"Investimentos"

Governador destina R$ 65,3 milhões para asfaltar distritos industriais de Rondonópolis

Eu estou muito otimista. Rondonópolis tem cinco distritos industriais que precisam de estrutura para esse novo momento pelo qual Mato Grosso passa’, pontuou o prefeito, Zé do Pátio.

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O governador Mauro Mendes assinou convênio no valor de R$ 65,3 milhões para o asfaltamento dos distritos industriais Razia e Vetorasso, em Rondonópolis, em parceria com o senador Carlos Fávaro e com o prefeito José Carlos do Pátio.

O ato foi formalizado na tarde desta quarta-feira (17.11), no Palácio Paiaguás, em Cuiabá. O Estado fará o repasse de R$ 30 milhões, o senador outros R$ 30 milhões e o prefeito dará a contrapartida de R$ 5,3 milhões para as obras.

“Esse recurso vai ser aplicado na recuperação dos distritos industriais. É uma parceria para que nós, juntos, possamos fazer essa ação. Vamos ter belíssimos distritos, recuperados, com asfalto novinho, para potencializar o crescimento de Rondonópolis e o desenvolvimento industrial. Rondonópolis já é um grande polo e tem vocação para crescer ainda mais com essa bela infraestrutura”, destacou o governador.

De acordo com o prefeito, a obra vai abranger a pavimentação e drenagem dos dois distritos, totalizando 103,5m² de asfalto novo.

“Eu estou muito otimista. Rondonópolis tem cinco distritos industriais que precisam de estrutura para esse novo momento pelo qual Mato Grosso passa. Estamos construindo essa parceria e quero agradecer ao governador, ao senador, aos nossos deputados e vereadores por esse apoio”, pontuou Pátio.

Para o senador Carlos Fávaro, a iniciativa do Governo do Estado em atuar de forma conjunta com a bancada e os prefeitos não só nessa obra, mas em várias outras espalhadas por Mato Grosso, já tem dado excelentes resultados.  

“Todos estamos unidos para fazer mais pela população de Rondonópolis. É assim que dá certo e estamos dando esse exemplo de sucesso. Com a união de esforços e de recursos, conseguimos fazer mais, fazer um estado melhor e levar entregas ao cidadão”, afirmou.

Também participaram do ato: o deputado federal Neri Geller; os deputados estaduais Sebastião Rezende, Nininho e Thiago Silva; os secretários de Estado Mauro Carvalho (Casa Civil) e Marcelo de Oliveira (Infraestrutura); a primeira-dama de Rondonópolis, Neuma de Morais; além de vereadores e lideranças políticas locais. 

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Podemos concentra R$ 2 milhões em campanha e mira bancada de seis deputados

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O Podemos decidiu apostar alto na eleição proporcional de Mato Grosso e já destinou R$ 2,05 milhões em recursos de campanha aos candidatos que disputam vagas na Assembleia Legislativa. A estratégia acompanha uma meta ambiciosa anunciada pelo partido: eleger pelo menos seis deputados estaduais e formar uma das maiores bancadas da próxima legislatura.

A legenda lançou 25 nomes para a disputa pela ALMT e, de acordo com o presidente estadual do Podemos, Max Russi, trabalha com a expectativa de conquistar seis cadeiras, podendo chegar a sete. A projeção colocaria o partido com um quarto das 24 vagas do Legislativo estadual.

A distribuição dos recursos, porém, não ocorre de maneira uniforme. O próprio Max Russi, que busca a reeleição e atualmente preside a Assembleia, recebeu R$ 450 mil, o maior repasse registrado até agora. O valor representa cerca de 22% de todo o montante distribuído pelo partido.

Na sequência aparecem Karen Rocha, com R$ 200 mil, e Beto Dois a Um e Valdeníria Dutra, com R$ 150 mil cada. Outros sete candidatos, Adelcino Lopo, Bira, Geovane Gamba, Janailza Taveira, Allan Kardec, Sargento Casarin e Scheila Pedroso, receberam R$ 100 mil cada.

Também foram registrados repasses de R$ 50 mil para Alessandra Ferreira, Alex Rodrigues, Gustavo Bang, Joize Marques, Marcos Paulista, Meraldo Sá, Priscila Dourado e Salete Bergamin. Enquanto isso, Fabinho Tardin, Mauro Savi, Rafael Machado e Ulysses Moraes ainda não haviam recebido recursos do partido no levantamento. Carlos Kan aparece como inapto por não ter apresentado prestação de contas à Justiça Eleitoral.

A estratégia financeira revela uma tentativa do Podemos de transformar a força da chapa em representação efetiva no plenário. A legenda trabalha com a possibilidade de ampliar significativamente sua presença na Assembleia, mas o resultado dependerá do desempenho conjunto dos candidatos e da distribuição das vagas pelo sistema proporcional.

Com a maior parte da verba ainda concentrada em um grupo específico de candidaturas, o desempenho das urnas também será um teste para a aposta feita pela direção partidária. A promessa de seis cadeiras significa, na prática, conquistar 25% da Assembleia, uma meta que colocaria o Podemos no centro das articulações pelo comando da próxima legislatura.



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