VÁRZEA GRANDE

Gonçalo enaltece trabalho dos agentes comunitários de Saúde

Plano Estratégico Municipal traçado pela gestão Kalil Baracat oportunizou chegar a este patamar tão positivo de cobertura dos serviços da Atenção Primária, disse Gonçalo

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Política

Foto: SECOM VG

O secretário municipal de Saúde, Gonçalo de Barros, disse que os agentes comunitários de Saúde (ACS) são aqueles que estão mais próximos das famílias e que atendem as pessoas nos momentos mais difíceis e delicados. A declaração foi externada na cerimônia de entrega de uniformes e kits de proteção aos servidores do município várzea-grandense.

“Essa categoria passou a ser uma profissão da Saúde. Agora, esses profissionais extraordinários do Sistema Único de Saúde estão oficializados e protegidos por lei, São os mais próximos das famílias, os que atendem nos momentos mais difíceis, mais delicados. Fazem trabalho de prevenção de doenças; visitam comunidades; vão de casa em casa, realizando e promovendo ações individuais e coletivas”.

Gonçalo pontuou que os kits que estão sendo entregues aos servidores da área da Saúde podem até parecer pouco, perto do trabalho que os agentes desempenham, “mas significam dar mais dignidade aos trabalhadores”.

Ainda na linha do prefeito, o secretário Gonçalo de Barros, disse que, com mais esse reforço do chamamento do processo seletivo, a Atenção Primária à Saúde, volta a ocupar seu papel de Saúde e Prevenção.

“Na pandemia, os cidadãos iam direto às unidades secundárias e terciárias para resolverem problemas de saúde. Agora é o inverso: a Saúde Primária voltou a ocupar seu espaço na Rede SUS de Várzea Grande. Isso porque a porta de entrada do cidadão ao SUS é e sempre será a unidade básica. É nela que se resolve mais de 80% dos casos de saúde dos cidadãos”.

Ele explicou que o Plano Estratégico Municipal traçado pela gestão Kalil Baracat oportunizou chegar a este patamar de cobertura dos serviços da Atenção Primária.

Foto: Secom-VG

“Encontra-se no Plano de Governo do prefeito Kalil Baracat. A Saúde local já cumpriu as metas estabelecidas. Mas queremos e vamos chegar aos 100%”, disse ele.

Para o superintendente de Atenção Primária à Saúde, Geovane Renfro, a identificação e os uniformes são itens essenciais para o trabalho.

“A identificação, por exemplo, é importante para a segurança dos agentes e para os moradores. Estabelece mais confiança da população para a realização dos serviços, uma vez que este trabalhador de Saúde entra nas casas dos moradores. Também é nossa a responsabilidade entender as demandas dos colaboradores e buscar melhorias para que o serviço oferecido à população tenha mais qualidade”, disse ele.

Presidente da Câmara de VG, Pedro Paulo Tolares prestigiou a entrega de uniformes e kits
SECOM/VG

Para o presidente da Câmara Municipal de Várzea Grande, o vereador Pedro Paulo Tolares, a valorização dos servidores da área da Saúde é relevante pelos serviços que prestam à população, salvando vidas.

“Sempre digo ao prefeito Kalil Baracat: também na área de Saúde os vereadores da Câmara Municipal sempre serão parceiros, para o que necessitar. Todos nós vivenciamos problemas de Saúde em casa, e todos necessitamos do SUS”.

O vereador Pedrinho destacou ser imprescindível a união de esforços entre as instituições públicas voltadas diretamente ao bem-estar e segurança da população. , para que

“Isso é fundamental para que a assistência aos usuários SUS seja sempre reforçada, principalmente neste momento: Várzea Grande tem registrado sobrecarga na Saúde em decorrência da quantidade de pacientes oriundos da capital e de outras cidades e estados. Por mais que a gestão se esforce, e tem se esforçado, a sobrecarga é inevitável e inviabiliza o atendimento desejado”.

