

A maior parte dos recursos será destinada à AGU, que receberá cerca de R$ 14,9 milhões (60% do total) para viabilizar contribuição eventual à Corte Interamericana de Direitos Humanos. Os recursos serão usados em atividades de cooperação técnica, capacitação e difusão de jurisprudência em direitos humanos, além da manutenção da adimplência do Brasil junto à instituição.

O Ministério da Justiça receberá aproximadamente R$ 9,9 milhões (39,7%) para ações do Fundo Nacional de Segurança Pública. Entre as medidas previstas, está a execução do Plano Amazônia: Segurança e Soberania (Plano Amas ), que busca combater crimes na Amazônia Legal e é financiado com recursos não reembolsáveis do Fundo Amazônia. Os recursos também devem ser destinados à construção de bases operacionais em Altamira (PA) e Araguatins (TO), além de ajustes em obras em andamento em Presidente Dutra (MA), Rorainópolis (RR) e Uiramutã (RR).

Já o Ministério da Educação contará com cerca de R$ 74 mil (0,3%) para a Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará, destinados ao pagamento de contribuição à Associação Grupo de Tordesilhas de Universidades, no âmbito das contribuições regulares a organismos internacionais de direito privado.

De acordo com a proposta, os recursos para abertura do crédito virão de excesso de arrecadação de doações nacionais, no valor de R$ 9,9 milhões, e de anulação de dotações orçamentárias, no montante de R$ 15 milhões. O PLN ainda precisa ser analisado pela CMO e, posteriormente, pelo Plenário do Congresso Nacional.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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