VÁRZEA GRANDE

“Governo de MT tem atuado muito na área social de VG”, diz Virgínia Mendes

Virgínia Mendes assinala que Mato Grosso se transformou num celeiro de obras nos últimos anos. E garantiu que o trabalho da atual gestão está apenas começando. “Irá surpreender mais pela sua capacidade de ofertar estrutura social gigantesca aos seus habitantes”

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Política

Divulgação SECOM MT

Várzea Grande não está à parte dos interesses de investimentos sociais e de infraestrutura do governo estadual, pois tem sido contemplada diuturnamente com ações resolutivas, empreendimentos aplaudidos pelos seus moradores”, afirmou a primeira-dama do Estado, Virgínia Mendes.

Virgínia também destacou que algumas parlamentares locais parecem desconhecer esse trabalho institucional, e sugere que se informem mais, a fim de não cometer injustiças. “Somente nos últimos quatro anos, os investimentos do Estado [em obras estruturantes em VG] ultrapassaram R$ 1 bilhão. Se isso é pouco, no entendimento de alguns, fica difícil entender qual é o patamar ideal”, ironiza.

Conforme pontuou a primeira-dama, o Governo Mauro Mendes tem conseguido atender todo o Estado de maneira uniforme, estruturando os municípios [antes esquecidos] de maneira inédita. O objetivo, diz, é para que seus habitantes tenham qualidade de vida e autoestima elevada.

“O prefeito Kalil, ALMT e o senador Jayme Campos, por exemplo, são testemunhas desse empenho do governo estadual por VG. Hoje, o município várzea-grandense dispõe de incontáveis benefícios sociais por meio de vários programas instituídos pela atual gestão estadual. É a continuidade do ‘dar as mãos’ para quem não tinha voz para gritar por seus direitos”, observa Virgínia Mendes.

Ela entende que nenhuma iniciativa tem poder de solucionar perpetuamente demandas postas, uma vez que os desafios se acumulam dia após dia, por tempos indistintos.

“O mais importante é não recuar, buscar soluções, estagnando o fluxo hemorrágico mais sensível. Se isto vai garantir cura completa, é difícil preconizar. O fato é que estamos conseguindo minimizar muitos dramas sociais em MT, trabalho em contínua evolução, sem fim. Contempla os setores da Saúde, Educação, Cultura, saneamento básico, habitação, segurança, etc… Tudo está dentro da planilha de ações desenvolvidas pelo governo estadual em VG”.

Virgínia citou também o empenho do Estado para dinamizar programas de combate à violência doméstica e outros que atendam famílias em situação de vulnerabilidade social.

Foto: Secom

“O SER Família Mulher estará concluído brevemente, garantindo à mulher distância segura do seu agressor. O valor de R$ 600 vai ser imperioso nesse sentido, visto que a dependência financeira é um dos principais suportes à continuidade das agressões: a mulher simplesmente se torna refém do seu agressor, por não ter alternativa de subsistência. Trata-se de programa funcional, extensivo a todo o Estado”.

Foto: Jana Pessôa

Segundo a primeira-dama, também a Delegacia Especializada da Mulher em VG simboliza presente apoio às mulheres em situação de vulnerabilidade, com plantão de 24h.

“A lista de iniciativas sociais/estruturais implementadas em VG e nos demais municípios de MT é longa, sim, e denota a praticidade exitosa da proposta dos programas que a atual gestão instituiu para atender dezenas de milhares de famílias”.

Foto: Jana Pessôa-SETASC-MT

No geral, o governador Mauro Mendes – destaca a primeira-dama – “não governa apenas para fazer figurino de bom moço, porém focado em resolver questões cruciais que trucidavam a oxigenação progressista de MT”. Virgínia alfineta os críticos que pensam diferente:

“Então, acredito que injustiça é a palavra que qualifica qualquer comentário nocivo acerca desse trabalho governamental em curso em VG ou em qualquer outro lugar, sob a batuta da gestão estadual. Quem se recusa a enxergar o óbvio, aí já é uma outra história;  situação realmente fora do nosso controle. Mas não nos desanima de prosseguir trabalhando”.

