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Governo investe mais de R$ 230 milhões em Rondonópolis

Somente para melhorar a logística do tráfego na região do município, o Governo do Estado empregou R$ 145 milhões

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Foto: Prefeitura de Rondonópolis

O Governo de Mato Grosso tem investido, apenas nesta gestão, mais de R$ 230 milhões para levar melhorias ao município de Rondonópolis. Os recursos são destinados a obras de infraestrutura e investimentos diretos na na saúde, cultura e segurança pública da cidade.

Somente para melhorar a logística do tráfego na região do município, o Governo do Estado empregou R$ 145 milhões. Desse valor, R$ 65,3 milhões foram repassados via convênio para obras de asfaltamento, drenagem, sinalização e acessibilidade em diversas ruas e avenidas do Distrito de Augusto Vetorasso.

O Governo também investe R$ 38 milhões para asfaltamento de 42,3 quilômetros na MT-471/040, no trecho que passa pelo Assentamento Carimã (obra que está na fase de projetos), e publicou licitação para a restauração de 29,1 km da MT-270, no entroncamento com a BR-163, na região do distrito de São Lourenço de Fátima, em Rondonópolis, com orçamento de R$ 18 milhões.  O Estado ainda fez o asfaltamento de um trecho da BR-364 que dá acesso às avenidas W11 e W14. A obra teve investimento de R$ 23,1 milhões e será inaugurada pelo governador Mauro Mendes nesta semana. 

A Secretaria de Infraestrutura e Logística (Sinfra) também fez a reforma do Centro de Geração e Renda da União Rondonopolitana de Associação de Moradores – um investimento de pouco mais de R$ 248 mil, e trocou toda a iluminação do campo de futebol no Jardim Atlântico, ao custo de R$ 110 mil. 

Para auxiliar nos trabalhos da execução de convênios, por parte da Prefeitura de Rondonópolis, a Sinfra doou uma motoniveladora para o município. O equipamento representa investimento de R$ 602 mil. O Estado também estuda a liberação de R$ 1 milhão, via convênio, para asfaltamento e drenagem superficial no campus da Universidade Federal de Rondonópolis. A autorização para formalização do convênio deve ser assinada pelo governador Mauro Mendes nesta semana.

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Senado terá centro cultural em Brasília

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O Senado terá um espaço cultural em Brasília. Com 80 mil m², às margens do Lago Paranoá, o Senado Cultural será inaugurado no dia 9 de dezembro, com a exposição Senado em Movimento: 200 Anos de História. O endereço, que abrigou o antigo Clube dos Servidores Públicos, passa por obras de revitalização.

— Será um espaço aberto a toda comunidade. Além de exposições e galerias, pretendemos incluir playground, coworking, paisagismo e local para palestras. Este é um projeto grandioso e diferenciado de tudo que já existe em Brasília — disse a diretora-geral do Senado, Ilana Trombka.

Senado Cultural

O Senado Cultural vai oferecer exposições, restaurantes, auditório e espaços de convivência. Após a exposição inaugural, a galeria principal receberá exposição de longa duração com itens do acervo museológico do Senado. O centro cultural deve contar ainda com outros quatro espaços de exposição.

Uma das galerias deve ser dedicada a obras representativas de todos os estados. Uma segunda terá como enfoque a produção artística local, com exposições, oficinas e outras atividades educativas.

O projeto prevê ainda um espaço externo para abrigar a exposição de longa duração sobre o 8 de janeiro de 2023, quando o Palácio do Congresso Nacional foi invadido e teve suas instalações vandalizadas. Também haverá uma galeria dedicada à experiência imersiva do visitante.

O paisagismo será assinado pelo Escritório Burle Marx. 

— É um projeto ambicioso, mas é um projeto que mostra a vocação de servir a comunidade de uma outra maneira. O Senado Federal sempre serve a comunidade e a sociedade por meio da sua atividade-fim. Agora, vai servir a comunidade e a sociedade também por meio de um centro cultural — afirmou Ilana.

História e identidade

O antigo Clube da Associação dos Servidores do Ministério da Educação e da Cultura foi inaugurado em 1976 e já foi referência em lazer e cultura de Brasília. 

— Estamos preservando as fachadas, as varandas, o sistema construtivo, as esquadrias originais e os revestimentos em mármore. Também estamos mantendo o sistema viário interno e o castelo d’água, que tem uma forma bem marcante — explicou a arquiteta Vanessa Bhering, uma das responsáveis pelo acompanhamento das obras da Coordenação de Projetos e Obras de Infraestrutura.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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