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Investimento do Governo em tecnologia de ponta tem refletido nos bons índices criminais

Isso contribuiu para o aumento de 175% na recuperação de veículos roubados nos últimos três anos

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Foto: Secom-MT

Em três anos, o Estado passou de 22 câmeras de Reconhecimento Óptico de Caracteres (OCR) para 261. Este reforço contribuiu para o aumento de 175% na recuperação de veículos roubados nos últimos três anos. A previsão é de que mais mil unidades deste modelo sejam instaladas ainda neste ano.

As câmeras OCR possuem imagem em alta definição e uma tecnologia que facilita a identificação de veículos roubados, furtados e até mesmo clonados. Por se tratar de uma “câmera inteligente”, ela consegue captar o número da placa e o sistema automaticamente analisa o perfil do veículo. No caso dos veículos roubados que já tiveram registro de Boletim de Ocorrência, a Central de Monitoramento é informada, acionando uma equipe policial mais próxima para abordagem do veículo.

Em Mato Grosso, as 261 câmeras estão instaladas em pontos estratégicos: ruas, avenidas e rodovias que apresentam maior fluxo de veículos pesados ou de passeio, em mais de 20 municípios. Esse sistema de monitoramento atende as regiões da Baixada Cuiabana, regiões Sul, Leste e Médio Norte, além da faixa de fronteira com a Bolívia. Porém, a partir do programa Vigia Mais MT, essa cobertura chegará em todos os municípios do estado.

O programa prevê a instalação de mais de 15 mil câmeras, sendo mil delas com a tecnologia OCR. “Todos os municípios serão contemplados conforme o número de habitantes e índices de criminalidade. Essas câmeras OCR, permitem que os veículos roubados e furtados sejam recuperados com maior rapidez”, destacou o secretário adjunto de Integração Operacional, coronel PM Juliano Chiroli.

Com esse investimento do Governo de Mato Grosso, a tendência é uma redução ainda maior em todos os índices criminais, além disso, vai facilitar as investigações e as decisões do Poder Judiciário. “Essas câmeras poderão flagrar várias situações de crimes e essas imagens serão utilizadas pela Polícia Judiciária Civil e a Justiça Criminal como meio de prova, facilitando as investigações e dando mais sustentação aos inquéritos e as decisões judiciais” disse Chiroli. 

Com mais câmeras, será possível criar um cerco virtual entre as cidades do Estado e a expectativa do coordenador do Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (Ciosp), tenente-coronel BM Rogério Quinteiro Barcelos, é reduzir em até 80% os casos de roubos e furtos de veículos. “Quando ocorrer o roubo de um veículo, ao sair da cidade, ele já vai ser identificado, quando chegar em outro município, também será localizado, facilitando recuperação”.

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Ex-prefeito diz ter pago propina por emenda de Wellington Fagundes há mais de 20 anos

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O ex-prefeito de Juara, Priminho Riva, afirmou ter pago propina relacionada a uma emenda parlamentar destinada ao município durante o período em que Wellington Fagundes (PL) era deputado federal. Segundo o relato, a suposta cobrança teria ocorrido há mais de 20 anos.

A denúncia foi tornada pública por Priminho em meio ao atual cenário eleitoral, no qual Wellington disputa o Governo de Mato Grosso. O ex-prefeito afirmou que decidiu falar sobre o episódio porque não quer que o candidato seja eleito governador. Ele, no entanto, nega que a declaração tenha motivação eleitoral.

Apesar da gravidade da acusação, Priminho não apresentou, segundo a publicação, detalhes sobre a emenda que teria motivado a suposta cobrança. Também não informou o valor envolvido nem identificou quem teria recebido diretamente o dinheiro.

O relato ocorre após o ex-prefeito se envolver em outra polêmica recente. Priminho ingressou com uma ação contra o ex-deputado José Geraldo Riva e a deputada estadual Janaina Riva, alegando supostos crimes contra a honra. O Ministério Público, porém, pediu o arquivamento do caso por falta de provas.

A nova acusação coloca Wellington novamente no centro de questionamentos durante a campanha eleitoral, mas, até o momento, o relato apresentado pelo ex-prefeito permanece sem elementos públicos que comprovem a suposta prática de corrupção. A acusação também se refere a fatos que teriam ocorrido há mais de duas décadas.



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