Previsões

Jayme Campos: União Brasil corre sério risco de perder a eleição em Cuiabá

As articulações continuam a pleno vapor na disputa dos pré-candidatos à prefeitura de Cuiabá

Publicado em

Política

Gazeta do Povo

Os bastidores das articulações políticas para as próximas eleições de 2024 continuam em “crescente efervescência”, principalmente, as que tratam dos alinhamentos dos pré-candidatos das eleições do próximo ocupante do Palácio Alencastro.

O União Brasil é reconhecidamente um dos grandes partidos em Mato Grosso, sendo desnecessário elencar as lideranças e ‘cabeças coroadas’ que compõem essa grande agremiação político/partidária.

O senador Jayme Campos, um dos principais líderes da legenda em Mato Grosso, acredita que o partido deve caminhar para um entendimento para definir o candidato na disputa pela Prefeitura de Cuiabá, em 2024. Para o veterano senador, há chance real de derrota na capital no ano que vem, caso o presidente da Assembleia, Eduardo Botelho, deixe a sigla.

O senador disse que torce para que a escolha entre Botelho e o secretário da Casa Civil, Fábio Garcia, seja pautada pelo bom senso. “Torço, peço que o Botelho continue no grupo, continue no União Brasil, junto com doutor Fábio e dê certo de achar um bom caminho. Política tudo tem, a arte da política é somar. O combustível do político é a saliva, não pode faltar saliva e o bom senso. Essa história ‘que eu vou ganhar sozinho’. Não se ganha eleição sozinho”, afirmou o senador em recente entrevista.

Jayme alerta ainda para os riscos de uma eventual saída de Botelho, pois provocaria um racha interno no União Brasil e isso frustraria os planos da sigla para a eleição do ano que vem. “Na medida que rachar corre o risco do União que tem toda a chance de ganhar em Cuiabá para prefeito nós até perdemos. Nós temos que somar, eleição você não pode perder nenhum companheiro. Eu sou dessa tese e sempre ganhei. Disputei seis e ganhei as seis. Pra mim qualquer eleitor ele tem um valor. Não tem essa história de já ganhou com antecipação. Abre o olho”.

Jayme avalia que o presidente da Assembleia tem recebido muito apoio popular na capital. “Não é um candidato que ninguém pode subestimar hoje, tem uma torcida do Flamengo que você tem que manter no grupo pra ajudar nós, para ganhar a eleição. Caso contrário só resta uma coisa. Jogo duro. Tenho quase certeza nós perdemos a eleição aqui (Cuiabá)”.

Apesar dos alertas ao grupo político, Jayme ainda acredita que o União deve caminhar para um entendimento entre as pré-candidaturas de Botelho e Fábio Garcia. O principal impasse estaria na falta de uma definição quanto aos critérios técnicos que seriam utilizados pelo partido para a escolha entre os dois. Outra questão está no fato de o governador Mauro Mendes, presidente estadual da sigla, já ter declarado apoio ao deputado federal licenciado, Fábio Garcia.

 

 

  

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Política

Lei cria título de Cidade Amiga do Idoso para premiar iniciativas exemplares

Publicados

em


Cidades que se destacarem em políticas e iniciativas para assegurar um tratamento digno e um envelhecimento ativo às pessoas idosas passarão a ter o título de Cidade Amiga do Idoso. O reconhecimento está previsto na Lei 15.476, publicada nesta sexta-feira (24) no Diário Oficial da União. As regras já estão em vigor.

A lei tem origem no PL 2.119/2019, do deputado Pompeo de Mattos (PDT-RS). O projeto foi aprovado pelo Senado, com mudanças, em 2023 e voltou à Câmara. Em junho, foi aprovado pelos deputados e seguiu para a sanção.

Para concorrer ao título, a cidade precisa demonstrar que tem programas ou políticas públicas que fomentem a inserção social, cultural e política dos idosos. Na análise, são consideradas as iniciativas do município que favoreçam um envelhecimento ativo da população e o acesso dos idosos a serviços de qualidade nas áreas de:

  • transporte;
  • moradia;
  • participação social;
  • respeito e inclusão social;
  • participação cívica e emprego;
  • prédios públicos e espaços abertos;
  • comunicação e informação;
  • apoio comunitário e serviços de saúde;
  • segurança dos idosos.

Conselho

O responsável por conceder o título será um conselho com representantes dos governos federal, estaduais, distrital e municipais e das entidades representativas da população idosa. O título valerá por três anos, desde que sejam revalidados os compromissos assumidos. Se for comprovado o descumprimento, o título será cancelado.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍTICA

POLÍCIA

ESPORTE

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA