“Revoltosos e excluídos”

Formação de grupo visa conquistar o Paiaguás em 2022

A possibilidade do W.O na disputa pelo Governo de Mato Grosso, em 2022, ou uma candidatura cenográfica, pelo que tudo indica, pode mudar as estratégias e intensificar os trabalhos.

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Política

Nem tudo que está acontecendo no cenário da política em Mato Grosso, agrada a todos, com a formação de um grupo para enfrentar o próximo embate eleitoral, tem muita gente, que antes ocupava o papel principal, de coadjuvante, que hoje não consegue mais, nem mesmo o de figurante, assim, vai se formando o bloco dos “revoltosos e excluídos”.

Para quem acompanha a movimentação dos políticos no estado, com boatos, fatos e ações que chegaram no conhecimento do público, sem falar dos segredos obscuros, já começa desenhar os primeiros esboços da formação de ao menos uma equipe para disputa do próximo ano.

Porém, como aqueles que não serão convocados, convidados e nomeados, para equipe principal, devido os seus comportamentos ao longo dos últimos quatro anos, que hoje não consegue agregar e enquadrar a determinada imagem e filosofia de determinado grupo, existem outros, que seguem de carona, mesmo não concordando com os rumos tomados, esperando o momento certo de revelar a sua verdadeira identidade e apresentar a traição.

Não poderia ser diferente, se os revoltosos não estão de acordo com determinado seguimento, é natural as conversações com os excluídos. Informações de bastidores apontam para que representantes do Palácio Paiaguás, Assembleia Legislativa, Prefeitura de Cuiabá, ex-moradores do Centro de Custódia da Capital, como também do Senado Federal, estariam intermediando a formação de um grupo político, buscando disputar as eleições de 2022, com nomes para disputar desde a Assembleia, Câmara Federal, Senado e Governo de Mato Grosso.

Para quem apostava na possibilidade do popular W.O, na disputa eleitoral pelo o Governo de Mato Grosso, em 2022, ou até mesmo em uma candidatura de atuação cenográfica, pelo que tudo indica, pode mudar as estratégias e intensificar os trabalhos, já que se os revoltosos e excluídos são fatos, a formação deste grupão, pode não ser apenas boatos.

Assim, vai se desenhando a disputa do próximo ano, mesmo com muita dança da cadeira para rolar, mostrando que nem tudo que se vê, é a realidade dos fatos.

Foto: Michel Alvim

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Medida provisória abre novo crédito orçamentário para ressarcir descontos indevidos em benefícios do INSS

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O Congresso Nacional analisa medida provisória (MP 1378/26) que abre crédito extraordinário de R$ 547 milhões no Orçamento para ressarcir aposentados e pensionistas do INSS que sofreram descontos associativos irregulares.

O governo já havia editado uma MP com crédito de R$ 3,3 bilhões para esse pagamento em julho de 2025, após entendimento firmado com o Supremo Tribunal Federal (STF).

Depois disso, no entanto, a Corte decidiu que, nos casos em que segurados contestarem as respostas das entidades associativas, o pagamento deverá ser realizado mesmo que não sejam cumpridas etapas prévias previstas no acordo.

O STF também assegurou que a adesão ao acordo não impede o ajuizamento de ações judiciais contra a União e o INSS quando o pagamento não ocorrer administrativamente.

O prazo para a adesão ao ressarcimento administrativo acabou no dia 20 de junho de 2026.

Próximos passos
A MP 1378/26 tem validade imediata, mas precisa ser aprovada no Congresso Nacional para virar lei.

O texto será analisado pela Comissão Mista de Orçamento (CMO) e, em seguida, pelos plenários da Câmara e do Senado.

Reportagem – Silvia Mugnatto
Edição – Marcelo Oliveira



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