pura demagogia

Justiça mantém vídeo que critica proposta demagógica de Lúdio com passagem do BRT a R$1,00

A Federação argumentou que o vídeo se tratava de uma propaganda eleitoral negativa,

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AL-MT

O juiz eleitoral Alex Nunes Figueiredo julgou improcedente a representação apresentada pela Federação Brasil dá Esperança (PT, PV e PC do B), do deputado estadual Ludio Cabral (PT), contra o pré-candidato a vereador Guilherme de Oliveira (União), que gravou um vídeo apontando a demagogia na proposta de tarifa a R$ 1 para o BRT.

Na ação, a Federação argumentou que o vídeo se tratava de uma propaganda eleitoral negativa, enquanto Guilherme alegou que a postagem não possui qualquer elemento proibido, bem como que as críticas, por mais ácidas que possam ser, fazem parte do debate democrático e não são inverídicas e nem ofendem a honra do parlamentar.
Analisando detidamente o conteúdo do vídeo objeto da presente Representação, entendo que não houve extrapolação dos parâmetros da liberdade de expressão e da livre manifestação de pensamento, mas tão somente opinião e crítica contundente quanto ao posicionamento do pré-candidato Lúdio Cabral no que se refere à tarifa do BRT, não sendo possível verificar ainda pedido de abstenção de voto em relação à este, explicou o magistrado.
“A meu sentir, ainda que haja, ao final do vídeo, a seguinte oração: “Lúdio, chega de mentir para a população”, esta não tem o condão de, por si só, configurar propaganda negativa, visto que apenas revela opinião pessoal do representado quanto à posição do deputado Lúdio Cabral em relação à tarifa do BRT, de modo que não há como se afirmar que o responsável pelas veiculações do referido conteúdo estaria caluniando, difamando ou divulgando fato sabidamente inverídico em desfavor do pré-candidato filiado ao partido integrante da federação ora representante, nem tampouco que tal verbalização é capaz de atingir a integridade do processo eleitoral”, diz trecho da decisão.
O magistrado pondera ainda que no processo eleitoral é preciso interpretar as expressões, tendo em vista que as críticas e os debates fazem parte do jogo democrático. Diante da ausência de elementos caracterizadores da propaganda eleitoral negativa, o juiz julgou improcedente a ação.

 

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Ex-prefeito diz ter pago propina por emenda de Wellington Fagundes há mais de 20 anos

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O ex-prefeito de Juara, Priminho Riva, afirmou ter pago propina relacionada a uma emenda parlamentar destinada ao município durante o período em que Wellington Fagundes (PL) era deputado federal. Segundo o relato, a suposta cobrança teria ocorrido há mais de 20 anos.

A denúncia foi tornada pública por Priminho em meio ao atual cenário eleitoral, no qual Wellington disputa o Governo de Mato Grosso. O ex-prefeito afirmou que decidiu falar sobre o episódio porque não quer que o candidato seja eleito governador. Ele, no entanto, nega que a declaração tenha motivação eleitoral.

Apesar da gravidade da acusação, Priminho não apresentou, segundo a publicação, detalhes sobre a emenda que teria motivado a suposta cobrança. Também não informou o valor envolvido nem identificou quem teria recebido diretamente o dinheiro.

O relato ocorre após o ex-prefeito se envolver em outra polêmica recente. Priminho ingressou com uma ação contra o ex-deputado José Geraldo Riva e a deputada estadual Janaina Riva, alegando supostos crimes contra a honra. O Ministério Público, porém, pediu o arquivamento do caso por falta de provas.

A nova acusação coloca Wellington novamente no centro de questionamentos durante a campanha eleitoral, mas, até o momento, o relato apresentado pelo ex-prefeito permanece sem elementos públicos que comprovem a suposta prática de corrupção. A acusação também se refere a fatos que teriam ocorrido há mais de duas décadas.



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