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Jayme Campos avalia o PRD como opção viável para Botelho lançar candidatura em Cuiabá

O PRD tem sido visto como uma alternativa para que o governador Mauro Mendes não perca aliados e possa “acomodar” os projetos do deputado federal Fábio Garcia e de Botelho,

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Crédito Agência Senado

O senador Jayme Campos (União), conhecido por ajudar a resolver questões ‘espinhentas’ na política regional, acredita que o Partido Renovação Democrática (PRD) seja uma boa alternativa para o presidente da Assembleia Legislativa (ALMT), deputado Eduardo Botelho, que está de malas prontas para deixar o União Brasil.
Apesar de querer o colega no União, Jayme vê que possível ida de Botelho à nova sigla pode mantê-lo próximo da base do governador Mauro Mendes. O cenário seria diferente caso o deputado fosse ao PSD, já que o ministro da Agricultura, Carlos Fávaro [líder do PSD em MT], rompeu aliança com o governador.
“Me parece que a conversação em São Paulo foi muito boa. Uma conversa realmente bastante proveitosa, conforme a expressão dita pelo próprio Júlio Campos, que conversou comigo hoje, e pelo deputado Dilmar Dal Bosco. Entretanto, vamos ver os acontecimentos, como que vai ser. Se vai acontecer ou se não vai acontecer. É questão de tempo”, limitou-se a dizer.
O PRD tem sido visto como uma alternativa para que o governador Mauro Mendes não perca aliados e possa “acomodar” os projetos do deputado federal Fábio Garcia e de Botelho, na disputa do comando da Prefeitura de Cuiabá.

Mauro teme que a saída de Botelho possa causar uma imensa debandada no União, perdendo antigos aliados como Dilmar Dal Bosco e Júlio Campos.
Articulações nos bastidores da política regional, garantem que, para manter uma aliança harmônica entre os partidos, Mauro teria sugerido que seu braço-direito, o ex-secretário-chefe da Casa Civil, Mauro Carvalho, assuma os trabalhos da nova sigla em Mato Grosso.

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Lei cria título de Cidade Amiga do Idoso para premiar iniciativas exemplares

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Cidades que se destacarem em políticas e iniciativas para assegurar um tratamento digno e um envelhecimento ativo às pessoas idosas passarão a ter o título de Cidade Amiga do Idoso. O reconhecimento está previsto na Lei 15.476, publicada nesta sexta-feira (24) no Diário Oficial da União. As regras já estão em vigor.

A lei tem origem no PL 2.119/2019, do deputado Pompeo de Mattos (PDT-RS). O projeto foi aprovado pelo Senado, com mudanças, em 2023 e voltou à Câmara. Em junho, foi aprovado pelos deputados e seguiu para a sanção.

Para concorrer ao título, a cidade precisa demonstrar que tem programas ou políticas públicas que fomentem a inserção social, cultural e política dos idosos. Na análise, são consideradas as iniciativas do município que favoreçam um envelhecimento ativo da população e o acesso dos idosos a serviços de qualidade nas áreas de:

  • transporte;
  • moradia;
  • participação social;
  • respeito e inclusão social;
  • participação cívica e emprego;
  • prédios públicos e espaços abertos;
  • comunicação e informação;
  • apoio comunitário e serviços de saúde;
  • segurança dos idosos.

Conselho

O responsável por conceder o título será um conselho com representantes dos governos federal, estaduais, distrital e municipais e das entidades representativas da população idosa. O título valerá por três anos, desde que sejam revalidados os compromissos assumidos. Se for comprovado o descumprimento, o título será cancelado.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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