“Arsenal”

Investimentos nos polos valem muito mais que apenas palavras e promessas

Além de Cuiabá e Rondonópolis, o governo do estado tem diversas ações em Várzea Grande, que colaboram com o desenvolvimento da cidade, assim somam os três maiores polos do estado

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Enquanto na semana passada o destaque da vez foi o senador, Wellington Fagundes, com as cogitações do PL, juntamente com as visitas tanto no Paço Couto Magalhães, como também, no Palácio Alencastro, impulsionado pela líder de torcida na Assembleia Legislativa, nos últimos dias, as atividades do governador, Mauro Mendes aqueceu ainda mais os ânimos da política, da reunião com o prefeito de Cuiabá ao anúncio de benefícios em Rondonópolis, mostrou que os fatos dos investimentos, são muito mais que os velhos e belos discursos.

De fato, hoje quem pratica da velha política com apenas belos discursos, aquele que mais fala do faz, ficou ultrapassado, dos agentes políticos aos eleitores, se não tiver serviços prestados e estar efetivamente trabalhando pelo povo, exercendo cargos públicos ou não, estão indo na contramão das exigências estabelecidas pelo eleitorado, para trabalhar para o povo.

“Informações de bastidores confirmam que nesta manhã, o governador Mauro Mendes, e o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Max Russi juntamente com deputado federal, Neri Geller estiveram reunidos com prefeitos da região Oeste, tratando das prioridades da população”.

O governador Mauro Mendes mostrou que deu um passo de extrema importância nesta semana, seja se reunindo com o prefeito de Cuiabá, José Roberto Stopa, e com o prefeito de Rondonópolis, Zé do Pátio.

“Mesmo Zé do Pátio sendo de uma ala da política, com tantos investimentos em sua cidade, beneficiando diretamente a população de Rondonópolis, fica difícil persistir na velha estrada”.

O encontro com Stopa pode promover inúmeros investimentos que atendem a demanda da população cuiabana, que estava travada devido a uma incompatibilidade política, econômica e administrativa, com o prefeito afastado, mas que agora, pelo que tudo indica, virou dados do passado, iniciando um novo ciclo promissor para o povo cuiabano, com a dobradinha Mauro Mendes e José Roberto Stopa.

“Cuiabá é a cidade com o maior número de habitantes, como também de eleitor do estado de Mato Grosso”.

Já em Rondonópolis, a cidade considerada por muitos, como maior polo industrial de Mato Grosso, a segunda economia do estado, comandada pelo prefeito Zé do Pátio, vem sendo beneficiada constantemente com ações do Governo do Estado, nesta semana o governador Mauro Mendes, anunciou o investimento em infraestrutura com mais de R$ 65 milhões, para pavimentar os cinco Distritos Industriais da cidade, uma demanda de décadas, que vai de encontro com a necessidade da região.

“Rondonópolis além de ser o polo industrial é a segunda cidade do estado, seja em dados populacional, como também eleitoral, o maior município da região sul, é estrategicamente de extrema importância para uma corrida eleitoral”.

Além de Cuiabá e Rondonópolis, o governo do estado tem diversas ações em Várzea Grande, que colaboram com o desenvolvimento da cidade, assim somam os três maiores polos do estado, mostrando que a estrada está sendo pavimenta.

“Resta saber se não vai ter uma empresa de fornecimento de água e tratamento de esgoto, que começa fazer buracos pra todo lado”.

Mesmo sendo confirmado o ingresso do presidente, Jair Bolsonaro no PL, os integrantes da sigla na região ainda terão as suas alternativas, mesmo com o jogo que já está sendo jogado.

 

Foto: Michel Alvim – SECOM/MT

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Sancionada lei que autoriza o BNDES a criar subsidiárias

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Foi sancionada pela Presidência da República a Lei 15.501, de 2026, que autoriza o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) a constituir novas subsidiárias para ampliar sua capacidade de atuação. Pela norma, o BNDES — que já conta com subsidiárias, como o BNDESPar, que atua no mercado de capitais, e a Finame, de financiamento à indústria — poderá criar outras para complementar sua atuação, desde que obedeça às determinações da Lei de Responsabilidade Fiscal (Lei Complementar 101, de 2000).

A norma foi sancionada com veto à criação do Fundo de Crédito à Exportação (FCE), que, para o Poder Executivo, já tem seus objetivos alcançados por outras políticas públicas. Dos 13 dispositivos do texto enviado à sanção pelo Congresso, dez se referiam ao novo fundo para exportadores e foram vetados.

Publicada nesta quinta-feira (10) no Diário Oficial da União (DOU), a lei tem origem no PL 5.961/2025, do então senador Fernando Farias (MDB-AL). O projeto foi aprovado com relatório favorável do senador Esperidião Amin (PP-SC), antes de seguir para a Câmara dos Deputados.

Vetos

Os dispositivos vetados criariam o FCE para direcionar aos exportadores recursos para capital de giro, aquisição de máquinas e projetos de investimento. O fundo, com regras de funcionamento e gestão, seria usado para financiar operações de pré e pós-embarque e apoiar a modernização de empresas exportadoras. Segundo a Presidência da República, em que pese a boa intenção da proposta, o texto contraria o interesse público por criar um fundo de natureza contábil e financeira sem demonstrar que seus objetivos não poderiam ser alcançados por instrumentos de apoio à exportação já existentes.

O governo apontou ainda que a criação do fundo este ano contraria a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2026, que não permite a criação, no exercício financeiro, de fundos para financiar políticas públicas. Também considerou inconstitucional a criação de um comitê gestor para administrar o fundo por iniciativa parlamentar. A mensagem de veto ressalta que cabe ao Poder Executivo propor mudanças na organização e no funcionamento da administração pública federal.

Outro dispositivo vetado previa alterações nas regras de compartilhamento de riscos entre fundos garantidores. De acordo com a mensagem de veto, as mesmas mudanças já haviam sido incluídas na Lei 15.473, de 2026. Para o governo, a repetição poderia gerar redundância normativa e insegurança quanto à redação vigente.

Os vetos presidenciais serão analisados pelo Congresso Nacional em data ainda a ser definida. 

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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