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Juca assume vice-presidência de CPI que vai investigar serviços de telefonia

A CPI da Telefonia também é composta pelo deputado Drº Eugênio (PSB), que ficou responsável pela relatoria, e Carlos Avallone (PSDB) e Faissal Calil (Cidadania) como membros.

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Política

Assessoria Parlamentar

O deputado estadual Juca do Guaraná (MDB) foi escolhido para ser vice-presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que vai investigar os serviços de telefonia móvel de Mato Grosso.

A definição aconteceu durante a reunião de instalação da CPI que aconteceu nesta quinta-feira (9), na Assembleia Legislativa. Além da vice-presidência, Juca assumiu a sub-relatoria da investigação no âmbito da baixada cuiabana.

A Comissão vai investigar as principais reclamações feitas pela população em relação ao serviço como preço da tarifa, qualidade na prestação de serviços e ausência de sinal em cidades e distritos de Mato Grosso.

Juca parabenizou o presidente da CPI, deputado Diego Guimarães (Republicanos), pela iniciativa e destacou que a Assembleia Legislativa cresce ao trabalhar com essa temática. Ele destaca que a ausência de sinal de qualidade atrapalha o desenvolvimento de cidades e de pequenas comunidades.

“Precisamos desmistificar a questão da telefonia em Mato Grosso. Foi citado vários distritos, mas não precisamos ir muito longe, você vai na Guia só tem operadora, mas o sinal funciona muito mal. Precisamos fazer um raio-x  para que possamos contribuir com a população”, disse.

A CPI da Telefonia também é composta pelo deputado Drº Eugênio (PSB), que ficou responsável pela relatoria, e Carlos Avallone (PSDB) e Faissal Calil (Cidadania) como membros.

A comissão terá 180 dias para apresentar o relatório, prazo que pode ser renovado.

Da Assessoria/ Ednei Rosa

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Wilson Santos propõe dispositivos de localização para ampliar a segurança de autistas em MT

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Com mais de 15 leis sancionadas em benefício das pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA) e seus familiares, o deputado estadual Wilson Santos (PSD) apresentou, na sessão plenária da última quarta-feira (21), o Projeto de Lei nº 1.203/2026, que estabelece diretrizes para incentivar a utilização de dispositivos eletrônicos de localização como instrumento complementar de segurança e proteção de crianças e adolescentes autistas em Mato Grosso.

A proposta vai ao encontro de uma iniciativa pioneira no país, implementada pela Prefeitura de Marília, no interior de São Paulo, no início de outubro, onde o município adquiriu e distribuiu as primeiras pulseiras com localizadores por GPS para atender crianças e adolescentes. “Importante projeto para também ser aplicado em Mato Grosso. Precisamos fortalecer as políticas públicas com foco na qualidade de vida e segurança das famílias com autistas. Esse dispositivo vai permitir a localização destes jovens de forma rápida ao se perderem dos seus pais ou responsáveis. E a nossa intenção é somar nos cuidados e na proteção deles”, justificou o parlamentar.

Para Daiane Ferreira Arruda, mãe de Ysaque Lima, de 11 anos, diagnosticado com autismo nível 3, a iniciativa pode trazer mais tranquilidade às famílias. Ela relata que já passou por situações em que o filho saiu de casa sem que ela percebesse. A sorte, segundo ela, é que os vizinhos já o conhecem e sempre o trazem de volta. “É muito difícil controlá-lo. E essa proposta do deputado Wilson Santos é muito boa. Pelo menos saberemos onde ele estiver com o uso deste dispositivo. Quando ele sai de um lado para outro aqui no bairro, pelo menos sei onde foi. Já aconteceu de ele se afastar de mim no shopping, mas o medo que ele tem da escada rolante foi o que o segurou. Mas, o meu medo é alguém mexer com ele”, comentou.

Conforme o projeto, o dispositivo poderá ser uma pulseira com GPS ou outro equipamento eletrônico portátil com recursos de geolocalização ou funcionalidades equivalentes, para facilitar a identificação de crianças e adolescentes em caso de desaparecimento. A proposta prevê o respeito à privacidade e à proteção dos dados pessoais e vai priorizar autistas com maior necessidade de suporte ou mais expostas a situações de vulnerabilidade.

Fonte: ALMT – MT



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