isenção, impostos e taxas
Governador reduz carga tributária para fomentar economia no Estado
Já somam 70 itens, desde combustíveis, IPVA, taxas do Detran e energia elétrica
Política
Nos últimos três anos, o Governo de Mato Grosso reduziu ou isentou impostos e taxas em 70 itens, desde combustíveis, IPVA, taxas do Detran e energia elétrica. Até janeiro eram 67 itens, porém mais três impostos receberam isenção nos últimos dias.
As reduções e isenções tem beneficiado a população de forma direta, pois atingem os itens essenciais do dia a dia da absoluta maioria dos mato-grossenses.
De acordo com o governador, além de aliviar o bolso do cidadão, essas medidas fomentam a economia e tornam o Estado mais atrativo para investir e gerar emprego.
“Isso é o Governo cumprindo o seu papel de ajudar o cidadão a melhorar a sua vida. Quando o cidadão paga menos nos itens essenciais, pode consumir mais e melhor, trazendo conforto para a família. E isso aumenta o consumo, que fortalece a economia, fomenta o crescimento das atividades econômicas, traz emprego. É uma espiral positiva que beneficia a todos, mas em especial aquelas pessoas que ganham menos. E esse é o nosso objetivo”, afirmou.
Confira a lista das principais reduções e isenções:
REDUÇÃO DE ICMS
1 -Energia: de 30% e 27% para 17%
2 – Gasolina: de 25% para 23% (a menor do país)
3 – Diesel: de 17% para 16%
4 – Telecomunicações (telefonia e internet): de 27% para 17%
5 – Gás GLP: de 17% para 12%
6 – Etanol para outro estado: de 7% para 4,5%
7 – Setor de calçados: de 17% para 12%
8 – Setor de confecções: de 17% para 12%
9 – Setor de tecidos: de 17% para 12%
10 – Carnes e miudezas bovinas: de 2% para 1%
11 – Transporte intermunicipal de passageiro: de 17% para 7%
12 – Bares, restaurantes e similares: de 7% para 3%
13 – Saídas internas de produtos de informática e telecomunicações: de 17% para 7%
14 – Saídas internas de madeira: de 17% para 7%
15 – Cerveja e chope artesanais: de 25% para 18%
16 – Serviço de comunicação: de 30% e 27% para até 10%
17 – Multa de mora: de 23% para 20%
18 – Penalidades aplicadas por dívidas de ICMS: até 60% de redução à vista e até 40% parcelado
ISENÇÃO DE ICMS – CONTRIBUINTE NÃO PAGA
19 – Itens da cesta básica
20 – 87 medicamentos utilizados no tratamento de câncer
21 – Medicamentos usados na medicina nuclear
22 – Medicamentos destinados ao tratamento de pessoa com HIV
23 – Sistemas de energia elétrica renovável gerada com biogás
24 – Veículos adquiridos por pessoas com Síndrome de Down
25 – Operações da agricultura familiar
26 – Operações da agroindústria familiar
27 – Operações internas com irrigadores e sistemas de irrigação na agricultura ou horticultura
28 – Diesel destinado ao transporte metropolitano de passageiros
29 – Transporte escolar
30 – Fretamento turístico
31 – Energia para as instituições filantrópicas até 2024
32 – Aquisições internas e de importação de produtos para combate à COVID-19
33 – Em 2020, energia para as famílias de baixa renda
34 – Agosto a dezembro de 2021, energia aos hospitais e entidades filantrópicas
DETRAN – ISENÇÃO
35 – 1º emplacamento até dezembro de 2023
36 – IPVA 2020 transporte escolar
37 – IPVA 2020 fretamento turístico
38 – IPVA 2020 transporte turístico de passageiros
39 – IPVA 2021 transporte turístico de passageiros
40 – IPVA 2021 transporte escolar,
41 – IPVA 2021 aplicativos de transporte
42 – IPVA 2021 frota de bares, restaurantes e similares e
43 – IPVA 2021 motocicletas de até 165cc
DETRAN – REDUÇÃO
44 – Taxa conversão para gás de motorista de aplicativo: de R$ 384,95 para R$ 0
45 – Licenciamento Anual: de R$ 148,75 para R$ 140
46 – Lacre Veicular: de R$ 40,34 para R$ 18
47 – Certidão Negativa: de R$ 40,34 para R$ 15
48 – Certidão de Propriedade: de R$ 63,03 para R$ 15
49 – Emissão da segunda via do Registro de Licenciamento: de R$ 104,63 para R$ 45,38
50 – Reemissão do documento: de R$ 104,63 para R$ 45,38
51 – Congelamento da tabela do IPVA 2022: base de cálculo de 2021
REDUÇÃO NAS TAXAS DA SEMA
52 – Guias florestais: de R$ 35,79 para R$ 7,15
53 – Retificação CAR: de R$ 1.193,04 para R$ 447,39
