“Fim de uma era”

Jayme é confrontado por Wellington em plena Várzea Grande

Senador e pré-candidato à reeleição, Wellington Fagundes mostrou que quem tem “costas quentes”, não pede, impõem, mesmo em casa alheia.

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Política

Foto: Divulgação/ Redes Sociais

Os termômetros da corrida eleitoral estão ficando cada vez mais com as temperaturas em alta, nos últimos dias, as falas envolvendo as principais lideranças do partido União Brasil (UB), movimentaram o cenário da disputa, referente aos nomes do senador, Wellington Fagundes (PL) e o deputado federal, Neri Geller (PP).

A grande questão em ordem, é o partido possuir integrantes como o governador, Mauro Mendes, senador Jayme Campos, além do presidente da Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso, deputado Eduardo Botelho, como também, líder do governo na Casa de Leis, Dilmar Dal Bosco, que estão divulgando suas opiniões.

Mesmo com a imposição do senador Wellington, a maioria das lideranças do UB, defende um palanque flexível, com os dois candidatos, outros já declararam que estão apoiando a pré-candidatura de Neri Geller rumo ao Senado da República.

Foto: Câmara Federal

Até aí tudo bem, divergências políticas fazem parte de uma democracia, de um embate eleitoral, mas o fato que mais chamou atenção, foi onde, quando e como o senador, Wellington Fagundes confrontou o senador, Jayme Campos, em plena Várzea Grande, no tradicional Ginásio Júlio Domingos de Campos, “o Fiotão”, em um evento de comemoração ao aniversário da cidade, onde Jayme Campos é considerado a maior liderança política da história do município.

“Júlio Domingos de Campos, pai de Jayme Campos, que foi homenageado com nome no ginásio Fiotão”.

 Falar de Jayme Campos é relatar o desenvolvimento do município, onde foi prefeito por quatro mandatos, e a sua família tem contribuído por mais de 40 anos, para que Várzea Grande seja chamada de “Cidade Industrial”.

Além de que, o senador foi também governador do estado de Mato Grosso, quando mostrou com muito trabalho, que a região tinha todas as condições para chegar onde chegou, expandido no interior, mas nunca esquecendo da sua cidade natal.

Foto: Secom-VG

Para muitas pessoas, a fala do senador, Wellington seria normal, desde que não fosse onde e como foi, porque a imposição pela escolha do seu nome, no palanque do partido União Brasil, contrapondo a opinião de Jayme Campos, dentro do “Fiotão”, em Várzea Grande, mais soou com características de desapreço, tentando mostrar que com apoio do presidente, Jair Bolsonaro, a “bola da vez”, é ele, independente de quem e onde esteja.

“O senador do PL só esqueceu que na “terra de Couto Magalhães”, respeito é bom, todo mundo merece”.

O imbróglio foi criado, de possível aliado, agora os apoiadores e integrantes da família Campos, já começam olhar a pré-candidatura de Neri Geller com outros olhos. Pelo que tudo indica, a afronta terá resposta que um político atrevido merece, nas urnas.

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Senado terá centro cultural em Brasília

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O Senado terá um espaço cultural em Brasília. Com 80 mil m², às margens do Lago Paranoá, o Senado Cultural será inaugurado no dia 9 de dezembro, com a exposição Senado em Movimento: 200 Anos de História. O endereço, que abrigou o antigo Clube dos Servidores Públicos, passa por obras de revitalização.

— Será um espaço aberto a toda comunidade. Além de exposições e galerias, pretendemos incluir playground, coworking, paisagismo e local para palestras. Este é um projeto grandioso e diferenciado de tudo que já existe em Brasília — disse a diretora-geral do Senado, Ilana Trombka.

Senado Cultural

O Senado Cultural vai oferecer exposições, restaurantes, auditório e espaços de convivência. Após a exposição inaugural, a galeria principal receberá exposição de longa duração com itens do acervo museológico do Senado. O centro cultural deve contar ainda com outros quatro espaços de exposição.

Uma das galerias deve ser dedicada a obras representativas de todos os estados. Uma segunda terá como enfoque a produção artística local, com exposições, oficinas e outras atividades educativas.

O projeto prevê ainda um espaço externo para abrigar a exposição de longa duração sobre o 8 de janeiro de 2023, quando o Palácio do Congresso Nacional foi invadido e teve suas instalações vandalizadas. Também haverá uma galeria dedicada à experiência imersiva do visitante.

O paisagismo será assinado pelo Escritório Burle Marx. 

— É um projeto ambicioso, mas é um projeto que mostra a vocação de servir a comunidade de uma outra maneira. O Senado Federal sempre serve a comunidade e a sociedade por meio da sua atividade-fim. Agora, vai servir a comunidade e a sociedade também por meio de um centro cultural — afirmou Ilana.

História e identidade

O antigo Clube da Associação dos Servidores do Ministério da Educação e da Cultura foi inaugurado em 1976 e já foi referência em lazer e cultura de Brasília. 

— Estamos preservando as fachadas, as varandas, o sistema construtivo, as esquadrias originais e os revestimentos em mármore. Também estamos mantendo o sistema viário interno e o castelo d’água, que tem uma forma bem marcante — explicou a arquiteta Vanessa Bhering, uma das responsáveis pelo acompanhamento das obras da Coordenação de Projetos e Obras de Infraestrutura.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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