Política
Deputado elogia trabalho inclusivo do Poder Judiciário na 15ª edição do Ribeirinho Cidadão
Max Russi pediu atenção e ajuda para resolução do projeto de construção da orla em Santo Antônio de Leverger
Política
Veterano de outras edições, o primeiro-secretário da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, deputado Max Russi (PSB) participou da abertura da 15ª edição do programa, em Santo Antônio de Leverger, na última segunda-feira (25). “Um Tribunal de Justiça inclusivo”. Essa foi a definição de Russi, sobre o projeto Ribeirinho Cidadão, idealizado pelo Poder Judiciário do estado.
Até 8 de maio, essa caravana social também vai percorrer comunidades de Juscimeira e Barão de Melgaço. “É uma ação que merece os mais sinceros elogios da Assembleia Legislativa, pois, em parceria com outras instituições como a Defensoria Pública do Estado, o Poder Judiciário vai além da sua obrigação institucional e passa a desenvolver uma responsabilidade social com a população”, pontuou Max Russi.
O deputado acrescentou o quanto é valioso para crescimento das políticas sociais, juízes e desembargadores estarem “in loco” conhecendo os anseios, carências e necessidades das comunidades mais carentes. “Somos parceiros e sempre seremos aliados de projetos dessa magnitude e amplitude”, reforçou.
O projeto Ribeirinho Cidadão atende as comunidades de localidades isoladas. Além de sanar dúvidas jurídicas, leva assistencialismo como a tônica principal. A comunidade recebe alimentação, roupas, kits de higiene e limpeza, brinquedos, kits de higiene bucal e até mesmo computadores. A intenção é atender mais de 4000 pessoas no período de 14 dias de força-tarefa.
Na oportunidade, o deputado Max Russi pediu ao corregedor do Tribunal de Justiça, desembargador José Zuquim Nogueira, uma atenção especial a uma demanda antiga do município de Santo Antônio de Leverger: a conclusão da orla. “É um sonho antigo da população, que vai impactar diretamente o turismo local. Sabemos dos entraves jurídicos, mas precisamos de toda ajuda para uma resolução e assim continuarmos, ou idealizar novo projeto”, concluiu Max Russi.
Política
Senado terá centro cultural em Brasília
O Senado terá um espaço cultural em Brasília. Com 80 mil m², às margens do Lago Paranoá, o Senado Cultural será inaugurado no dia 9 de dezembro, com a exposição Senado em Movimento: 200 Anos de História. O endereço, que abrigou o antigo Clube dos Servidores Públicos, passa por obras de revitalização.
— Será um espaço aberto a toda comunidade. Além de exposições e galerias, pretendemos incluir playground, coworking, paisagismo e local para palestras. Este é um projeto grandioso e diferenciado de tudo que já existe em Brasília — disse a diretora-geral do Senado, Ilana Trombka.
Senado Cultural
O Senado Cultural vai oferecer exposições, restaurantes, auditório e espaços de convivência. Após a exposição inaugural, a galeria principal receberá exposição de longa duração com itens do acervo museológico do Senado. O centro cultural deve contar ainda com outros quatro espaços de exposição.
Uma das galerias deve ser dedicada a obras representativas de todos os estados. Uma segunda terá como enfoque a produção artística local, com exposições, oficinas e outras atividades educativas.
O projeto prevê ainda um espaço externo para abrigar a exposição de longa duração sobre o 8 de janeiro de 2023, quando o Palácio do Congresso Nacional foi invadido e teve suas instalações vandalizadas. Também haverá uma galeria dedicada à experiência imersiva do visitante.
O paisagismo será assinado pelo Escritório Burle Marx.
— É um projeto ambicioso, mas é um projeto que mostra a vocação de servir a comunidade de uma outra maneira. O Senado Federal sempre serve a comunidade e a sociedade por meio da sua atividade-fim. Agora, vai servir a comunidade e a sociedade também por meio de um centro cultural — afirmou Ilana.
História e identidade
O antigo Clube da Associação dos Servidores do Ministério da Educação e da Cultura foi inaugurado em 1976 e já foi referência em lazer e cultura de Brasília.
— Estamos preservando as fachadas, as varandas, o sistema construtivo, as esquadrias originais e os revestimentos em mármore. Também estamos mantendo o sistema viário interno e o castelo d’água, que tem uma forma bem marcante — explicou a arquiteta Vanessa Bhering, uma das responsáveis pelo acompanhamento das obras da Coordenação de Projetos e Obras de Infraestrutura.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: Agência Senado
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