Foto: Assessoria SETAS-MT

 

 

 

 

 

 

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Fundo Eleitoral reduz desigualdade entre partidos, mas diferenças internas persistem

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Com a expansão do financiamento público nas campanhas eleitorais entre 2018 e 2022, a desigualdade entre os partidos na distribuição desses recursos diminuiu. A conclusão está no Texto para Discussão 367, do Núcleo de Estudos e Pesquisas da Consultoria Legislativa do Senado. Apesar disso, o estudo mostra que o movimento não ocorreu da mesma maneira dentro das legendas, onde a distribuição ainda depende dos critérios de cada partido.

O texto é assinado pelo consultor legislativo Clay Souza e Teles. O estudo usou dados de candidaturas, prestações de contas e resultados eleitorais divulgados pelo Tribunal Superior Eleitoral para analisar como foram alterados o alcance e a desigualdade dos recursos destinados às candidaturas a deputado federal, estadual e distrital.

De acordo com o consultor, entre 2018 e 2022 a dotação do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC), conhecido como Fundo Eleitoral, cresceu aproximadamente 133%, descontada a inflação. Com isso, houve aumento tanto na cobertura (número de candidaturas que receberam recursos) quanto no valor médio destinado a cada candidato.

Entre os dois pleitos, a cobertura aumentou 49% nas eleições para deputado federal (de 5.517 para 8.255 candidatos) e apenas 4% nas assembleias estaduais e na Câmara Legislativa do Distrito Federal (de 12.110 para 12.592 candidatos). Já o valor médio recebido por candidato financiado cresceu 48% para candidatos a deputado federal e 84% para candidatos aos legislativos estaduais.

Embora os resultados mostrem que a expansão dos fundos públicos foi acompanhada da ampliação do acesso e da redução da desigualdade, o texto aponta que o potencial equalizador foi parcial. A mudança fez com que houvesse a desconcentração entre partidos, especialmente nas eleições para deputado federal, mas não uma distribuição mais homogênea dentro das legendas.

Índice

O estudo utilizou o índice de Theil, que mede a desigualdade na distribuição de recursos.

Para medir separadamente a desigualdade entre os partidos e a desigualdade dentro de cada partido, o índice foi decomposto em um componente interpartidário (entre partidos) e em um componente intrapartidário (dentro dos partidos).

Quanto mais próximo de zero estiver o índice, menor será a desigualdade observada.

Nas eleições para deputado federal, a desigualdade entre partidos caiu de 1,024 em 2018 para 0,507 em 2022 (uma redução de 50,5%). Já o componente intrapartidário diminuiu de 0,589 para 0,508 (uma variação bem menor, de 13,75%).

Além disso, em 2018 o componente interno às legendas representava aproximadamente 36% da desigualdade média entre candidatos à Câmara dos Deputados. No pleito de 2022, os dois componentes se tornaram praticamente equivalentes: o componente intrapartidário chegou a 49,8%.

Critérios internos

O resultado, explica o estudo, não vem do aumento nas diferenças internas, mas sim da diminuição das diferenças entre partidos. “Com efeito, à medida que as diferenças na disponibilidade de recursos públicos entre partidos diminuem, os critérios internos de priorização tornam-se mais relevantes para compreender a desigualdade remanescente”, conclui o texto.

Para o consultor, a persistência de desigualdades intrapartidárias não conduz, por si só, à necessidade de novas restrições à liberdade de decisão dos partidos sobre como distribuir esses recursos, mas indica a necessidade de discutir como é possível compatibilizar essa autonomia com critérios como transparência, objetividade e igualdade de oportunidades para o rateio interno.

Financiamento público

A proibição de doações eleitorais por pessoas jurídicas é resultado de decisão do Supremo Tribunal Federal tomada em 2015 — e foi isso que mudou as bases do financiamento eleitoral no Brasil. Após as eleições de 2016, foi criado o Fundo Eleitoral, que se somou ao já existente Fundo Partidário.

Os recursos desses fundos são distribuídos aos partidos com base na representatividade no Congresso Nacional. Já a distribuição aos candidatos é feita de acordo com os critérios de cada partido, respeitando os percentuais mínimos por gênero e cor/raça.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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