Eleição mesa diretora

Deputado teme que acirramento da disputa atrapalhe sua eleição e reforça busca por consenso

Max diz que está conversando com todos os deputados, mas que a chapa ainda não está montada

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Política

Foto JLSiqueira Secom AL-MT

Temendo que o acirramento da disputa pelos demais cargos da Mesa Diretora venha a atrapalhar sua eleição à Presidência da Assembleia Legislativa, deputado Max Russi (PSB) reforçou a busca pelo consenso dentro do Parlamento. Ele afirmou que não tem preferidos e que irá votar naqueles que conquistarem apoio da maioria.

Até o momento a disputa mais acirrada está pela 1ª secretaria, em que Janaina Riva (MDB) teria ao menos 14 votos, contra Beto Dois a Um (União), vice-líder do governo. Além disso, pela 1ª Vice-presidência, Júlio Campos (União) disputa com Gilberto Cattani (PL), que alega ter mais direito ao posto, por estar mais tempo no Legislativo.
“Essa divisão pode me atrapalhar, não me ajuda, pois um ou outro que não for atendido pode ficar chateado e não votar”, disse, garantindo ter apoio dos demais 23 parlamentares.
“Estou conversando com todos os deputados, mas a chapa não está montada, será discutida. Aquele que conseguir a maioria dos votos terá meu apoio. Vamos formar a chapa democraticamente”, acrescentou.
Max ainda reforçou que não tem preferidos para os demais cargos da Mesa que será escolhida na sessão do dia 7 de agosto.
“Independentemente de quem for escolhido pra 1ª Secretaria nós não vamos dividir o grupo. Vamos trabalhar pelo fortalecimento. Qualquer um dos demais 23 deputados serviriam para ser meus companheiros de chapa, não tenho distinção. Aquele que for escolhido pela maioria será meu companheiro. Beto e Janaina são amigos, se dão bem e a disputa está na conquista de outros votos”, pontuou.

 

 

 

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CMO analisa crédito de R$ 24,9 milhões para AGU e segurança da Amazônia

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A Comissão Mista de Orçamento (CMO) analisa o Projeto de Lei do Congresso Nacional (PLN) 10/2026, que abre crédito especial de R$ 24,9 milhões no Orçamento em favor da Advocacia-Geral da União (AGU), do Ministério da Justiça e Segurança Pública e do Ministério da Educação.

A maior parte dos recursos será destinada à AGU, que receberá cerca de R$ 14,9 milhões (60% do total) para viabilizar contribuição eventual à Corte Interamericana de Direitos Humanos. Os recursos serão usados em atividades de cooperação técnica, capacitação e difusão de jurisprudência em direitos humanos, além da manutenção da adimplência do Brasil junto à instituição.

O Ministério da Justiça receberá aproximadamente R$ 9,9 milhões (39,7%) para ações do Fundo Nacional de Segurança Pública. Entre as medidas previstas, está a execução do Plano Amazônia: Segurança e Soberania (Plano Amas ), que busca combater crimes na Amazônia Legal e é financiado com recursos não reembolsáveis do Fundo Amazônia. Os recursos também devem ser destinados à construção de bases operacionais em Altamira (PA) e Araguatins (TO), além de ajustes em obras em andamento em Presidente Dutra (MA), Rorainópolis (RR) e Uiramutã (RR).

Já o Ministério da Educação contará com cerca de R$ 74 mil (0,3%) para a Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará, destinados ao pagamento de contribuição à Associação Grupo de Tordesilhas de Universidades, no âmbito das contribuições regulares a organismos internacionais de direito privado.

De acordo com a proposta, os recursos para abertura do crédito virão de excesso de arrecadação de doações nacionais, no valor de R$ 9,9 milhões, e de anulação de dotações orçamentárias, no montante de R$ 15 milhões. O PLN ainda precisa ser analisado pela CMO e, posteriormente, pelo Plenário do Congresso Nacional.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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