SECOM/VG

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Eleitores aprovam mudanças territoriais em quatro municípios de MT

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Eleitores de quatro municípios de Mato Grosso aprovaram, em plebiscitos realizados no domingo (25), propostas de mudanças nos limites territoriais de Poxoréu, Primavera do Leste, Colniza e Cotriguaçu. As consultas populares ocorreram durante o segundo turno das eleições presidenciais de 2026.

Apesar da aprovação nas urnas, as alterações não serão imediatas e dependerão da tramitação e votação de projetos de lei na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT).

A expectativa é que o Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE) comunique oficialmente nos próximos dias os resultados à Comissão de Revisão Territorial dos Municípios e das Cidades, da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT). Após o recebimento das informações, serão elaborados e apresentados os projetos de lei necessários para dar continuidade ao processo de alteração dos limites municipais.

Nos municípios de Poxoréu e Primavera do Leste, a proposta de desmembramento do distrito de Nova Poxoréu, atualmente pertencente a Poxoréu, para sua incorporação à Primavera do Leste recebeu 41.590 votos favoráveis, o equivalente a 74,66% dos 55.706 votos válidos. Outros 14.116 eleitores, 25,34%, votaram contra a mudança.

Já em Colniza e Cotriguaçu, a proposta de transferir as ilhas de ocupação do Projeto de Assentamento Nova Cotriguaçu, atualmente vinculadas territorialmente a Colniza, para Cotriguaçu também obteve ampla aprovação. Foram registrados 17.723 votos favoráveis, correspondentes a 86,61% dos votos válidos, enquanto 2.739 eleitores, ou 13,39%, se manifestaram contrários à proposta. A abstenção foi de 6.446 eleitores.

O procurador-geral da ALMT, Ricardo Riva, explicou que a Lei Complementar Federal aprovada em 2026 criou as condições legais para que o estado possa promover alterações nos limites territoriais entre municípios. Segundo ele, antes da nova legislação, leis estaduais que tratavam do desmembramento de áreas municipais eram declaradas inconstitucionais pelo Supremo Tribunal Federal (STF) e pelo Tribunal de Justiça, devido à ausência de uma norma federal que regulamentasse o procedimento.

Ricardo Riva destacou que a realização de plebiscito, isoladamente, não era suficiente para viabilizar as mudanças territoriais. “O processo exige o cumprimento de etapas legais, que incluem estudo de viabilidade municipal, consulta à população por meio de plebiscito, observância da legislação complementar federal e aprovação de lei estadual para formalizar a alteração dos limites entre os municípios envolvidos”, afirmou o procurador.

Legislação – Mesmo com a aprovação popular, a redefinição dos limites municipais não ocorre automaticamente. Segundo o subprocurador da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, Gabriel Machado dos Santos, caberá ao Parlamento estadual analisar e votar as propostas legislativas que formalizarão as mudanças e estabelecerão as condições administrativas decorrentes da nova configuração territorial.

Entre os aspectos que deverão ser considerados estão a delimitação das áreas transferidas, a responsabilidade pela prestação dos serviços públicos e os impactos financeiros e orçamentários para os municípios envolvidos.

“Depois do plebiscito, sendo aprovada a proposta, a Assembleia terá que regulamentar essas questões por meio de lei. É nessa fase que serão definidos os limites territoriais e analisados os impactos administrativos e orçamentários. Não é uma mudança automática. Existe um procedimento legal que precisa ser concluído para que a nova configuração territorial seja efetivada”, explicou o procurador.

O consultor de Serviços Legislativos, Gabriel Lucas Scardini Barros, afirmou que é preciso apresentar um projeto de lei para cada alteração territorial, com as modificações necessárias nas leis que estabelecem os limites dos municípios envolvidos.

As matérias seguirão a tramitação legislativa ordinária, sem prazo específico para aprovação ou previsão de urgência. Dessa forma, o resultado favorável nas urnas representa uma etapa importante do processo, mas não determina quando as mudanças serão efetivamente implementadas.

“Será apresentado um projeto de lei para cada alteração territorial, com a modificação das leis que estabelecem os limites dos municípios envolvidos. Não há previsão de urgência para a apreciação das matérias. Os projetos seguirão os procedimentos regimentais da Assembleia Legislativa”, explicou Gabriel Barros.

Fonte: ALMT – MT



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