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“Feirinha Legal” da ALMT é retomada com produtos orgânicos e preços atrativos

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A “Feirinha Legal” de produtos orgânicos da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) está de volta. A exposição está marcada para ocorrer todas as quintas-feiras, das 7 às 16h, no estacionamento da Casa de Leis. Oriundos da agricultura familiar as frutas e verduras são comercializadas pelos produtores rurais dos municípios Várzea Grande, Nossa Senhora do Livramento, Poconé, Santo Antônio do Leveger, Dom Aquino, Chapada dos Guimarães e Rosário Oeste, que integram a Cooperativa de Produtores Familiares de Várzea Grande (Coopeveg).

De inciativa da deputada estadual Janaina Riva (MDB), e com o apoio da Mesa Diretora, em parceria com a Secretaria de Estado de Agricultura Familiar (Seaf), a “Feirinha Legal” foi retomada devido ao grande interesse por parte dos servidores da ALMT e público da região do Centro Político e Administrativo (CPA).

“Depois de algumas reuniões com a Secretaria geral da Casa, resolvemos retomar a feira e trazer a exposição para as quintas-feiras (antes era as sextas-feiras), para melhor atender os servidores. Estamos estendendo o convite também a o público externo do CPA. Outras instituições aqui da região já promovem a feira de produtos orgânicos e inorgânicos, explicou a Chefe de gabinete da deputada Janaina Riva, Quezia R. C. Limoeiro.

A servidora afirmou também que, além de fomentar a agricultura familiar com produtos regionais, a ALMT está fomentando o comércio de frutas e verduras com preços mais atrativos, pois são vendidos diretamente do produtor para o consumidor final”, disse Quezia. 

O presidente da Coopevag, Laudêncio Bispo, destacou que, para os produtores rurais é importante essa parceria com a ALMT. “Hoje estamos retomando esse projeto com a Assembleia Legislativa, fortalecendo a agricultura familiar e apresentando produtos frutas, verduras, legumes e folhosas orgânicas, diretamente da horta do pequeno produtor para a população produzidos em diversos municípios da baixada cuiabana.

Fonte: ALMT – MT

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Pivetta prepara enxugamento da máquina e avalia cortes no Governo de MT

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O governador reeleito Otaviano Pivetta (Republicanos) prepara uma revisão ampla da estrutura do Governo de Mato Grosso antes do início do novo mandato, em janeiro de 2027. A medida pretende identificar despesas que podem ser reduzidas e tornar a máquina pública mais enxuta.

A previsão é que um decreto seja publicado entre esta quarta-feira (7) e quinta-feira (8), estabelecendo os critérios para a análise. O trabalho deverá avaliar a estrutura dos órgãos estaduais, gastos com pessoal e custeio, contratos e possíveis sobreposições de funções.

A condução dos estudos deverá ficar a cargo de uma comissão presidida pelo ex-secretário de Fazenda Rogério Gallo, que coordenou a campanha de Pivetta nas eleições deste ano. O grupo terá a missão de reunir informações de diferentes setores do Estado para elaborar um diagnóstico da atual estrutura administrativa.

Entre os dados que serão analisados estão o número de servidores e cargos existentes, a organização das secretarias, contratos firmados pelo Governo e despesas administrativas. A partir desse levantamento, a comissão deverá apontar setores com possibilidade de redução de custos e áreas que precisam ser preservadas ou consideradas prioritárias.

A revisão também poderá atingir o quadro de pessoal, principalmente os cargos comissionados. No entanto, a quantidade e o formato de eventuais cortes ainda não estão definidos e dependerão das conclusões do levantamento.

A proposta faz parte da preparação para o novo ciclo administrativo de Pivetta, que foi reeleito no primeiro turno no último domingo (4). A intenção é iniciar 2027 com uma estrutura considerada mais eficiente e com maior capacidade de direcionar recursos para investimentos e serviços públicos.

O movimento ocorre paralelamente às mudanças que o governador já sinalizou para a equipe de secretariado. Pivetta afirmou que pretende promover alterações pontuais na estrutura do Governo, sem uma reforma ampla, com o objetivo de corrigir áreas que ainda não apresentam os resultados esperados.

Com a revisão, a gestão pretende identificar onde há espaço para economia sem comprometer serviços considerados essenciais. O diagnóstico deverá servir de base para as decisões administrativas que serão tomadas na preparação do próximo mandato.



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