“Corte nos impostos”
Governo de Mato Grosso abre mão de R$ 1 bilhão em arrecadação para beneficiar população
Política
Da Redação
“Quando nós temos um governo eficiente, você paga menos impostos, realiza mais obras, parceria com municípios, atendendo vários setores, ao final quem ganha é a população de Mato Grosso”, disse o governador, Mauro Mendes durante a coletiva de imprensa, na tarde desta terça-feira, 28.09.21, para anunciar os cortes dos imposto em vários produtos e serviços.
Mauro Mendes ainda falou que os cortes dos impostos, só foram possíveis devido a eficiência da gestão do estado, com ações que vão desde as compras, que hoje é realizada com maior qualidade, quantidade, e com menor preço.

Foto por: Michel Alvim – SECOM/MT
O Projeto de Lei com a redução das alíquotas dos impostos, está sendo encaminhado para Assembleia Legislativa, para que seja analisado, colocado em pauta, debatido e votado o quanto antes.
O deputado e presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, Max Russi parabenizou pela coragem da gestão, pelas medidas duras desde o início, que eram necessárias para o momento, que hoje conseguiu nota A, agora acertando mais uma vez, com a redução dos impostos.

Foto: Fablício Rodrigues / ALMT
“A Assembleia não poderia estar mais satisfeita com este projeto, reduzindo impostos e garantido o desenvolvimento do estado, com obras em vários setores que atendem a população, é um governo visionário, de planejamento, a gente fica muito feliz, não se vê isso em outros estados do Brasil, parabéns e conte com a Assembleia”, disse Max Russi.
Alguns produtos que terão redução dos impostos:
Energia elétrica mais barata.
Governo abre mão de arrecadar cerca de R$ 732 milhões em 2022.
Telefonia, os cortes vão de 32% a mais de 50%.
Internet e celular mais barato, o governo abre mão de arrecadar R$ 198 milhões.
Gasolina e Diesel, ICMS a alíquota mais baixa do Brasil.
São R$ 269 milhões a menos de arrecadação só em combustíveis.
“Aprovada pela Assembleia, a Lei de redução dos impostos permanente entra em vigor no dia 1 de janeiro de 2022”.
Objetivo é redução do custo dos produtos, aumentar a competitividade, atrair mais investimentos, criando mais empregos e melhorando as condições de vida da população.
De acordo com o governo do estado, ao todo serão R$ 1 bilhão que deixará de ir para o governo, e ficará nos bolsos das pessoas, com objetivo de proporcionar melhores condições de vida para o povo de Mato Grosso.
Foto: Jota Passarinho / Vivian Lessa
Política
Podemos concentra R$ 2 milhões em campanha e mira bancada de seis deputados
O Podemos decidiu apostar alto na eleição proporcional de Mato Grosso e já destinou R$ 2,05 milhões em recursos de campanha aos candidatos que disputam vagas na Assembleia Legislativa. A estratégia acompanha uma meta ambiciosa anunciada pelo partido: eleger pelo menos seis deputados estaduais e formar uma das maiores bancadas da próxima legislatura.
A legenda lançou 25 nomes para a disputa pela ALMT e, de acordo com o presidente estadual do Podemos, Max Russi, trabalha com a expectativa de conquistar seis cadeiras, podendo chegar a sete. A projeção colocaria o partido com um quarto das 24 vagas do Legislativo estadual.
A distribuição dos recursos, porém, não ocorre de maneira uniforme. O próprio Max Russi, que busca a reeleição e atualmente preside a Assembleia, recebeu R$ 450 mil, o maior repasse registrado até agora. O valor representa cerca de 22% de todo o montante distribuído pelo partido.
Na sequência aparecem Karen Rocha, com R$ 200 mil, e Beto Dois a Um e Valdeníria Dutra, com R$ 150 mil cada. Outros sete candidatos, Adelcino Lopo, Bira, Geovane Gamba, Janailza Taveira, Allan Kardec, Sargento Casarin e Scheila Pedroso, receberam R$ 100 mil cada.
Também foram registrados repasses de R$ 50 mil para Alessandra Ferreira, Alex Rodrigues, Gustavo Bang, Joize Marques, Marcos Paulista, Meraldo Sá, Priscila Dourado e Salete Bergamin. Enquanto isso, Fabinho Tardin, Mauro Savi, Rafael Machado e Ulysses Moraes ainda não haviam recebido recursos do partido no levantamento. Carlos Kan aparece como inapto por não ter apresentado prestação de contas à Justiça Eleitoral.
A estratégia financeira revela uma tentativa do Podemos de transformar a força da chapa em representação efetiva no plenário. A legenda trabalha com a possibilidade de ampliar significativamente sua presença na Assembleia, mas o resultado dependerá do desempenho conjunto dos candidatos e da distribuição das vagas pelo sistema proporcional.
Com a maior parte da verba ainda concentrada em um grupo específico de candidaturas, o desempenho das urnas também será um teste para a aposta feita pela direção partidária. A promessa de seis cadeiras significa, na prática, conquistar 25% da Assembleia, uma meta que colocaria o Podemos no centro das articulações pelo comando da próxima legislatura.
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