“Só o meu”

Direita nem esquerda o que convém ao umbigo

O pré-candidato a senador mostra que independente do lado, o que vale é garantir a sobrevivência na vida pública

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Política

Foto: Divulgação.

Sem garantia de apoio irrestrito do governador e pré-candidato a reeleição Mauro Mandes (UB), para única vaga em disputa neste ano ao Senado da República, já tem cogitações apontando que Wellington Fagundes voltando a apoiar a base petista, caso seja necessário no segundo turno.

Para quem acompanha um pouco da política no estado, é correto afirmar que o senador, Wellington Fagundes (PL) passou boa parte de sua vida pública, na base do que é chamado partido de esquerda PT, porém, nos últimos meses, vem declarando que é bolsonarista, ou seja de direita, mas há quem diga que este político possui o poder de resiliência apurado.

Segundo informações de fontes ligadas aos bastidores da corrida eleitoral e de acordo com o “Aracuã do Pantanal”, para o senador não importa o lado, muito menos o caminho, se a reeleição for garantida, ou seja, “qualquer iniciativa é válida quando o objetivo é alcançado”.

“Sem lá e nem cá, o meu é mais importante”.

Sendo confirmado este tipo de conduta, mostra quais são as principais características do perfil deste pré-candidato a reeleição, para representar o povo de Mato Grosso no Senado da República, mas será que o projeto único e exclusivo de manutenção na vida pública é o principal requisito exigido pelo eleitorado, que hoje está visivelmente polarizado na sua maioria entre direita ou esquerda.

Pelo que tudo indica, este formato de política apresentado pelo pré-candidato ao Senado, não vai de encontro com que o eleitorado busca, pelo contrário, mostra que está ultrapassado, popularmente conhecido como a velha política, com característica do “feudalismo”, seguindo na contramão das necessidades contemporâneas, mostrando que os cerca de 40 anos vivendo da política, já sinalizam que é hora e aposentar, deixando o caminho aos mais qualificados, sem vícios, aqueles que tem condições de acompanhar a instantaneidade das necessidades do povo, deixando os 70% de lado, para se empregar a 100%.

 

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Senado terá centro cultural em Brasília

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O Senado terá um espaço cultural em Brasília. Com 80 mil m², às margens do Lago Paranoá, o Senado Cultural será inaugurado no dia 9 de dezembro, com a exposição Senado em Movimento: 200 Anos de História. O endereço, que abrigou o antigo Clube dos Servidores Públicos, passa por obras de revitalização.

— Será um espaço aberto a toda comunidade. Além de exposições e galerias, pretendemos incluir playground, coworking, paisagismo e local para palestras. Este é um projeto grandioso e diferenciado de tudo que já existe em Brasília — disse a diretora-geral do Senado, Ilana Trombka.

Senado Cultural

O Senado Cultural vai oferecer exposições, restaurantes, auditório e espaços de convivência. Após a exposição inaugural, a galeria principal receberá exposição de longa duração com itens do acervo museológico do Senado. O centro cultural deve contar ainda com outros quatro espaços de exposição.

Uma das galerias deve ser dedicada a obras representativas de todos os estados. Uma segunda terá como enfoque a produção artística local, com exposições, oficinas e outras atividades educativas.

O projeto prevê ainda um espaço externo para abrigar a exposição de longa duração sobre o 8 de janeiro de 2023, quando o Palácio do Congresso Nacional foi invadido e teve suas instalações vandalizadas. Também haverá uma galeria dedicada à experiência imersiva do visitante.

O paisagismo será assinado pelo Escritório Burle Marx. 

— É um projeto ambicioso, mas é um projeto que mostra a vocação de servir a comunidade de uma outra maneira. O Senado Federal sempre serve a comunidade e a sociedade por meio da sua atividade-fim. Agora, vai servir a comunidade e a sociedade também por meio de um centro cultural — afirmou Ilana.

História e identidade

O antigo Clube da Associação dos Servidores do Ministério da Educação e da Cultura foi inaugurado em 1976 e já foi referência em lazer e cultura de Brasília. 

— Estamos preservando as fachadas, as varandas, o sistema construtivo, as esquadrias originais e os revestimentos em mármore. Também estamos mantendo o sistema viário interno e o castelo d’água, que tem uma forma bem marcante — explicou a arquiteta Vanessa Bhering, uma das responsáveis pelo acompanhamento das obras da Coordenação de Projetos e Obras de Infraestrutura.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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