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Júlio Campos diz que Abílio e Lúdio se ‘uniram’ para ‘atacar profundamente’ Botelho e critica: ‘povo quer propostas’

Júlio Campos argumenta que Botelho é o melhor nome para administrar Cuiabá,

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Política

Imagem Ângelo Varella Secom AL-MT

O primeiro debate eleitoral entre os candidatos à Prefeitura de Cuiabá, promovido pelo Portal Primeira Página e que aconteceu na terça-feira (20), segue repercutindo até hoje nos bastidores da política e, para o deputado estadual Júlio Campos (União Brasil), houve uma “aliança” entre o candidato Lúdio Cabral, do PT, e Abílio Brunini, do PL, para “atacar profundamente” Eduardo Botelho, candidato do União Brasil.

O parlamentar conversou com a imprensa sobre a performance do colega de partido, nessa quarta-feira (21), na Assembleia Legislativa. Apesar de confessar não ter assistido o debate, o parlamentar avalia que a suposta estratégia de atacar Botelho, que lidera as pesquisas para a Prefeitura de Cuiabá, garante apenas uma “repercussão momentaneamente boa”.

“Mas foi ruim porque o povo quer ver propostas e o deputado Botelho foi no sentido de mostrar propostas de trabalho para mudar Cuiabá”, criticou. Para Júlio, a tendência é que Botelho seja “bombardeado” nos próximos encontros, tendo em vista os resultados das pesquisas de intenção de voto. “Mas isso não vai valer, porque o povo cuiabano está consciente de que o melhor nome para Cuiabá é o deputado Eduardo”, argumentou.

Júlio Campos argumenta que Botelho é o melhor nome para administrar Cuiabá, pois terá o apoio do governo Mauro Mendes. “Terá o apoio do governo Mauro Mendes, os recursos estaduais e o apoio do Governo Federal, porque o senador Jayme Campos estará lá em Brasília, junto com a senadora Margareth, com todos os parlamentares federais, ajudando Cuiabá a sair desse caos que vive hoje”.

Quando perguntado sobre possíveis novos ataques a Botelho nos próximos debates, Campos afirma que esse tipo de estratégia de “xingamento e acusação” fica em segundo plano.

“No momento que inicia o horário eleitoral, o povo cuiabanano e o eleitorado brasileiro quer ver propostas concretas de como resolver o problema da saúde, da estrutura da cidade, transporte e habitação. Acho que essa história de xingamento e acusação, vai ficar em segundo plano, assim espero”.

O deputado ainda ressaltou que Botelho é o único candidato com duas graduações, além de estar como parlamentar há três mandados, ser presidente da Assembleia Legislativa e “empresário de sucesso”. Na visão de Júlio, o candidato a Prefeitura de Cuiabá pelo União Brasil não irá fugir dos “grandes debates”.

“Quer dizer, está a altura. Não acredito que vai fugir, agora não precisa ir em todo ‘debatezinho’, ‘debatinho’ que não tem audiência é perder tempo. Tem debate que você vai lá e tem meia dúzia de gato pingado, aí não vale a pena você gastar três, quatro horas, em vez de fazer campanha política, estar respondendo perguntas, mesma rotina de sempre, tem que ir nos grandes debates, das grandes emissoras de televisão”.

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CMO analisa crédito especial de R$ 4,2 mi para Justiças Eleitoral e do Trabalho

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Um projeto de lei encaminhado pelo Poder Executivo ao Congresso prevê crédito especial de R$ 4,2 milhões no Orçamento da União para a aquisição de imóveis destinados à expansão das estruturas da Justiça Eleitoral e da Justiça do Trabalho. Os recursos beneficiarão o Tribunal Regional Eleitoral de Alagoas (TRE-AL) e o Tribunal Regional do Trabalho da 9ª Região (TRT-9), no Paraná.

PLN 9/2026 prevê R$ 283,7 mil para a compra de um imóvel contíguo à antiga sede do TRE-AL, em Maceió. Segundo o projeto, a medida permitirá ampliar as instalações administrativas, integrar unidades e reduzir despesas futuras com locação de imóveis.

A maior parte dos recursos, R$ 3,9 milhões, será destinada ao TRT-9 para a aquisição de um terreno de 737 metros quadrados, em Curitiba, pertencente ao Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O imóvel será utilizado na ampliação do edifício-sede do tribunal, incluindo despesas com demolição e elaboração de projetos arquitetônicos e complementares.

De acordo com o projeto, o crédito será financiado por meio da anulação de dotações orçamentárias. O governo afirma que a medida não altera a meta de resultado primário de 2026, por se tratar de remanejamento de despesas já previstas no Orçamento.

A proposta aguarda designação do relator na Comissão Mista de Orçamento (CMO). 

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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