54 – Manejo Florestal (134 área): de R$ 10.289,97 para R$ 1.445,07
55 – Autorização de queima (1533 área): de R$ 23.607,28 para R$ 16.748,79
56 – Avicultura de corte (150 mil cabeças): de R$ 19.760,22 para R$ 8.323,63
57 – LAC (150 mil de armazenamento): de R$ 2.147,85 para R$ 447,39
REDUÇÃO, SUSPENSÃO E CONGELAMENTO DE MULTAS E TAXAS
58 – Congelamento do PMPF dos combustíveis: outubro de 2021 a março de 2022
59 – Redução multas e juros de débitos fiscais: até 95%
60 – Suspensão da PMPF das “bebidas quentes”
61 – Suspensão da PMF para o cálculo do ICMS (valor de mercado) do algodão
62 – Suspensão da PMF para o cálculo do ICMS (valor de mercado) do arroz
63 – Suspensão da PMF para o cálculo do ICMS (valor de mercado) da cana-de-açúcar
64 – Suspensão da PMF para o cálculo do ICMS (valor de mercado) do feijão
65 – Suspensão da PMF para o cálculo do ICMS (valor de mercado) do girassol
66 – Suspensão da PMF para o cálculo do ICMS (valor de mercado) do milho
67 – Suspensão da PMF para o cálculo do ICMS (valor de mercado) do milheto
68 – Suspensão da PMF para o cálculo do ICMS (valor de mercado) da soja
69 – Suspensão da PMF para o cálculo do ICMS (valor de mercado) do sorgo
70 – Suspensão da PMF para o cálculo do ICMS (valor de mercado) do trigo
Política
Eleições 2026: quem fica, quem sai e quem concorre ao Senado
Nas eleições de 4 de outubro, 54 das 81 cadeiras do Senado estarão em disputa. São duas vagas por estado e pelo Distrito Federal. Entre os atuais ocupantes dessas cadeiras, 32 tentam a reeleição, 9 participam das eleições concorrendo a outros cargos ou como suplentes e 13 não são candidatos. As outras 27 cadeiras não estão em disputa neste ano.
A renovação ocorre dessa forma porque o mandato de senador dura oito anos. A cada quatro anos, as eleições alternam a escolha de um terço e de dois terços dos integrantes da Casa. Em 2022, foi escolhido um senador por unidade da Federação.
Neste ano, cada eleitor poderá votar em dois candidatos ao Senado. Os dois mais votados em cada estado e no Distrito Federal serão eleitos, sem segundo turno.
Quem disputa as cadeiras em 2026
Entre os 54 senadores com mandato até janeiro de 2027, 41 participam das eleições deste ano. Desse total, 32 tentam a reeleição para o Senado. Outros nove concorrem a cargos diferentes ou integram, como suplentes, chapas de candidatos ao Senado.
Tentam a reeleição para o Senado, em ordem alfabética: 
- Alessandro Vieira (MDB-SE);
- Angelo Coronel (Republicanos-BA);
- Carlos Fávaro (PSD-MT);
- Carlos Portinho (PL-RJ);
- Carlos Viana (PSD-MG);
- Chico Rodrigues (PSB-RR);
- Cid Gomes (PSB-CE);
- Ciro Nogueira (PP-PI);
- Eduardo Braga (MDB-AM);
- Eduardo Gomes (PL-TO);
- Eliziane Gama (PSD-MA);
- Esperidião Amin (PP-SC);
- Fabiano Contarato (PT-ES);
- Humberto Costa (PT-PE);
- Jaques Wagner (PT-BA);
- Leila Barros (PDT-DF);
- Lucas Barreto (PSD-AP);
- Marcelo Castro (MDB-PI);
- Marcio Bittar (PL-AC);
- Marcos do Val (Avante-ES);
- Plínio Valério (PSDB-AM);
- Randolfe Rodrigues (PT-AP);
- Renan Calheiros (MDB-AL);
- Rogério Carvalho (PT-SE);
- Sérgio Petecão (PSD-AC);
- Soraya Thronicke (PSB-MS);
- Styvenson Valentim (Podemos-RN);
- Vanderlan Cardoso (PSD-GO);
- Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB);
- Weverton (PDT-MA);
- Zenaide Maia (PSD-RN); e
- Zequinha Marinho (Podemos-PA).
Disputam outros cargos ou participam das chapas como suplentes:
- Daniella Ribeiro (PP-PB) — candidata a primeira suplente de Nabor Wanderley na disputa pelo Senado;
- Dra. Eudocia (PSDB-AL) — candidata a primeira suplente de Marina JHC na disputa pelo Senado;
- Flávio Bolsonaro (PL-RJ) — candidato a presidente da República;
- Izalci Lucas (PL-DF) — candidato a deputado federal;
- Jader Barbalho (MDB-PA) — candidato a primeiro suplente de Helder Barbalho na disputa pelo Senado;
- Mara Gabrilli (PSD-SP) — candidata a deputada estadual;
- Marcos Rogério (PL-RO) — candidato a governador de Rondônia;
- Nelsinho Trad (PSD-MS) — candidato a primeiro suplente de Reinaldo Azambuja na disputa pelo Senado;
- Roberta Acioly (Republicanos-RR) — candidata a deputada federal.
