“Indefinido”
Incompatibilidade desde a base deve inviabilizar eleição de Wellington Fagundes
Núcleo de campanha cria imbróglio ao seguir caminho adverso do candidato
Política
“Tudo certo e nada resolvido” assim segue desde o princípio das cogitações eleitorais, as definições dos rumos que o senador, Wellington Fagundes (PL) deve tomar. Antes da confirmação da filiação do Presidente da República Jair Bolsonaro no PL, muitos apostavam na Câmara Federal, como o caminho mais provável, porém depois da filiação, até ao cargo de governador do estado, ainda está sendo cogitado, certo mesmo é afirma que nada está resolvido.
As indefinições referentes aos cargos que o senador, Wellington deve concorrer, está confundindo até mesmo o núcleo de campanha dele, já que na visita do Presidente da República, Jair Bolsonaro tanto a imprensa, como também a população local, ficaram sem saber ao certo, quem teve o mérito da agenda do presidencial, se foi o senador, ou os membros da Igreja Assembleia de Deus.
O fato ocorreu depois que e-mails chegaram em vários veículos de comunicação, com a seguinte mensagem:

Foto: Assessoria/Divulgação
As informações percorreram o estado, causando de imediato revolta no público evangélico, principalmente naqueles que há meses estavam trabalhando na organização do evento no Grande Templo, onde teve milhares de pessoas participando.
Para piorar ainda mais a situação, quando o senador, Wellington Fagundes chegou acompanhando, Jair Bolsonaro no aeroporto Marechal Rondon, em Várzea Grande, foi questionado sobre a vinda do presidente no estado.
No vídeo, Wellington desmente a assessoria de comunicação e os boatos de que ele teria articulado a vinda do presidente para Mato Grosso.
“Não, isso aqui é um evento principalmente da Assembleia de Deus, para lançar o novo Programa do Brasil com Fé”.
Se ele, nem entre eles estão conseguindo se entender, imagine como fica a cabeça do eleitorado, deve ser por isso que os adversários crescem tanto, já que o senador, até o momento não apresentou definitivamente para qual cargo vai concorrer nas próximas eleições.
Política
Senado terá centro cultural em Brasília
O Senado terá um espaço cultural em Brasília. Com 80 mil m², às margens do Lago Paranoá, o Senado Cultural será inaugurado no dia 9 de dezembro, com a exposição Senado em Movimento: 200 Anos de História. O endereço, que abrigou o antigo Clube dos Servidores Públicos, passa por obras de revitalização.
— Será um espaço aberto a toda comunidade. Além de exposições e galerias, pretendemos incluir playground, coworking, paisagismo e local para palestras. Este é um projeto grandioso e diferenciado de tudo que já existe em Brasília — disse a diretora-geral do Senado, Ilana Trombka.
Senado Cultural
O Senado Cultural vai oferecer exposições, restaurantes, auditório e espaços de convivência. Após a exposição inaugural, a galeria principal receberá exposição de longa duração com itens do acervo museológico do Senado. O centro cultural deve contar ainda com outros quatro espaços de exposição.
Uma das galerias deve ser dedicada a obras representativas de todos os estados. Uma segunda terá como enfoque a produção artística local, com exposições, oficinas e outras atividades educativas.
O projeto prevê ainda um espaço externo para abrigar a exposição de longa duração sobre o 8 de janeiro de 2023, quando o Palácio do Congresso Nacional foi invadido e teve suas instalações vandalizadas. Também haverá uma galeria dedicada à experiência imersiva do visitante.
O paisagismo será assinado pelo Escritório Burle Marx.
— É um projeto ambicioso, mas é um projeto que mostra a vocação de servir a comunidade de uma outra maneira. O Senado Federal sempre serve a comunidade e a sociedade por meio da sua atividade-fim. Agora, vai servir a comunidade e a sociedade também por meio de um centro cultural — afirmou Ilana.
História e identidade
O antigo Clube da Associação dos Servidores do Ministério da Educação e da Cultura foi inaugurado em 1976 e já foi referência em lazer e cultura de Brasília.
— Estamos preservando as fachadas, as varandas, o sistema construtivo, as esquadrias originais e os revestimentos em mármore. Também estamos mantendo o sistema viário interno e o castelo d’água, que tem uma forma bem marcante — explicou a arquiteta Vanessa Bhering, uma das responsáveis pelo acompanhamento das obras da Coordenação de Projetos e Obras de Infraestrutura.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: Agência Senado
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