“MT antes e depois do Trem”

Do sonho à realidade do progresso com o “Trem” chegando em Cuiabá.

Há décadas este sonho segue o caminho de discursos, projetos, até chegar na realização.

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Política

Foto: Instagram/ Otaviano Pivetta.

Uma obra, que para muitos especialistas vai multiplicar os potenciais de Mato Grosso, gerando mais empregos, renda, desenvolvimento, criando oportunidades para vários setores, colocando a “Baixada Cuiabana” setor industrial, recebendo a safra produzida pelo Agro, transformando em produtos industrializados para atender a demanda do mercado varejista, interno e externo.

Reza a lenda, que um dos fatores sempre era ponto negativo para o desenvolvimento industrial de Mato Grosso foi a questão da logística, respaldada pelas questões energéticas, hoje, a projeção é outra, com o fator energético praticamente resolvido, faltava a evolução no sistema de transporte, que para muitas pessoas é visto como tradicional, outros apontam sua eficiência, somados a economia, com quantidade, qualidade e segurança.

Recordista em praticamente tudo que produz, com propriedades utilizando equipamentos modernos, de ponta, com alta tecnologia, a logística em Mato Grosso ainda tinha os moldes da década de 80 em pleno 2022, uma conta que não fecha, desta forma o estado, através do governador, Mauro Mendes decidiu investir e inovar, com a construção da primeira ferrovia estadual do Brasil.

Para o CEO da Rumo, Beto Abreu se não fosse pela solução encontrada pelo Governo de Mato Grosso, essa obra não iria começar.

“Em fevereiro de 2021, um projeto inovador e criativo aprovou uma legislação específica para Mato Grosso construir esse projeto, para que os investimentos começassem a chegar até o Estado”, destacou.

“A estimativa é seja gerado mais de 200 mil empregos diretos e indiretos”.

O projeto visa construir 730 quilômetros de trilhos, com dois trechos, sendo um lingando as cidades de Rondonópolis até Cuiabá, e outro trecho de Rondonópolis até Lucas Rio Verde.

“Investimentos ultrapassa a soma de R$ 11 bilhões”.

Foto: Mayke Toscano

Durante esta semana, Mato Grosso viu o início deste sonho ser realizado com o lançamento das obras, o que era apenas um projeto, deu lugar as movimentações das máquinas e profissionais.

Na oportunidade, o governador Mauro Mendes fez questão de ressaltar as condições da BR-163, principal via de escoamentos do estado, afirmando que a via está sobrecarregada e que a ferrovia vai levar as condições da região em vários setores.

“A BR-163 está hoje estrangulada, é um grande gargalo logístico para os mato-grossenses. Mas, quando falamos em investimentos ferroviários, não estamos apenas cuidando da atividade econômica, e produção. Estamos cuidando de vidas, são milhares de pessoas que passam por essa estrada e que terão muito mais segurança”, afirmou Mauro.

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Senado terá centro cultural em Brasília

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O Senado terá um espaço cultural em Brasília. Com 80 mil m², às margens do Lago Paranoá, o Senado Cultural será inaugurado no dia 9 de dezembro, com a exposição Senado em Movimento: 200 Anos de História. O endereço, que abrigou o antigo Clube dos Servidores Públicos, passa por obras de revitalização.

— Será um espaço aberto a toda comunidade. Além de exposições e galerias, pretendemos incluir playground, coworking, paisagismo e local para palestras. Este é um projeto grandioso e diferenciado de tudo que já existe em Brasília — disse a diretora-geral do Senado, Ilana Trombka.

Senado Cultural

O Senado Cultural vai oferecer exposições, restaurantes, auditório e espaços de convivência. Após a exposição inaugural, a galeria principal receberá exposição de longa duração com itens do acervo museológico do Senado. O centro cultural deve contar ainda com outros quatro espaços de exposição.

Uma das galerias deve ser dedicada a obras representativas de todos os estados. Uma segunda terá como enfoque a produção artística local, com exposições, oficinas e outras atividades educativas.

O projeto prevê ainda um espaço externo para abrigar a exposição de longa duração sobre o 8 de janeiro de 2023, quando o Palácio do Congresso Nacional foi invadido e teve suas instalações vandalizadas. Também haverá uma galeria dedicada à experiência imersiva do visitante.

O paisagismo será assinado pelo Escritório Burle Marx. 

— É um projeto ambicioso, mas é um projeto que mostra a vocação de servir a comunidade de uma outra maneira. O Senado Federal sempre serve a comunidade e a sociedade por meio da sua atividade-fim. Agora, vai servir a comunidade e a sociedade também por meio de um centro cultural — afirmou Ilana.

História e identidade

O antigo Clube da Associação dos Servidores do Ministério da Educação e da Cultura foi inaugurado em 1976 e já foi referência em lazer e cultura de Brasília. 

— Estamos preservando as fachadas, as varandas, o sistema construtivo, as esquadrias originais e os revestimentos em mármore. Também estamos mantendo o sistema viário interno e o castelo d’água, que tem uma forma bem marcante — explicou a arquiteta Vanessa Bhering, uma das responsáveis pelo acompanhamento das obras da Coordenação de Projetos e Obras de Infraestrutura.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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