Educação matogrossense
Governador promove gestão e metas para melhorias nos índices educacionais
“Estamos trabalhando para que MT seja uma das 10 melhores educações do país”, disse Mauro Mendes
Política
Na última terça-feira (18), O Governador Mauro Mendes afirmou que a gestão tem trabalhado para que Mato Grosso passe a integrar a lista dos 10 Estados com os melhores índices educacionais do país nos próximos anos, além de erradicar o analfabetismo. A declaração foi dada durante o evento de posse dos diretores, adjuntos, coordenadores e assessores pedagógicos das Diretorias Regionais de Educação (DREs).
O Governador citou o grande pacote de investimentos que tem sido executado na educação, desde a construção de novas escolas e quadras poliesportivas, reforma geral nas existentes, convênios para melhorias em centenas de unidades educacionais em todo o Estado, aumento do recurso descentralizado para os diretores fazerem reparos nas escolas, entre várias outras medidas estruturais.
“Sou filho da escola pública. E temos trabalhado muito para que nossos mais de 400 mil estudantes da rede estadual tenham uma Educação melhor e, em breve, tenhamos uma das 10 melhores educações do país e sejamos um estado com analfabetismo erradicado. São escolas novas sendo construídas, dezenas de quadras poliesportivas e reformas gerais em andamento, sistema estruturado de ensino da FGV aos estudantes, uniforme completo em processo de aquisição, notebooks e internet a todos os professores, aumento do recurso para as escolas fazerem reformas e muito mais ainda vai vir”! disse Mendes emocionado.
Além disso, conforme o governador, o campo pedagógico também tem recebido investimentos massivos, desde a verba para os professores comprarem notebooks e internet, até a aquisição de um sistema estruturado de ensino da Fundação Getúlio Vargas (FGV), uma das instituições educacionais mais respeitadas do país.
“Estamos investindo em tecnologia porque ela abre um leque de oportunidades muito grande. Por isso que cada sala de aula vai ter uma Smart TV, para que esse recurso tecnológico possa ser uma ferramenta a mais na mão do professor. Porque as crianças hoje estão antenadas, então as nossas salas têm que ser mais atrativas. Vivemos em um tempo da capacidade de transformar o conhecimento em informação e resultado. É essa a escola que temos que pensar”, relatou.
Política
Sancionada lei que autoriza o BNDES a criar subsidiárias
Foi sancionada pela Presidência da República a Lei 15.501, de 2026, que autoriza o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) a constituir novas subsidiárias para ampliar sua capacidade de atuação. Pela norma, o BNDES — que já conta com subsidiárias, como o BNDESPar, que atua no mercado de capitais, e a Finame, de financiamento à indústria — poderá criar outras para complementar sua atuação, desde que obedeça às determinações da Lei de Responsabilidade Fiscal (Lei Complementar 101, de 2000).
A norma foi sancionada com veto à criação do Fundo de Crédito à Exportação (FCE), que, para o Poder Executivo, já tem seus objetivos alcançados por outras políticas públicas. Dos 13 dispositivos do texto enviado à sanção pelo Congresso, dez se referiam ao novo fundo para exportadores e foram vetados.
Publicada nesta quinta-feira (10) no Diário Oficial da União (DOU), a lei tem origem no PL 5.961/2025, do então senador Fernando Farias (MDB-AL). O projeto foi aprovado com relatório favorável do senador Esperidião Amin (PP-SC), antes de seguir para a Câmara dos Deputados.
Vetos
Os dispositivos vetados criariam o FCE para direcionar aos exportadores recursos para capital de giro, aquisição de máquinas e projetos de investimento. O fundo, com regras de funcionamento e gestão, seria usado para financiar operações de pré e pós-embarque e apoiar a modernização de empresas exportadoras. Segundo a Presidência da República, em que pese a boa intenção da proposta, o texto contraria o interesse público por criar um fundo de natureza contábil e financeira sem demonstrar que seus objetivos não poderiam ser alcançados por instrumentos de apoio à exportação já existentes.
O governo apontou ainda que a criação do fundo este ano contraria a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2026, que não permite a criação, no exercício financeiro, de fundos para financiar políticas públicas. Também considerou inconstitucional a criação de um comitê gestor para administrar o fundo por iniciativa parlamentar. A mensagem de veto ressalta que cabe ao Poder Executivo propor mudanças na organização e no funcionamento da administração pública federal.
Outro dispositivo vetado previa alterações nas regras de compartilhamento de riscos entre fundos garantidores. De acordo com a mensagem de veto, as mesmas mudanças já haviam sido incluídas na Lei 15.473, de 2026. Para o governo, a repetição poderia gerar redundância normativa e insegurança quanto à redação vigente.
Os vetos presidenciais serão analisados pelo Congresso Nacional em data ainda a ser definida.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: Agência Senado
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