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Emanuel comemora boa condição financeira do Município

Prefeito da capital afirma que “situação privilegiada e resultado de uma ótima gestão fiscal”

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Política

Foto: Davi Valle

O prefeito Emanuel Pinheiro reforçou que, apesar dos impactos causados pela pandemia da Covid-19, a Prefeitura de Cuiabá continua em uma condição financeira privilegiada. De acordo com o chefe do Executivo, graças a uma política de gestão fiscal responsável, a favorável situação é reconhecida pelo Governo Federal, que tem avalizado os investimentos buscados nas mais diferentes instituições financeiras.

Conforme explicado por Emanuel Pinheiro, a Prefeitura de Cuiabá possui atualmente uma capacidade de endividamento de R$ 2 bilhões. Segundo ele, o planejamento feito ainda no primeiro mandato e que continua sendo aplicado estabelece a aquisição de até 25% do valor total, ou seja em torno de R$ 500 milhões. No entanto, o gestor apontou que, até o momento, o valor levantado é de R$ 200 milhões.

“São R$ 125 milhões do Contorno Leste, R$ 51 milhões do Banco do Brasil, e mais R$ 25 milhões para asfalto. Então, estamos com uma folga muito grande de investimento, com juros acessíveis, prazo de carência de 12 a 24 meses, e um prazo elástico de pagamento, que varia de oito a 10 anos. Isso é condição de financiamento para quem pode e não para quem quer”, relatou em entrevista concedida no sábado (18).

O prefeito enfatizou que somente um município com boa gestão fiscal possui condições de acessar grandes linhas de crédito em diferentes instituições financeiras. Emanuel citou ainda como exemplo do eficiente trabalho que vem sendo realizado desde o ano de 2017 o respeito ao limite dos gastos com pessoal determinado pela Lei de Responsabilidade Fiscal (Lei Complementar nº 101/2000).

“Para se ter uma ideia, a folha de pagamento fechou o último quadrimestre representando 44%. Ou seja, longe do limite prudencial de 52,3% e mais longe ainda do limite oficial que é 54%. Então, é uma situação privilegiada, resultado de uma ótima e estável gestão fiscal e de uma capacidade de endividamento muito grande”, pontuou Pinheiro.

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Wilson Santos defende políticas de segurança alimentar e apoio a famílias vulneráveis

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Entre as 21 emendas apresentadas ao Projeto de Lei nº 692/2026, que estabelece as diretrizes para o orçamento estadual de 2027 (PLDO), está a proposta de n.° 27 do deputado estadual Wilson Santos (PSD) para apoiar e desenvolver ações de segurança alimentar e enfrentamento à fome em Mato Grosso. A iniciativa foi motivada pelo levantamento do Tribunal de Contas do Estado (TCE), que mapeia a situação dos 142 municípios mato-grossenses em relação ao acesso regular e permanente a alimentos de qualidade.

A proposta também resgata uma iniciativa que marcou a gestão do parlamentar como prefeito de Cuiabá, que foi a construção do Restaurante Popular, em 2007, onde permanece em funcionamento e oferece diariamente mais de mil refeições ao preço de R$ 2,00. “Eu construí esse restaurante e atendia uma antiga reivindicação da classe trabalhadora, principalmente dos assalariados que acabavam investindo parte do pequeno salário em alimentação. O restaurante ajuda muitas pessoas, gente humilde e a comida é muito boa”, destacou.

Conforme a justificativa da emenda apresentada pelo deputado, o objetivo é expandir o atendimento à população em situação de insegurança alimentar e promover a integração entre as políticas de assistência social, segurança alimentar, desenvolvimento rural e inclusão social. A proposta busca fortalecer a atuação do Estado no enfrentamento à pobreza e à exclusão social.

Para Wilson Santos, investir em alimentação de qualidade também pode contribuir para reduzir a pressão sobre os serviços públicos de saúde. “Economiza na conta da saúde, alimentando bem, vai menos a uma unidade de saúde. É importante reduzir as desigualdades sociais e a proteção das famílias em situação de vulnerabilidade”, comentou.

O PLDO 2027 prevê receita líquida de R$ 42,1 bilhões e impacto estimado em R$ 862,6 milhões. O projeto segue para análise das emendas parlamentares. Após essa etapa, as propostas aprovadas integrarão a redação final da Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2027.

Fonte: ALMT – MT



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