Não disputam as eleições
Outros 13 senadores com mandato até janeiro de 2027 não concorrem a nenhum cargo nas eleições deste ano e, independentemente do resultado das urnas, não permanecem no Senado a partir de 2027.
Entre eles está Rodrigo Pacheco. O senador foi indicado para ocupar uma vaga de ministro do Tribunal de Contas da União (TCU), aberta com a saída de Bruno Dantas. A indicação já foi aprovada pelo Senado e pela Câmara dos Deputados e segue para promulgação pelo Congresso Nacional.
Já Fernando Dueire, Giordano e Ivete da Silveira chegaram ao Senado como suplentes, mas assumiram definitivamente as respectivas vagas durante o mandato. Sargento Reginauro exerce atualmente o mandato como suplente de Eduardo Girão (Novo-CE). Os outros nove são titulares.
Em São Paulo, Paraná e Rio Grande do Sul, os dois atuais ocupantes das cadeiras em disputa não concorrem à reeleição e, portanto, serão substituídos em 2027. No Paraná, Flávio Arns e Oriovisto Guimarães não concorrem. No Rio Grande do Sul, Luis Carlos Heinze e Paulo Paim também não disputam as eleições. Em São Paulo, Giordano não é candidato e Mara Gabrilli concorre a deputada estadual.
Cadeiras que não estão em disputa
Um terço das cadeiras do Senado não está em disputa nas eleições deste ano. São as 27 preenchidas na eleição de 2022, cujos mandatos vão até janeiro de 2031. Isso não significa, porém, que todos esses senadores estejam fora da disputa eleitoral.
Entre os 27, nove concorrem a governos estaduais em 2026:
- Alan Rick (Republicanos), no Acre;
- Cleitinho (Republicanos), em Minas Gerais;
- Efraim Filho (PL), na Paraíba;
- Omar Aziz (PSD), no Amazonas;
- Professora Dorinha Seabra (União), no Tocantins;
- Renan Filho (MDB), em Alagoas;
- Sergio Moro (PL), no Paraná;
- Wellington Fagundes (PL), em Mato Grosso; e
- Wilder Morais (PL), em Goiás.
Como os mandatos desses senadores vão até 2031, uma eventual derrota na disputa pelos governos estaduais não encerra sua atuação no Senado. A eleição de 2026 define as outras duas cadeiras de cada unidade da Federação.
Os 27 senadores com mandato até 2031, por unidade da Federação, são:
- Acre — Alan Rick (Republicanos), candidato a governador;
- Alagoas — Renan Filho (MDB), candidato a governador;
- Amapá — Davi Alcolumbre (União);
- Amazonas — Omar Aziz (PSD), candidato a governador;
- Bahia — Otto Alencar (PSD);
- Ceará — Camilo Santana (PT);
- Distrito Federal — Damares Alves (Republicanos);
- Espírito Santo — Magno Malta (PL);
- Goiás — Wilder Morais (PL), candidato a governador;
- Maranhão — Lourdinha Pereira (PSB);
- Mato Grosso — Wellington Fagundes (PL), candidato a governador;
- Mato Grosso do Sul — Tereza Cristina (PP);
- Minas Gerais — Cleitinho (Republicanos), candidato a governador;
- Pará — Beto Faro (PT);
- Paraíba — Efraim Filho (PL), candidato a governador;
- Paraná — Sergio Moro (PL), candidato a governador;
- Pernambuco — Teresa Leitão (PT);
- Piauí — Jussara Lima (PSD);
- Rio de Janeiro — Romário (PL);
- Rio Grande do Norte — Rogerio Marinho (PL);
- Rio Grande do Sul — Hamilton Mourão (Republicanos);
- Rondônia — Jaime Bagattoli (PL);
- Roraima — Dr. Hiran (PP);
- Santa Catarina — Jorge Seif (PL);
- São Paulo — Astronauta Marcos Pontes (PL);
- Sergipe — Laércio Oliveira (PP); e
- Tocantins — Professora Dorinha Seabra (União), candidata a governadora.
Assim, antes mesmo da apuração, já é possível saber que haverá mudanças na composição do Senado em 2027. Pelo menos 22 dos atuais ocupantes das 54 cadeiras em disputa não permanecerão como titulares — os 13 que não são candidatos e os nove que disputam outros cargos ou participam como suplentes.
O número de mudanças poderá ser maior, a depender do desempenho nas urnas dos 32 senadores que buscam a reeleição.
Além disso, a eleição para governador poderá alterar temporariamente a ocupação de algumas das 27 cadeiras que não estão em disputa, caso senadores sejam eleitos para o Executivo estadual.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: Agência Senado
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