"Investimentos"
Governo entrega raios 3 e 4 da Penitenciária Central do Estado nesta sexta-feira (10)
O investimento em recursos próprios do Governo, pelo programa Mais MT, alcançam o montante de R$ 23 milhões, nos dois raios.
Política
O govenador Mauro Mendes e o secretário de Estado de Segurança Pública, Alexandre Bustamante, entregam nesta sexta-feira (10.12) mais dois novos raios na Penitenciária Central do Estado (PCE). A cerimônia será realizada na PCE, às 8h30, com a presença de autoridades.
Os raios 3 e 4 da unidade vão disponibilizar 432 vagas cada, totalizando 864 vagas. O investimento em recursos próprios do Governo, pelo programa Mais MT, alcançam o montante de R$ 23 milhões, nos dois raios.
A entrega faz parte da segunda etapa de reestruturação da unidade, que passará de 793 vagas e um déficit de 1.531 vagas para um superávit de 25% de vagas, totalizando 778 vagas disponibilizadas pelo Estado.
Credenciamento da Imprensa
Os veículos de comunicação devem obrigatoriamente fazer o credenciamento até as 14h de quinta-feira (09.12), pelo email credenciamento@secom.mt.gov.br, com nome, número do documento de identidade, veículo e função do profissional que fará a cobertura. Os profissionais que não estiverem devidamente credenciados não poderão entrar na unidade.
Por questão de segurança, as imagens da visita das autoridades nos raios serão fornecidas pela Secretaria de Comunicação (Secom), após o evento.
Serviço
Governo entrega dos Raios 3 e 4 da PCE
Data e hora: sexta-feira (10.12), às 8h30
Local: Penitenciária Central do Estado
Credenciamento: credenciamento@secom.mt.gov.br (até quinta-feira, 09/12, às 14h)
Política
Sancionada lei que autoriza o BNDES a criar subsidiárias
Foi sancionada pela Presidência da República a Lei 15.501, de 2026, que autoriza o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) a constituir novas subsidiárias para ampliar sua capacidade de atuação. Pela norma, o BNDES — que já conta com subsidiárias, como o BNDESPar, que atua no mercado de capitais, e a Finame, de financiamento à indústria — poderá criar outras para complementar sua atuação, desde que obedeça às determinações da Lei de Responsabilidade Fiscal (Lei Complementar 101, de 2000).
A norma foi sancionada com veto à criação do Fundo de Crédito à Exportação (FCE), que, para o Poder Executivo, já tem seus objetivos alcançados por outras políticas públicas. Dos 13 dispositivos do texto enviado à sanção pelo Congresso, dez se referiam ao novo fundo para exportadores e foram vetados.
Publicada nesta quinta-feira (10) no Diário Oficial da União (DOU), a lei tem origem no PL 5.961/2025, do então senador Fernando Farias (MDB-AL). O projeto foi aprovado com relatório favorável do senador Esperidião Amin (PP-SC), antes de seguir para a Câmara dos Deputados.
Vetos
Os dispositivos vetados criariam o FCE para direcionar aos exportadores recursos para capital de giro, aquisição de máquinas e projetos de investimento. O fundo, com regras de funcionamento e gestão, seria usado para financiar operações de pré e pós-embarque e apoiar a modernização de empresas exportadoras. Segundo a Presidência da República, em que pese a boa intenção da proposta, o texto contraria o interesse público por criar um fundo de natureza contábil e financeira sem demonstrar que seus objetivos não poderiam ser alcançados por instrumentos de apoio à exportação já existentes.
O governo apontou ainda que a criação do fundo este ano contraria a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2026, que não permite a criação, no exercício financeiro, de fundos para financiar políticas públicas. Também considerou inconstitucional a criação de um comitê gestor para administrar o fundo por iniciativa parlamentar. A mensagem de veto ressalta que cabe ao Poder Executivo propor mudanças na organização e no funcionamento da administração pública federal.
Outro dispositivo vetado previa alterações nas regras de compartilhamento de riscos entre fundos garantidores. De acordo com a mensagem de veto, as mesmas mudanças já haviam sido incluídas na Lei 15.473, de 2026. Para o governo, a repetição poderia gerar redundância normativa e insegurança quanto à redação vigente.
Os vetos presidenciais serão analisados pelo Congresso Nacional em data ainda a ser definida.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: Agência Senado
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