CARGO TEMPORÁRIO

Diretor substitui novamente o ex-secretário Neri Geller no Mapa; cargo temporário

O servidor já substituiu Neri no mesmo cargo, em 2018

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Foto MAPA

A dança das cadeiras no Ministério da Agricultura continua. O diretor de Departamento de Crédito e Informação do Mapa e Servidor de carreira da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), Wilson Vaz de Araújo, assume provisoriamente o cargo de secretário de Política Agrícola nos próximos dias. A nomeação é temporária, até que se apresente um nome definitivo.

Ele preenche a cadeira deixada pelo ex-secretário de Política Agrícola, Neri Geller, exonerado no dia 11 de junho, após suspeitas de irregularidades no leilão para compra de 263 mil toneladas de arroz importado.

O servidor já substituiu Neri no mesmo cargo, em 2018, quando este saiu para disputar a vaga de deputado federal.

 

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Ex-prefeito diz ter pago propina por emenda de Wellington Fagundes há mais de 20 anos

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O ex-prefeito de Juara, Priminho Riva, afirmou ter pago propina relacionada a uma emenda parlamentar destinada ao município durante o período em que Wellington Fagundes (PL) era deputado federal. Segundo o relato, a suposta cobrança teria ocorrido há mais de 20 anos.

A denúncia foi tornada pública por Priminho em meio ao atual cenário eleitoral, no qual Wellington disputa o Governo de Mato Grosso. O ex-prefeito afirmou que decidiu falar sobre o episódio porque não quer que o candidato seja eleito governador. Ele, no entanto, nega que a declaração tenha motivação eleitoral.

Apesar da gravidade da acusação, Priminho não apresentou, segundo a publicação, detalhes sobre a emenda que teria motivado a suposta cobrança. Também não informou o valor envolvido nem identificou quem teria recebido diretamente o dinheiro.

O relato ocorre após o ex-prefeito se envolver em outra polêmica recente. Priminho ingressou com uma ação contra o ex-deputado José Geraldo Riva e a deputada estadual Janaina Riva, alegando supostos crimes contra a honra. O Ministério Público, porém, pediu o arquivamento do caso por falta de provas.

A nova acusação coloca Wellington novamente no centro de questionamentos durante a campanha eleitoral, mas, até o momento, o relato apresentado pelo ex-prefeito permanece sem elementos públicos que comprovem a suposta prática de corrupção. A acusação também se refere a fatos que teriam ocorrido há mais de duas décadas.



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