INVESTIMENTOS NA SAÚDE
Emanuel Pinheiro entrega quatro vans zero Km para programas de Assistência Médica e Odontológica
Emanuel Pinheiro afirmou que os futuros atendimentos irão assistir pessoas da área rural e em situação de rua. “São demandas que queremos suprir também na Saúde Pública do município”, diz.
Política
O prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro, entregou na manhã de hoje (17), no estacionamento do Hospital Municipal de Cuiabá e o Pronto-Socorro “Dr. Leony Palma de Carvalho (HMC), quatro vans para atender o programa “Amor” (Assistência Médica e Odontológica Rural), e o programa “Consultório de Rua”, da Secretaria Municipal de Saúde (SMS). Os atendimentos abrangem pessoas da área rural e em situação de rua. Antes da entrega, o prefeito participou ainda de um culto ecumênico na capela da unidade hospitalar.
“Os veículos novos irão reforçar os atendimentos a nossa gente. Tenho a certeza que as equipes do programa Amor e Consultório de Rua, que são compostas por médico, enfermeiro, cirurgião dentista e técnico em saúde bucal vão ter mais condições de trabalho. Isso sim é humanizar os serviços. Estamos trabalhando firmes para proporcionar qualidade e excelência nos serviços prestados”, destacou o prefeito Emanuel Pinheiro.
Segundo o secretário de Saúde, Guilherme Salomão, as vans irão substituir a frota antiga. “O prefeito tem essa sensibilidade, de levar assistência a quem precisa, mesmo que sejam em comunidades mais distantes. Hoje são em média 9 mil pessoas atendidas pelo programa Amor, são oito comunidades atendidas. Sobre o Consultório de Rua, o veículo novo vai beneficiar esse público marginalizado pela sociedade. Só ano passado o programa atendeu 3.688 pessoas”, informou o secretário.
Para a secretária Adjunta de Atenção Primária, Roseli Barranco, o prefeito está de parabéns. “A gestão Emanuel Pinheiro leva prevenção e promoção à saúde com uma equipe completa de profissionais, que reforça os atendimentos. Essas pessoas mais distantes, da área rural, recebem acolhimento e atendimento. As pessoas em situação de rua, são cadastradas e recebem vacinas, orientações e atendimentos. É um público que oscila muito a quantidade, mas recebe o respaldo da gestão, que faz o controle e acompanhamento”, concluiu.
Participaram do ato de entrega das vans o secretário de Saúde Guilherme Salomão, secretária adjunta de Atenção Primária, Roseli Barranco, Secretário de Planejamento, Éder Galiciani, que responde interinamente como secretário adjunto de Gestão da SMS, secretário de Governo Luis Cláudio, diretor-geral da ECSP Paulo Rós e o diretor-administrativo da ECSP Eduardo Vasconcellos.
Política
Sancionada lei que autoriza o BNDES a criar subsidiárias
Foi sancionada pela Presidência da República a Lei 15.501, de 2026, que autoriza o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) a constituir novas subsidiárias para ampliar sua capacidade de atuação. Pela norma, o BNDES — que já conta com subsidiárias, como o BNDESPar, que atua no mercado de capitais, e a Finame, de financiamento à indústria — poderá criar outras para complementar sua atuação, desde que obedeça às determinações da Lei de Responsabilidade Fiscal (Lei Complementar 101, de 2000).
A norma foi sancionada com veto à criação do Fundo de Crédito à Exportação (FCE), que, para o Poder Executivo, já tem seus objetivos alcançados por outras políticas públicas. Dos 13 dispositivos do texto enviado à sanção pelo Congresso, dez se referiam ao novo fundo para exportadores e foram vetados.
Publicada nesta quinta-feira (10) no Diário Oficial da União (DOU), a lei tem origem no PL 5.961/2025, do então senador Fernando Farias (MDB-AL). O projeto foi aprovado com relatório favorável do senador Esperidião Amin (PP-SC), antes de seguir para a Câmara dos Deputados.
Vetos
Os dispositivos vetados criariam o FCE para direcionar aos exportadores recursos para capital de giro, aquisição de máquinas e projetos de investimento. O fundo, com regras de funcionamento e gestão, seria usado para financiar operações de pré e pós-embarque e apoiar a modernização de empresas exportadoras. Segundo a Presidência da República, em que pese a boa intenção da proposta, o texto contraria o interesse público por criar um fundo de natureza contábil e financeira sem demonstrar que seus objetivos não poderiam ser alcançados por instrumentos de apoio à exportação já existentes.
O governo apontou ainda que a criação do fundo este ano contraria a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2026, que não permite a criação, no exercício financeiro, de fundos para financiar políticas públicas. Também considerou inconstitucional a criação de um comitê gestor para administrar o fundo por iniciativa parlamentar. A mensagem de veto ressalta que cabe ao Poder Executivo propor mudanças na organização e no funcionamento da administração pública federal.
Outro dispositivo vetado previa alterações nas regras de compartilhamento de riscos entre fundos garantidores. De acordo com a mensagem de veto, as mesmas mudanças já haviam sido incluídas na Lei 15.473, de 2026. Para o governo, a repetição poderia gerar redundância normativa e insegurança quanto à redação vigente.
Os vetos presidenciais serão analisados pelo Congresso Nacional em data ainda a ser definida.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: Agência Senado
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