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Defesa Civil promove seminário sobre redução do risco de desastres em Sinop

Evento será realizado nos dias 5 e 6 de julho, na Câmara Municipal

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Política

SECOM/MT

O Governo de Mato Grosso, por meio da Secretaria Adjunta de Proteção e Defesa Civil, promove o 1º Seminário Regional sobre Redução do Risco de Desastres em Sinop (500 km de Cuiabá), nos dias 5 e 6 de julho. O evento será realizado na Câmara Municipal e é aberto à população. As inscrições são gratuitas (clique aqui).

O objetivo do encontro é fomentar a participação da população e o desenvolvimento de pesquisas com foco em redução do risco de desastres. Ainda, fortalecer a rede de proteção e defesa civil no Estado, a fim de garantir medidas de prevenção efetivas e a melhor resposta em caso de desastres.

O secretário adjunto de proteção e Defesa Civil, coronel BM Cesar Brum, ressalta que a participação popular nas discussões é importante para a adoção de comportamentos de prevenção às ocorrências.

“O seminário tende a desenvolver uma cultura de prevenção de desastres na população. Nós entendemos que, a partir do momento em que as pessoas tomam conhecimento dos riscos aos quais estão expostos, isso pode resultar em medidas futuras para a redução desses riscos, ou seja, pode estimular comportamentos para evitar situações de risco”, observa.

O seminário vai contar com palestras de especialistas em diversas áreas, tratando temas como mapeamento de áreas de risco, gerenciamento de risco de desastres com produtos perigosos, impacto das queimadas e incêndios florestais na saúde da população da Amazônia Legal e Pantanal e o uso do SipamHidro como fonte de alerta para enchentes e inundações.

Também serão discutidos a atuação dos consórcios intermunicipais e da Defesa Civil, voluntariado e a redução de riscos de desastres e a aplicação da geotecnologia aos incêndios florestais.

SECOM/MT

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Pivetta prepara enxugamento da máquina e avalia cortes no Governo de MT

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O governador reeleito Otaviano Pivetta (Republicanos) prepara uma revisão ampla da estrutura do Governo de Mato Grosso antes do início do novo mandato, em janeiro de 2027. A medida pretende identificar despesas que podem ser reduzidas e tornar a máquina pública mais enxuta.

A previsão é que um decreto seja publicado entre esta quarta-feira (7) e quinta-feira (8), estabelecendo os critérios para a análise. O trabalho deverá avaliar a estrutura dos órgãos estaduais, gastos com pessoal e custeio, contratos e possíveis sobreposições de funções.

A condução dos estudos deverá ficar a cargo de uma comissão presidida pelo ex-secretário de Fazenda Rogério Gallo, que coordenou a campanha de Pivetta nas eleições deste ano. O grupo terá a missão de reunir informações de diferentes setores do Estado para elaborar um diagnóstico da atual estrutura administrativa.

Entre os dados que serão analisados estão o número de servidores e cargos existentes, a organização das secretarias, contratos firmados pelo Governo e despesas administrativas. A partir desse levantamento, a comissão deverá apontar setores com possibilidade de redução de custos e áreas que precisam ser preservadas ou consideradas prioritárias.

A revisão também poderá atingir o quadro de pessoal, principalmente os cargos comissionados. No entanto, a quantidade e o formato de eventuais cortes ainda não estão definidos e dependerão das conclusões do levantamento.

A proposta faz parte da preparação para o novo ciclo administrativo de Pivetta, que foi reeleito no primeiro turno no último domingo (4). A intenção é iniciar 2027 com uma estrutura considerada mais eficiente e com maior capacidade de direcionar recursos para investimentos e serviços públicos.

O movimento ocorre paralelamente às mudanças que o governador já sinalizou para a equipe de secretariado. Pivetta afirmou que pretende promover alterações pontuais na estrutura do Governo, sem uma reforma ampla, com o objetivo de corrigir áreas que ainda não apresentam os resultados esperados.

Com a revisão, a gestão pretende identificar onde há espaço para economia sem comprometer serviços considerados essenciais. O diagnóstico deverá servir de base para as decisões administrativas que serão tomadas na preparação do próximo mandato.



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