"Outros rumos"

Incompatibilidade política racha MDB rumo às eleições 2022

Agregados não são parentes, na hora que a água bater no “nariz”, quando a “onça for beber água”, será um verdadeiro salve-se quem puder.

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Política

Divergências ideológicas, políticas, administrativas e econômicas causam um verdadeiro desmoronamento do partido MDB, enquanto uma ala já declarou apoio a determinados pré-candidatos, outros ainda buscam articulações como modo de sobrevivência na vida política.

É certo afirmar que os dias não estão sendo nada fáceis para as principais lideranças da sigla, enquanto um grupo busca a sobrevivência, outros além de declarar apoio, já demostram total posicionamento, seguindo projeto para candidaturas tanto para Assembleia Legislativa, Câmara Federal, Senado da República, Governo Estadual e Federal.

Nomes como do senador, Wellington Fagundes, do governador Mauro Mendes, do deputado federal Neri Geller, da deputada estadual Janaina Riva, do deputado federal, Carlos Bezerra e do prefeito afastado de Cuiabá, Emanuel Pinheiro, estão interferindo diretamente nos projetos e andamentos da sigla.

Devido as movimentações das lideranças da sigla, não se pode falar em racha, mas sim em esfacelamento, consolidando a incompatibilidade política entre as seus integrantes, com o fato ocorrido na eleição municipal na capital, quando a maioria do MDB abandonou o então candidato reeleito, Emanuel Pinheiro, que mesmo assim, conseguiu uma vitória de virada, histórica, mascando assim, uma total ruptura no partido.

Para agravar ainda mais a situação, nos últimos dias, o deputado federal e uma das maiores lideranças histórica da sigla, Carlos Bezerra chamou atenção da imprensa estadual ao declarar que tanto o MDB, como outros partidos já tinham definido apoiar o nome do deputado federal, Neri Geller, em uma eventual disputa ao Senado da República. Declaração que movimentou praticamente todo cenário da política em Mato Grosso.

Na Assembleia Legislativa, mesmo o MDB tendo quatro representantes, informações de bastidores já apontam que apenas a deputada, Janaina Riva em carreira solo, contando com o apoio do pai, em busca de sua reeleição, como também garantir a permanência do seu sogro, senador Wellington Fagundes na vida pública.

Por outro lado, especialistas apontam que agregados não são parentes, que na hora que a água bater no “nariz”, quando a “onça for beber água”, será um verdadeiro salve-se quem puder.

Assim, com o grupo de Emanuel Pinheiro de um lado, o grupo da deputada Janaina Riva para outro e do deputado federal, Carlos Bezerra já definido, mais uma vez o MDB segue o caminho eleitoral dividido, é inviabilidade ou estratégia?

Foto: blogdojorgevieira

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Wilson Santos defende políticas de segurança alimentar e apoio a famílias vulneráveis

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Entre as 21 emendas apresentadas ao Projeto de Lei nº 692/2026, que estabelece as diretrizes para o orçamento estadual de 2027 (PLDO), está a proposta de n.° 27 do deputado estadual Wilson Santos (PSD) para apoiar e desenvolver ações de segurança alimentar e enfrentamento à fome em Mato Grosso. A iniciativa foi motivada pelo levantamento do Tribunal de Contas do Estado (TCE), que mapeia a situação dos 142 municípios mato-grossenses em relação ao acesso regular e permanente a alimentos de qualidade.

A proposta também resgata uma iniciativa que marcou a gestão do parlamentar como prefeito de Cuiabá, que foi a construção do Restaurante Popular, em 2007, onde permanece em funcionamento e oferece diariamente mais de mil refeições ao preço de R$ 2,00. “Eu construí esse restaurante e atendia uma antiga reivindicação da classe trabalhadora, principalmente dos assalariados que acabavam investindo parte do pequeno salário em alimentação. O restaurante ajuda muitas pessoas, gente humilde e a comida é muito boa”, destacou.

Conforme a justificativa da emenda apresentada pelo deputado, o objetivo é expandir o atendimento à população em situação de insegurança alimentar e promover a integração entre as políticas de assistência social, segurança alimentar, desenvolvimento rural e inclusão social. A proposta busca fortalecer a atuação do Estado no enfrentamento à pobreza e à exclusão social.

Para Wilson Santos, investir em alimentação de qualidade também pode contribuir para reduzir a pressão sobre os serviços públicos de saúde. “Economiza na conta da saúde, alimentando bem, vai menos a uma unidade de saúde. É importante reduzir as desigualdades sociais e a proteção das famílias em situação de vulnerabilidade”, comentou.

O PLDO 2027 prevê receita líquida de R$ 42,1 bilhões e impacto estimado em R$ 862,6 milhões. O projeto segue para análise das emendas parlamentares. Após essa etapa, as propostas aprovadas integrarão a redação final da Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2027.

Fonte: ALMT – MT



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