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Jayme confirma antecipação de convenção do União Brasil e mantém diálogo sobre disputa ao Governo

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O senador Jayme Campos (União Brasil) confirmou que a convenção estadual do partido foi antecipada para o dia 30 de julho, após um entendimento com o ex-governador Mauro Mendes, presidente estadual da legenda. A mudança ocorre em um momento de discussões internas sobre os rumos do União Brasil na eleição para o Governo de Mato Grosso.

Segundo Jayme, a decisão foi construída em uma conversa democrática e em clima de diálogo com Mauro Mendes. O senador afirmou que o governador não solicitou a desistência de sua pré-candidatura, mas demonstrou disposição para que as negociações continuem entre as lideranças do partido.

“Tivemos uma boa conversa, democraticamente. Achei importante antecipar para o dia 30, até para que pudéssemos ter espaço suficiente para uma possível composição partidária”, declarou.

O parlamentar também destacou que permanece aberto ao diálogo com Mauro Mendes, com o governador Otaviano Pivetta (Republicanos) e com outros representantes políticos envolvidos no processo eleitoral. Apesar da disposição para conversar, Jayme ressaltou que mantém seu próprio projeto para a disputa.

“Eu tenho a minha pretensão, o Pivetta tem a dele e existem outros possíveis candidatos. O diálogo está aberto comigo. Não tenho dificuldade para conversar com ninguém”, afirmou.

Jayme classificou o encontro com Mauro como positivo e afirmou que a reunião ocorreu sem conflitos. De acordo com ele, a definição sobre o posicionamento do União Brasil será tomada durante a convenção estadual.

“Foi uma conversa de alto nível. Todo mundo tem o seu valor e reconhecem o meu valor. Vamos aguardar a convenção agora”, disse.

Com a antecipação da data, o partido terá menos tempo para concluir as articulações internas e definir se lançará candidatura própria ao Governo do Estado ou se seguirá por uma composição com outras forças políticas. Inicialmente, a convenção estava marcada para 4 de agosto, data próxima ao encerramento do prazo previsto no calendário eleitoral.

Nos bastidores, aliados de Jayme avaliam que o senador possui apoio significativo entre os integrantes do União Brasil com direito a voto na convenção, fortalecendo a defesa de uma candidatura própria. Mesmo diante das movimentações internas, Jayme mantém o discurso de diálogo e afirma que a decisão será construída dentro da sigla.



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Blairo e Eraí Maggi articulam nome de Avalone para vaga no TCE-MT

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A disputa por uma possível vaga no Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso (TCE-MT) ganhou novos atores nos bastidores políticos. Os empresários do agronegócio Blairo Maggi e Eraí Maggi teriam entrado nas articulações para apoiar o deputado estadual Carlos Avalone (PSDB) na disputa por uma cadeira na Corte.

A movimentação ocorre em meio às conversas sobre uma possível aposentadoria de um dos conselheiros do Tribunal. Além de Avalone, os deputados Dilmar Dal Bosco e Eduardo Botelho também são citados entre os nomes interessados na vaga, cuja indicação cabe à Assembleia Legislativa.

De acordo com as informações divulgadas, a intenção dos empresários seria fortalecer o nome de Avalone para ocupar a cadeira caso ela seja aberta. O deputado foi reeleito neste ano e, se escolhido pelo Legislativo, ainda precisaria passar pelos procedimentos de aprovação e nomeação para assumir o cargo.

Uma eventual saída de Avalone da Assembleia provocaria mudanças na composição da bancada do PSDB. Nesse cenário, quem poderia retornar ao Parlamento seria Juca do Guaraná, primeiro suplente da legenda nas eleições deste ano.

A articulação atribuída aos Maggi acrescenta mais um grupo de influência à disputa, que também envolve interesses relacionados à permanência de outros parlamentares na Assembleia. Aliados de Júlio Campos, por exemplo, defendem a indicação de Dilmar Dal Bosco ao TCE-MT, o que abriria caminho para o retorno de Júlio ao Legislativo como suplente.

Apesar das movimentações, ainda não há confirmação de que a vaga será aberta nem de que algum dos nomes citados será escolhido. As conversas permanecem no campo das articulações políticas, enquanto a definição depende dos próximos desdobramentos no Tribunal de Contas e na Assembleia Legislativa.



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