ÍCONE POLÍTICO

Dinâmica parlamentar emoldura trajetória de Júlio Campos; agora é deputado estadual

Júlio diz ser fácil gostar de política, e mais incentivador ainda é poder trabalhar pelo bem coletivo do Estado e dos seus habitantes.

Publicado em

Política

Foto: JLSIQUEIRA / ALMT

Os veteranos políticos de Mato Grosso [e de outros cantos do País] são unânimes em apontar Júlio José de Campos como um dos mais expressivos nomes nessa área.  O ex-governador mato-grossense detém respeitável coleção de mandatos públicos no seu currículo, trajetória marcada por dinâmica de ações empreendedoras.

A habilidade administrativa de Júlio, pautada em implementar projetos arrojados em período quase embrionário, levou o Estado de MT a se expandir fortemente em áreas básicas. É, reconhecidamente, o responsável direto pela colonização e expansão de grande parte das regiões produtivas de Mato Grosso. A maioria sofreu celeridade populacional e de infraestrutura essencial ao estágio de desenvolvimento a partir da gestão Júlio Campos à frente do Governo do Estado.

Júlio diz ser fácil gostar de política, e mais incentivador ainda é poder trabalhar pelo bem coletivo do Estado e dos seus habitantes. Na sua interpretação, nenhum gestor pode adotar linha comodista no desempenho do cargo. E isso vale também para o desempenho parlamentar.

“Tenho militância em ambas. Enquanto atuei no Executivo, procurei inovar, buscar diferenças que somassem positivamente com os anseios populacionais para minimizar demandas desafiadoras. Há em cada gestor o sentimento natural de empreender. Mas é preciso também governar sem que isso impacte socialmente setores importantes de equilíbrio do Estado, a exemplo do social”.

Já na esfera parlamentar (deputado federal, senador), Júlio demonstrou franco prestígio ao transitar livremente nos gabinetes ministeriais e da própria presidência da República. Soube ainda compor hábil aliança com seus pares, quando os temas debatidos adentraram num campo de complexidade e exigiram maior discussão.

Muitos benefícios públicos (via emendas parlamentares) que MT encampa hoje são oriundos dessas mobilizações de Júlio Campos no Congresso Nacional. Explica-se assim o fortalecimento inabalável do seu nome na esfera política, por décadas seguidas.

Também no desempenho do cargo de deputado estadual, que passou a ocupar oficialmente desde ontem (foi eleito com 33.800 votos), Júlio Campos (DEM) afirma que fará de tudo para atender Mato Grosso de forma satisfatória.

“Não decepcionarei quem confiou em mim. Os votos recebidos nas últimas eleições creditam confiança e esperança de que faça um bom mandato na ALMT. E assim farei, com certeza. Meu trabalho terá formato de alianças para oficializar o alcance seguro de benefícios que a população tem clamado e o Estado tanto necessita. Não serei, enfim, nenhuma sombra solitária no Parlamento, mas um soldado atuante. A exemplo do meu trabalho na Câmara Federal e Senado da República, estarei sempre pronto a compor forças com o eficiente batalhão do Legislativo mato-grossense”.

Por João Carlos de Queiroz (omatogrosso.com) com Secretaria de Imprensa da ALMT

 

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Política

Lei cria título de Cidade Amiga do Idoso para premiar iniciativas exemplares

Publicados

em


Cidades que se destacarem em políticas e iniciativas para assegurar um tratamento digno e um envelhecimento ativo às pessoas idosas passarão a ter o título de Cidade Amiga do Idoso. O reconhecimento está previsto na Lei 15.476, publicada nesta sexta-feira (24) no Diário Oficial da União. As regras já estão em vigor.

A lei tem origem no PL 2.119/2019, do deputado Pompeo de Mattos (PDT-RS). O projeto foi aprovado pelo Senado, com mudanças, em 2023 e voltou à Câmara. Em junho, foi aprovado pelos deputados e seguiu para a sanção.

Para concorrer ao título, a cidade precisa demonstrar que tem programas ou políticas públicas que fomentem a inserção social, cultural e política dos idosos. Na análise, são consideradas as iniciativas do município que favoreçam um envelhecimento ativo da população e o acesso dos idosos a serviços de qualidade nas áreas de:

  • transporte;
  • moradia;
  • participação social;
  • respeito e inclusão social;
  • participação cívica e emprego;
  • prédios públicos e espaços abertos;
  • comunicação e informação;
  • apoio comunitário e serviços de saúde;
  • segurança dos idosos.

Conselho

O responsável por conceder o título será um conselho com representantes dos governos federal, estaduais, distrital e municipais e das entidades representativas da população idosa. O título valerá por três anos, desde que sejam revalidados os compromissos assumidos. Se for comprovado o descumprimento, o título será cancelado.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍTICA

POLÍCIA

ESPORTE

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA