VICE DE BOTELHO

Gisela não quer disputar a vaga para ser vice de Botelho

Parlamentar já disse que não existe essa possibilidades de disputar as eleições como vice de Botelho

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Política

Foto Bruno Spada Câmara Federal

Um dos nomes cogitados para ocupar a vaga de vice da pré-candidatura de Eduardo Botelho (UNIÃO), à prefeitura de Cuiabá, é a deputada federal Gisela Simona (UNIÃO).

Segundo a parlamentar, não existe essa possibilidades de disputar as eleições deste ano como vice de Botelho. Ela ressaltou ainda que existe um entendimento na sigla de que a função será assumida por indicação das legendas que fazem parte do arco das alianças.

“O que se busca é contemplar o arco de aliança. O União Brasil talvez seja o partido que saia com o arco de alianças, nós estamos com pretensão de fechar com 9 partidos. Então, nós entendemos, desde o início, a importância de termos um partido diferente, então, não é uma questão de não querer, é uma questão de pensar no coletivo”, diz Simona.

O resultado das pesquisas deve ser concluído no fim desta semana. O presidente do União Brasil, governador Mauro Mendes, tem até o próximo dia (05), para fazer as últimas convocações. Há um grande suspense para saber quem ocupará a vaga de vice, gerando ansiedade entre os partidos que estão no arco de aliança de Botelho.

Os Republicanos não aceita o partido PRD, criado de uma fusão do Patriotas e PTB, para ocupar o cargo. Há rumores que o médico Marcelo Sandrin, seja uma boa opção, sendo que ele já faz parte da equipe que trabalha na elaboração do plano de governo de Botelho.

O partido PRD indica para a vaga de vice, o ex-secretário adjunto de Turismo do estado, Felipe Wellaton. Já o partido PP, sugere a professora Rose Araújo, mãe do presidente estadual do partido, deputado Paulo Araújo. O PSB escolhe o empresário Elson Ramos.  Podemos indica o vereador por Cuiabá Kássio Coelho e a Federação PSDB/Cidadania indicou a ex-vereadora Maria Avallone e o ex-secretário da Educação, Marco Marrafon.

 

 

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CMO analisa crédito de R$ 24,9 milhões para AGU e segurança da Amazônia

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A Comissão Mista de Orçamento (CMO) analisa o Projeto de Lei do Congresso Nacional (PLN) 10/2026, que abre crédito especial de R$ 24,9 milhões no Orçamento em favor da Advocacia-Geral da União (AGU), do Ministério da Justiça e Segurança Pública e do Ministério da Educação.

A maior parte dos recursos será destinada à AGU, que receberá cerca de R$ 14,9 milhões (60% do total) para viabilizar contribuição eventual à Corte Interamericana de Direitos Humanos. Os recursos serão usados em atividades de cooperação técnica, capacitação e difusão de jurisprudência em direitos humanos, além da manutenção da adimplência do Brasil junto à instituição.

O Ministério da Justiça receberá aproximadamente R$ 9,9 milhões (39,7%) para ações do Fundo Nacional de Segurança Pública. Entre as medidas previstas, está a execução do Plano Amazônia: Segurança e Soberania (Plano Amas ), que busca combater crimes na Amazônia Legal e é financiado com recursos não reembolsáveis do Fundo Amazônia. Os recursos também devem ser destinados à construção de bases operacionais em Altamira (PA) e Araguatins (TO), além de ajustes em obras em andamento em Presidente Dutra (MA), Rorainópolis (RR) e Uiramutã (RR).

Já o Ministério da Educação contará com cerca de R$ 74 mil (0,3%) para a Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará, destinados ao pagamento de contribuição à Associação Grupo de Tordesilhas de Universidades, no âmbito das contribuições regulares a organismos internacionais de direito privado.

De acordo com a proposta, os recursos para abertura do crédito virão de excesso de arrecadação de doações nacionais, no valor de R$ 9,9 milhões, e de anulação de dotações orçamentárias, no montante de R$ 15 milhões. O PLN ainda precisa ser analisado pela CMO e, posteriormente, pelo Plenário do Congresso Nacional.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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