"Utilidade"
Deputado cobra que leitos de UTI desativados sejam destinados a hospitais do interior
O objetivo é que os aparelhos que eram utilizados nos leitos de tratamento da covid-19 sejam destinados para os hospitais de pequeno porte.
Política
O deputado estadual Dr. Gimenez (PSD) cobrou, durante a sessão ordinária dessa quarta-feira (18), na Assembleia Legislativa, a destinação dos equipamentos dos leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI), que foram desativados após a pandemia da covid-19, para atender a demanda dos Hospitais de Pequeno Porte (HPP) no interior do estado.
Dr. Gimenez, que preside a Comissão de Saúde da Assembleia Legislativa, afirmou que tempos atrás conversou com o governador Mauro Mendes para que, assim que os leitos de UTI fossem desativados, os aparelhos que deixaram de ser usados nos leitos pudessem ser compartilhados com outros hospitais para dar celeridade aos procedimentos eletivos suspensos durante a pandemia.
“Com certeza sobraram camas, monitores e bombas de infusão. Isso melhoraria a resolutividade das unidades e aumentaria a celeridade de tal forma que nós conseguiríamos parar de vez com a ambulancioterapia. Ambulância não cura ninguém. Nós temos que aumentar a resolução lá no hospital de pequeno porte para não sobrecarregar os hospitais regionais e, consequentemente, não sobrecarregar os hospitais de ponta da capital”, pontuou.
O parlamentar ainda ressaltou que a celeridade nos procedimentos eletivos é questão de urgência e que a fila de pessoas aguardando cirurgia tem aumentado.
“Tem cirurgia atrasada como, por exemplo, cirurgia pediátrica de otorrino. Tem criança que passou a pandemia inteira com respiração dificultosa por amígdala grande, adenoide grande e isso é só um exemplo. Agora imagina quantas pessoas estão aguardando cirurgia geral. Mulheres com sangramento aguardando cirurgia ginecológica. Precisamos implementar mais e dar celeridade nas cirurgias. Nós precisamos de rapidez, a fila é muito grande e é do nosso interesse que esse pessoal seja atendido”, concluiu.
Política
Senado terá centro cultural em Brasília
O Senado terá um espaço cultural em Brasília. Com 80 mil m², às margens do Lago Paranoá, o Senado Cultural será inaugurado no dia 9 de dezembro, com a exposição Senado em Movimento: 200 Anos de História. O endereço, que abrigou o antigo Clube dos Servidores Públicos, passa por obras de revitalização.
— Será um espaço aberto a toda comunidade. Além de exposições e galerias, pretendemos incluir playground, coworking, paisagismo e local para palestras. Este é um projeto grandioso e diferenciado de tudo que já existe em Brasília — disse a diretora-geral do Senado, Ilana Trombka.
Senado Cultural
O Senado Cultural vai oferecer exposições, restaurantes, auditório e espaços de convivência. Após a exposição inaugural, a galeria principal receberá exposição de longa duração com itens do acervo museológico do Senado. O centro cultural deve contar ainda com outros quatro espaços de exposição.
Uma das galerias deve ser dedicada a obras representativas de todos os estados. Uma segunda terá como enfoque a produção artística local, com exposições, oficinas e outras atividades educativas.
O projeto prevê ainda um espaço externo para abrigar a exposição de longa duração sobre o 8 de janeiro de 2023, quando o Palácio do Congresso Nacional foi invadido e teve suas instalações vandalizadas. Também haverá uma galeria dedicada à experiência imersiva do visitante.
O paisagismo será assinado pelo Escritório Burle Marx.
— É um projeto ambicioso, mas é um projeto que mostra a vocação de servir a comunidade de uma outra maneira. O Senado Federal sempre serve a comunidade e a sociedade por meio da sua atividade-fim. Agora, vai servir a comunidade e a sociedade também por meio de um centro cultural — afirmou Ilana.
História e identidade
O antigo Clube da Associação dos Servidores do Ministério da Educação e da Cultura foi inaugurado em 1976 e já foi referência em lazer e cultura de Brasília.
— Estamos preservando as fachadas, as varandas, o sistema construtivo, as esquadrias originais e os revestimentos em mármore. Também estamos mantendo o sistema viário interno e o castelo d’água, que tem uma forma bem marcante — explicou a arquiteta Vanessa Bhering, uma das responsáveis pelo acompanhamento das obras da Coordenação de Projetos e Obras de Infraestrutura.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: Agência Senado
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