CUIABÁ
Governo Mauro Mendes concluiu 80% das obras do Hospital Central
Concluir as obras do Hospital Central integra a agenda de compromissos do governador Mauro Mendes. O gestor afirma que a inauguração do aguardado complexo hospitalar está próxima
Política
O governador Mauro Mendes está comemorando a conclusão de 80% das obras do Hospital Central em Cuiabá, empreendimento que ficou paralisado por décadas seguidas, sem a menor perspectiva de seguir adiante. Ainda durante a campanha, Mauro disse que a conclusão desse complexo hospitalar se integrava aos seus compromissos prioritários, além de investimentos na Educação e infraestrutura viária.
O gestor já provou, no primeiro mandato, que falava sério, ao contrário dos seus antecessores: a maioria não honrou tal compromisso. Mauro Mendes fez mais: estendeu o apoio direcionado ao Hospital Central a uma série de unidades hospitalares do interior mato-grossense, igualmente alquebradas por descaso completo de gestões descompromissadas com o lado social.
A avançada fase de obras do Hospital Central já é comemorada unanimemente. Trata-se de mais um reflexo empreendedor da gestão transparente e dinâmica implementada pelo governador Mauro Mendes à frente do Estado, segundo populares manifestaram.
No entendimento do governador, não há nenhuma complexidade em entregar as obras que a população tanto anseia. “Primeiro, é preciso ter consciência de que investir em Saúde implica na manutenção de vidas humanas. Assim, aproveitamos cada centavo para estruturar setores básicos do Estado, e a Saúde sempre fez parte desse elenco”.
MARCHA DESENVOLVIMENTISTA
O reequipamento de unidades SUS, somando-se à reforma e novas construções, acontece ininterruptamente em todos os municípios de Mato Grosso, voltou a frisar Mendes. “E não vamos parar por aqui, pois a modernização de todo o sistema é imperioso para sua funcionalidade regular. A valorização dos servidores da Saúde se agrega aí também, formando eficiente conjunto motriz”.
Segundo pontua, a breve inauguração do Hospital Central também representa alívio antecipado para o grande fluxo de pacientes procedentes do interior do Estado, de outros territórios ou mesmo países fronteiriços, a exemplo da Bolívia.
MODELO HOSPITALAR
Com capacidade de atendimento clínico superior à de outros centros do SUS, o Hospital Central irá desafogar expressivamente a demanda da capital. Melhor: a previsão é de que sua breve operacionalidade – a exemplo de outros polos do gênero de MT – estabeleça mais um avanço exemplar na Saúde Pública na região Centro Oeste.

Divulgação: Instagram/ ediomartinsucamb
Para o governador Mauro Mendes, investir em Saúde é proporcionar melhor qualidade de vida, garantindo segurança ao contribuinte de que cada centavo de imposto [recolhido pelo governo] teve sua aplicação direcionada corretamente.
“Saúde é um dos princípios básicos de equilíbrio de qualquer governo. Os investimentos em Saúde, é fato 100% comprovado, trazem retorno geral em setores distintos, modulando progresso aos municípios e ao Estado, em geral. Não foi fácil atingir os 80% de obras concluídas no Hospital Central. Muito em breve iremos inaugurá-lo”, garantiu.

Foto por SECOM MT
Mendes não citou nenhum nome dos antecessores que praticamente “lavaram as mãos” em relação ao Hospital Central, deixando sua estrutura inacabada durante mais de três décadas.
“Aquilo lá {prédio abandonado} impunha imagem de perpetuidade assustadora. Trazia também muita revolta à sociedade. Afinal, tratava-se de um empreendimento de valor altíssimo, milhões e milhões investidos inutilmente, jogados fora, na avaliação popular. Conseguimos reverter isso com determinação idealista”.

Foto: Marcos Vergueiro/Secom-MT
Por João Carlos de Queiroz, editor político site omatogrosso.com
Política
Lei cria título de Cidade Amiga do Idoso para premiar iniciativas exemplares
Cidades que se destacarem em políticas e iniciativas para assegurar um tratamento digno e um envelhecimento ativo às pessoas idosas passarão a ter o título de Cidade Amiga do Idoso. O reconhecimento está previsto na Lei 15.476, publicada nesta sexta-feira (24) no Diário Oficial da União. As regras já estão em vigor.
A lei tem origem no PL 2.119/2019, do deputado Pompeo de Mattos (PDT-RS). O projeto foi aprovado pelo Senado, com mudanças, em 2023 e voltou à Câmara. Em junho, foi aprovado pelos deputados e seguiu para a sanção.
Para concorrer ao título, a cidade precisa demonstrar que tem programas ou políticas públicas que fomentem a inserção social, cultural e política dos idosos. Na análise, são consideradas as iniciativas do município que favoreçam um envelhecimento ativo da população e o acesso dos idosos a serviços de qualidade nas áreas de:
- transporte;
- moradia;
- participação social;
- respeito e inclusão social;
- participação cívica e emprego;
- prédios públicos e espaços abertos;
- comunicação e informação;
- apoio comunitário e serviços de saúde;
- segurança dos idosos.
Conselho
O responsável por conceder o título será um conselho com representantes dos governos federal, estaduais, distrital e municipais e das entidades representativas da população idosa. O título valerá por três anos, desde que sejam revalidados os compromissos assumidos. Se for comprovado o descumprimento, o título será cancelado.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: Agência Senado
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