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Fábio diz que prioridade de Botelho é ouvir as pessoas na elaboração de planos de governo para Cuiabá

Queremos um plano de governo que seja exequível, mas que também atenda às demandas da sociedade

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Política

Secom-MT

O secretário-chefe da Casa Civil, Fábio Garcia (UNIÃO), destacou fortemente de que o plano de governo do presidente da Assembleia Legislativa, Eduardo Botelho (UNIÃO), para a disputa eleitoral para a Prefeitura de Cuiabá será o mais qualificado para atender as demandas que Cuiabá precisa neste momento.

O secretário afirmou que uma equipe multiprofissional está conduzindo a elaboração do plano e ainda fará reuniões com segmentos de várias áreas para permitir também que o plano seja participativo.
“Queremos um plano de governo que seja exequível, mas que também atenda às demandas da sociedade. Não adianta discutir propostas em salas fechadas. Queremos ouvir as pessoas que sentem na pele os problemas de Cuiabá. Queremos ouvir os professores para saber como podemos melhorar a educação, queremos ouvir os médicos, enfermeiros, agentes endêmicos, para saber como melhorar a saúde. E tenho certeza que teremos o melhor plano de governo para Cuiabá”, afirmou.
Já se sabe que a equipe de plano de governo é liderada pelo economista Guilherme Muller, que tem uma longa experiência em gestão pública, tendo participado de várias gestões, tanto estadual quanto municipal, mas também possui nomes de referências em diversas áreas, para permitir que as propostas contemplem os eixos como desenvolvimento social, urbano, sustentabilidade, econômico e, claro, uma gestão fiscal sustentável.
Fábio destaca que o plano de governo leva em consideração princípios como o respeito ao conhecimento local, resgate da autoestima do cuiabano, união, sensibilidade social, inovação e transparência.
“Estes são alguns dos valores que não vamos abrir mão na elaboração das propostas para nossa capital. A cidade está abandonada e queremos recuperar Cuiabá e, para isso, precisamos de parcerias para mudar a atual realidade e voltarmos a crescer, desenvolver e avançar”, finalizou o secretário.

 

 

 

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Mauro Mendes considera “estranha” migração de votos para Lula após derrota de Flávio

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O senador eleito por Mato Grosso, Mauro Mendes (União Brasil), classificou como “muito estranha” a migração de votos no segundo turno da eleição presidencial, após a vitória de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sobre Flávio Bolsonaro (PL). Para o ex-governador, o comportamento do eleitorado contrariou suas expectativas, especialmente diante do perfil conservador de Mato Grosso.

“É muito estranho. Estado de direita como o nosso, o estado de Mato Grosso. A maior parte da migração dos votos do primeiro turno foi para ele”, declarou Mauro, ao comentar o resultado da votação realizada no domingo (25).

Apesar de questionar o cenário, o senador eleito afirmou que não pretende especular sobre as razões que levaram ao resultado. Ele destacou que não há elementos suficientes para atribuir a movimentação dos votos a uma causa específica.

“É algo que merece ser estudado e eu não vou fazer nenhuma ilação, muito menos afirmações”, afirmou.

Antes do encerramento da apuração, Mauro demonstrava confiança na vitória do candidato do PL. No domingo, ele chegou a projetar que Flávio Bolsonaro venceria a disputa presidencial com uma vantagem de quatro a cinco pontos percentuais. A previsão, no entanto, não se confirmou.

Lula foi reeleito com 51,79% dos votos válidos em âmbito nacional, enquanto Flávio obteve 48,21%, segundo os resultados divulgados após a apuração.

Em Mato Grosso, o cenário foi diferente. Flávio manteve ampla vantagem, com 66,06% dos votos válidos, contra 33,94% do petista. O resultado estadual, portanto, não acompanhou a tendência nacional apontada por Mauro ao comentar a migração de votos.

Lula ampliou votação em Mato Grosso

Embora tenha sido derrotado no estado, Lula recebeu mais votos no segundo turno do que na primeira etapa da eleição. O petista passou de 581.681 para 694.067 votos, um acréscimo de 112.386. Flávio também ampliou sua votação, passando de 1.298.581 para 1.350.912 votos.

Os números mostram que ambos cresceram em quantidade de votos entre os turnos, mas o aumento da votação de Lula foi maior em termos absolutos. Isso, isoladamente, não permite identificar de quais candidatos vieram os votos adicionais, já que a comparação também depende do comparecimento dos eleitores e de outros fatores eleitorais.

Senador diz que prioridade será trabalhar pelo país

Apesar da derrota de seu aliado, Mauro afirmou que pretende exercer o mandato no Senado com foco nas demandas nacionais, independentemente das divergências políticas com o presidente reeleito.

O senador eleito também manifestou preocupação com a situação fiscal do Brasil e com os desafios econômicos que, em sua avaliação, deverão ser enfrentados nos próximos anos. Entre os pontos citados estão o crescimento da dívida pública e o déficit da Previdência.

Mauro assumirá o mandato no Senado em fevereiro de 2027.



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