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Fábio destaca resultados positivos da intervenção da Saúde em Cuiabá

O MPE estuda a possibilidade de propor um TAC para garantir a manutenção das melhorias e cumprimento das metas pendentes na área

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Política

Secom - MT

O secretário-chefe da Casa Civil, Fábio Garcia, avaliou como positivos os avanços feitos pela equipe interventora do Estado na Saúde de Cuiabá. Ele comentou que os trabalhos nesse período conseguiram resolver problemas antigos como falta de médicos e de medicamentos.
“Óbvio que ainda tem questões a serem resolvidas, tem. Mas, sem dúvida nenhuma, a intervenção melhorou muito o atendimento à saúde pública em Cuiabá. Nós voltamos a ter médico, voltamos a ter remédio, raio-x voltaram a funcionar, algumas unidades foram reformadas, outras inauguradas. Portanto, a saúde de Cuiabá teve um grande avanço durante os 10 meses em que a intervenção esteve à frente da saúde de Cuiabá”, afirmou.
Quando questionado se defende que o governo continue administrando a pasta municipal, Fábio evitou fazer comentários ressaltando que o caso está em análise dos órgãos de controle.
“Essa é uma decisão da Justiça, assim como foi a decisão de fazer a intervenção. Foi um pedido do Ministério Público, uma decisão da Justiça, então, cabe à Justiça determinar se vai prorrogar a intervenção ou acabar no final do ano como está previsto”, disse.
Nesta semana, o Ministério Público Estadual solicitou ao Tribunal de Contas do Estado (TCE) a análise dos relatórios enviados pela intervenção à Procuradoria-Geral da Justiça para verificar sobre a necessidade ou não da prorrogação da medida.
O MPE estuda a possibilidade de propor um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) para garantir a manutenção das melhorias e cumprimento das metas pendentes na área.
O governador Mauro Mendes (União) tem mostrado reiteradamente que é contra a continuidade da intervenção. Ele tem dito que agora cabe aos órgãos de controle fazer um monitoramento mais profundo nas contas da Saúde Pública da capital a partir do momento que a intervenção estadual terminar na pasta, 31 de dezembro.

 

 

 

 

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Lei cria título de Cidade Amiga do Idoso para premiar iniciativas exemplares

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Cidades que se destacarem em políticas e iniciativas para assegurar um tratamento digno e um envelhecimento ativo às pessoas idosas passarão a ter o título de Cidade Amiga do Idoso. O reconhecimento está previsto na Lei 15.476, publicada nesta sexta-feira (24) no Diário Oficial da União. As regras já estão em vigor.

A lei tem origem no PL 2.119/2019, do deputado Pompeo de Mattos (PDT-RS). O projeto foi aprovado pelo Senado, com mudanças, em 2023 e voltou à Câmara. Em junho, foi aprovado pelos deputados e seguiu para a sanção.

Para concorrer ao título, a cidade precisa demonstrar que tem programas ou políticas públicas que fomentem a inserção social, cultural e política dos idosos. Na análise, são consideradas as iniciativas do município que favoreçam um envelhecimento ativo da população e o acesso dos idosos a serviços de qualidade nas áreas de:

  • transporte;
  • moradia;
  • participação social;
  • respeito e inclusão social;
  • participação cívica e emprego;
  • prédios públicos e espaços abertos;
  • comunicação e informação;
  • apoio comunitário e serviços de saúde;
  • segurança dos idosos.

Conselho

O responsável por conceder o título será um conselho com representantes dos governos federal, estaduais, distrital e municipais e das entidades representativas da população idosa. O título valerá por três anos, desde que sejam revalidados os compromissos assumidos. Se for comprovado o descumprimento, o título será cancelado.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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