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Eleição Mesa Diretora da AL-MT possui apenas uma chapa inscrita; será nessa quarta

Eleição acontecerá nesta quarta-feira

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Política

Foto Reprodução JLSiqueira AL-MT

A eleição da nova Mesa Diretora da Assembleia Legislativa para o biênio (2025/2026) acontecerá nesta quarta-feira (7) e possui apenas uma chapa inscrita, a chamada chapa de consenso entre os parlamentares.

Situação de absoluta tranquilidade ocorreu após intenso debate e disputa, principalmente sobre a cadeira de primeiro-secretário, os parlamentares conseguiram fechar um grupo de consenso que é liderado por Max Russi (PSB) e Dr João (MDB), como presidente e primeiro-secretário, respectivamente.

As demais vagas são compostas por: Júlio Campos (1º vice-presidente), Gilberto Cattani (2º vice-presidente), Wilson Santos (3º vice-presidente), Paulo Araújo (2º secretário), Diego Guimarães (3° secretário), Elizeu Nascimento (4º secretário), Fábio Tardin (5º secretário) e Juca do Guaraná (6º secretário).
A eleição da Mesa Diretora ocorrerá durante a sessão ordinária realizada no plenário, a partir das 10h.
No decorrer da sessão, o presidente do parlamento, deputado Eduardo Botelho (União), anunciará a chapa homologada, bem como seus integrantes e sua numeração, sendo esta recebida conforme ordem de inscrição.
A escolha será feita por voto secreto, mediante cédulas impressas, com a indicação dos nomes dos candidatos e respectivos cargos, as quais serão recolhidas em urna.

Posse
O resultado será anunciado imediatamente após a eleição. Os deputados eleitos para compor a nova Mesa Diretora tomarão posse em 1º de fevereiro de 2025.

 

 

 

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Mauro Mendes considera “estranha” migração de votos para Lula após derrota de Flávio

Publicados

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O senador eleito por Mato Grosso, Mauro Mendes (União Brasil), classificou como “muito estranha” a migração de votos no segundo turno da eleição presidencial, após a vitória de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sobre Flávio Bolsonaro (PL). Para o ex-governador, o comportamento do eleitorado contrariou suas expectativas, especialmente diante do perfil conservador de Mato Grosso.

“É muito estranho. Estado de direita como o nosso, o estado de Mato Grosso. A maior parte da migração dos votos do primeiro turno foi para ele”, declarou Mauro, ao comentar o resultado da votação realizada no domingo (25).

Apesar de questionar o cenário, o senador eleito afirmou que não pretende especular sobre as razões que levaram ao resultado. Ele destacou que não há elementos suficientes para atribuir a movimentação dos votos a uma causa específica.

“É algo que merece ser estudado e eu não vou fazer nenhuma ilação, muito menos afirmações”, afirmou.

Antes do encerramento da apuração, Mauro demonstrava confiança na vitória do candidato do PL. No domingo, ele chegou a projetar que Flávio Bolsonaro venceria a disputa presidencial com uma vantagem de quatro a cinco pontos percentuais. A previsão, no entanto, não se confirmou.

Lula foi reeleito com 51,79% dos votos válidos em âmbito nacional, enquanto Flávio obteve 48,21%, segundo os resultados divulgados após a apuração.

Em Mato Grosso, o cenário foi diferente. Flávio manteve ampla vantagem, com 66,06% dos votos válidos, contra 33,94% do petista. O resultado estadual, portanto, não acompanhou a tendência nacional apontada por Mauro ao comentar a migração de votos.

Lula ampliou votação em Mato Grosso

Embora tenha sido derrotado no estado, Lula recebeu mais votos no segundo turno do que na primeira etapa da eleição. O petista passou de 581.681 para 694.067 votos, um acréscimo de 112.386. Flávio também ampliou sua votação, passando de 1.298.581 para 1.350.912 votos.

Os números mostram que ambos cresceram em quantidade de votos entre os turnos, mas o aumento da votação de Lula foi maior em termos absolutos. Isso, isoladamente, não permite identificar de quais candidatos vieram os votos adicionais, já que a comparação também depende do comparecimento dos eleitores e de outros fatores eleitorais.

Senador diz que prioridade será trabalhar pelo país

Apesar da derrota de seu aliado, Mauro afirmou que pretende exercer o mandato no Senado com foco nas demandas nacionais, independentemente das divergências políticas com o presidente reeleito.

O senador eleito também manifestou preocupação com a situação fiscal do Brasil e com os desafios econômicos que, em sua avaliação, deverão ser enfrentados nos próximos anos. Entre os pontos citados estão o crescimento da dívida pública e o déficit da Previdência.

Mauro assumirá o mandato no Senado em fevereiro de 2027.



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