JAYME FAZ ESCOLA
FLÁVIA MORETTI: TODAVIA, ENTRETANTO, SOBRETUDO…
Durante a entrevista o apresentador perguntou se ela não se sentia constrangida em saber que seu partido votou pela absolvição do deputado Frazão
Política
A aspirante e pré-candidata pelo Partido Liberal do município de Várzea Grande, e ex-presidente da OAB municipal, advogada Fávia Moretti, em entrevista recente à Rádio Capital de Cuiabá, teceu comentários agressivos a gestão municipal de Várzea Grande, questionando a administração de segmentos estratégicos da cidade. Numa das falas, a militante de extrema-direita disse como exemplo que as pastas da saúde, do abastecimento de água, dentre outras, estão em completa situação de calamidade pública em VG, pois possuem baixíssimo grau de aprovação popular.
O que chamou a atenção, nessa entrevista da pré-candidata do PL de Várzea Grande, é que a advogada Flávia Moretti, sendo mulher, em nenhum momento defendeu a total e rápida elucidação do caso da execução da vereadora Marielle Franco, no Rio de Janeiro e que seguiu única e exclusivamente a orientação do partido, que, segundo o Partido Liberal, para que os deputados votassem de acordo com a Constituição Federal.
Durante a entrevista o apresentador perguntou se ela não se sentia constrangida em saber que seu partido votou pela absolvição do deputado Frazão, no caso vereadora Marielle.
Outro fato que chamou bastante a atenção, foi a respeito dos números da arrecadação de VG, pois ela se perdeu nos valores e não soube apresentar que a arrecadação de fato fica em torno de 1,5 bilhão anual e Flávia Moretti afirmou que o município arrecada mais de 20 bilhões/ano, se perdendo totalmente nessa questão.
Fazendo com que o apresentador desse um sorriso irônico, e disse “caso Várzea Grande tivesse essa arrecadação de mais de R$20 bilhões/ano, seria a melhor cidade do mundo pra se viver”.
Demonstrando que Flavia Moretti segue à risca a escola de Jayme Campos: TODAVIA, ENTRETANTO, SOBRETUDO…
Galeria

Política
Medida provisória abre novo crédito orçamentário para ressarcir descontos indevidos em benefícios do INSS
O Congresso Nacional analisa medida provisória (MP 1378/26) que abre crédito extraordinário de R$ 547 milhões no Orçamento para ressarcir aposentados e pensionistas do INSS que sofreram descontos associativos irregulares.
O governo já havia editado uma MP com crédito de R$ 3,3 bilhões para esse pagamento em julho de 2025, após entendimento firmado com o Supremo Tribunal Federal (STF).
Depois disso, no entanto, a Corte decidiu que, nos casos em que segurados contestarem as respostas das entidades associativas, o pagamento deverá ser realizado mesmo que não sejam cumpridas etapas prévias previstas no acordo.
O STF também assegurou que a adesão ao acordo não impede o ajuizamento de ações judiciais contra a União e o INSS quando o pagamento não ocorrer administrativamente.
O prazo para a adesão ao ressarcimento administrativo acabou no dia 20 de junho de 2026.
Próximos passos
A MP 1378/26 tem validade imediata, mas precisa ser aprovada no Congresso Nacional para virar lei.
O texto será analisado pela Comissão Mista de Orçamento (CMO) e, em seguida, pelos plenários da Câmara e do Senado.
Reportagem – Silvia Mugnatto
Edição – Marcelo Oliveira
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