BOTELHO OU FÁBIO?
Devido ao impasse, Dilmar cobra decisão de Mauro Mendes sobre candidato: ‘não tem mais prazo’
Dilmar informou que nas últimas reuniões da sigla, não foi apresentada nenhuma resposta sobre o assunto
Política
O líder do governo na Assembleia Legislativa (ALMT), deputado Dilmar Dal Bosco (União), cobrou uma clara e imediata posição do presidente do seu partido, o governador Mauro Mendes, sobre o impasse em relação ao nome que vai representar o UNIÃO BRASIL na disputa pela Prefeitura de Cuiabá nas eleições deste ano.
O presidente do Parlamento Mato-grossense, deputado Eduardo Botelho, disputa a candidatura da sigla com o secretário-chefe da Casa Civil, Fábio Garcia, que tem o apoio do governador.
Dilmar informou que nas últimas reuniões da sigla, não foi apresentada nenhuma resposta sobre o assunto. No entanto, o parlamentar espera o fim dessa situação para que o União Brasil tenha, pela primeira vez, um candidato disputando a prefeitura da capital. Levando em conta sua preferência, pede que seja escolhido o colega de legislativo.
“Torço para que o Botelho não saia do partido, eu sempre tenho declarado isso, que o governador defina alguma coisa e, pelo que estou vendo, o governador vai definir até o início da semana que vem. Não tem mais prazo, até porque você tem que formar toda uma chapa de candidatos a vereadores, você tem que trazer para dentro, abrir janelas e filiar pessoas, possíveis pré-candidatos”, ressaltou.
Ele ressaltou que além da chapa para vereadores, a situação pode complicar o projeto de Botelho que, segundo o deputado, precisa de uma resposta rápida para que, caso não seja escolhido, possa ser candidato de outro partido.
“Caso tenha alguma mudança, tem que ser mais rápido possível a decisão, porque Botelho tem que procurar outro espaço, caso não der no União Brasil. Até porque ele precisa de tempo. Mas eu vejo, até por não ter uma decisão ainda, favorável para o Botelho ser candidato do União Brasil para Prefeitura de Cuiabá”, disse.
Política
Senado terá centro cultural em Brasília
O Senado terá um espaço cultural em Brasília. Com 80 mil m², às margens do Lago Paranoá, o Senado Cultural será inaugurado no dia 9 de dezembro, com a exposição Senado em Movimento: 200 Anos de História. O endereço, que abrigou o antigo Clube dos Servidores Públicos, passa por obras de revitalização.
— Será um espaço aberto a toda comunidade. Além de exposições e galerias, pretendemos incluir playground, coworking, paisagismo e local para palestras. Este é um projeto grandioso e diferenciado de tudo que já existe em Brasília — disse a diretora-geral do Senado, Ilana Trombka.
Senado Cultural
O Senado Cultural vai oferecer exposições, restaurantes, auditório e espaços de convivência. Após a exposição inaugural, a galeria principal receberá exposição de longa duração com itens do acervo museológico do Senado. O centro cultural deve contar ainda com outros quatro espaços de exposição.
Uma das galerias deve ser dedicada a obras representativas de todos os estados. Uma segunda terá como enfoque a produção artística local, com exposições, oficinas e outras atividades educativas.
O projeto prevê ainda um espaço externo para abrigar a exposição de longa duração sobre o 8 de janeiro de 2023, quando o Palácio do Congresso Nacional foi invadido e teve suas instalações vandalizadas. Também haverá uma galeria dedicada à experiência imersiva do visitante.
O paisagismo será assinado pelo Escritório Burle Marx.
— É um projeto ambicioso, mas é um projeto que mostra a vocação de servir a comunidade de uma outra maneira. O Senado Federal sempre serve a comunidade e a sociedade por meio da sua atividade-fim. Agora, vai servir a comunidade e a sociedade também por meio de um centro cultural — afirmou Ilana.
História e identidade
O antigo Clube da Associação dos Servidores do Ministério da Educação e da Cultura foi inaugurado em 1976 e já foi referência em lazer e cultura de Brasília.
— Estamos preservando as fachadas, as varandas, o sistema construtivo, as esquadrias originais e os revestimentos em mármore. Também estamos mantendo o sistema viário interno e o castelo d’água, que tem uma forma bem marcante — explicou a arquiteta Vanessa Bhering, uma das responsáveis pelo acompanhamento das obras da Coordenação de Projetos e Obras de Infraestrutura.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: Agência Senado
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