CONCURSO

Governador anuncia concurso na área de segurança pública em MT

A abertura do edital está prevista para este semestre

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Política

Foto por: Mayke Toscano/Secom-MT

O Governo de Mato Grosso realizará concurso na área da segurança pública. O anúncio foi feito pelo governador Mauro Mendes, durante vistoria e entrega de obras em Lucas do Rio Verde, nesta sexta-feira (06.08). As vagas são para Polícia Civil, Polícia Militar, Corpo de Bombeiros e Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec). A abertura do edital está prevista para este semestre.

”Nós temos hoje uma grande necessidade que é a falta de pessoal na segurança pública do Estado. Tínhamos limitações, por questões orçamentárias, não podíamos contratar para não aumentar despesa com pessoal. Mas, graças a Deus e a todo o trabalho que foi feito, nós construímos novamente o equilíbrio fiscal de Mato Grosso. E a boa notícia é que no segundo semestre deste ano nós vamos soltar um novo concurso”, afirmou o governador Mauro Mendes.

O chefe do poder Executivo também assumiu o compromisso de entregar até setembro, unidades do Batalhão Rural, vocacionadas exclusivamente para fazer a segurança em toda a região de campo, agronegócio e agricultura familiar.

De acordo com o secretário estadual de Segurança Pública, Alexandre Bustamante, este concurso foi pensado e planejado com cautela, pois já estão em andamento o concurso do sistema prisional e do socioeducativo que vão otimizar a atuação das forças de segurança no Estado.

“Nós tínhamos um planejamento, primeiro de organizar e melhorar os equipamentos, viaturas, armamento. agora estamos mexendo na infraestrutura e, o último passo, é a realização do concurso público. Para nós, para nossa tropa que é tão aguerrida, são investimentos muito importantes, porque o Estado tem crescido muito e o governador, sensível a isso, autorizou o concurso para que a gente possa melhorar ainda mais o serviço oferecido a população”, destacou o secretário.

“O concurso reflete positivamente e vai melhorar o efetivo em regiões com déficit de profissionais”, salientou o comandante-geral da Polícia Militar, coronel Jonildo de Assis.

Acompanham o governador no município de Lucas do Rio Verde, a primeira-dama, Virginia Mendes, os secretários de Estado, Mauro Carvalho (Casa Civil), Rogério Gallo (Fazenda), Alexandre Bustamante (Segurança), Marcelo de Oliveira (Sinfra) e Alan Porto (Educação); os deputados estaduais, Xuxu Dal’Molin, Dilmar Dal’Bosco e Gilberto Cattani; o comandante-geral da Polícia Militar de Mato Grosso, coronel Jonildo José Assis; o presidente da MT PAR, Wener Santos; o chefe do Escritório de Representação de Mato Grosso em Brasília, Aécio Rodrigues; além de prefeitos, vereadores e demais autoridades da região.

Durante a agenda o governador inaugurou a Escola Militar “Sd PM Adriana Morais Ramos”, visitou o Hospital Filantrópico São Lucas, assinou convênios e vistoriou o conjunto habitacional Vida Nova II.

Ainda no conjunto habitacional, o presidente da MT Participações e Projetos S.A (MT PAR), Wener Santos, e o prefeito de Lucas do Rio Verde, Miguel Vaz, assinaram um termo de adesão ao projeto Mais Habitação. O empreendimento prevê a construção de 1,5 mil apartamentos para atender famílias que recebem de dois a sete salários mínimos.

 

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Projeto abre crédito orçamentário de R$ 2,3 milhões para órgãos do Poder Judiciário

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O Congresso Nacional analisa projeto (PLN 21/26) que abre crédito especial no Orçamento de 2026 no valor de R$ 2,3 milhões para atender despesas das justiças Eleitoral, e do Distrito Federal e dos Territórios.

Na Justiça Eleitoral, os recursos serão utilizados para compensação financeira entre o Regime Próprio de Previdência Social da União e os regimes próprios de estados e municípios.

Já na Justiça do Distrito Federal e dos Territórios, o dinheiro será usado para pagar magistrados com aposentadoria compulsória.

“A aposentadoria compulsória por interesse público possui natureza jurídica de medida disciplinar de afastamento definitivo do cargo de magistrado e, por consequência, não pode ser custeada com recursos de regime próprio de previdência social”, explica a mensagem que acompanha o projeto.

Os recursos serão obtidos por remanejamento de despesas dos órgãos e, por isso, não afetam a meta fiscal para o ano, que é um superávit (receitas superiores a despesas) de R$ 34,3 bilhões.

Próximos passos
O projeto será analisado pela Comissão Mista de Orçamento e, em seguida, pelo Plenário do Congresso Nacional (sessão conjunta de Câmara dos Deputados e Senado Federal).

Reportagem – Silvia Mugnatto
Edição – Marcelo Oliveira



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