“Inapropriado”
“Danoninho”: de queridinho à “persona non grata” na corrida eleitoral
A decadência de quem muito arrodeou mais que “mosca de padaria”, cogitou, agitou, desenhou, e foi flagrado no exato momento da consagração.
Política
Pelo que tudo indica, não foi desta vez, aquele que antes era visto como um verdadeiro “garoto prodígio”, o “homem de confianças” das maiores lideranças política do estado, “mostrou a garras”, revelando o verdadeiro “Danoninho” azedo, fora de validade, impróprio para consumo, e como o velho e popular ditado, que na política até perdoa a traição, mas não o traidor, o escanteio, a exclusão, foi o caminho entrado para mostrar ao “espertinho” que ele ainda segue no modo de principiante.
A corrida eleitoral em Mato Grosso, nos últimos meses ganhou muitos caminhos, formatos e ganhou cores, porém, sempre seguindo a “batuta do maestro”, como vem sendo desde 2002, mas para aqueles “achometros” que se aventuram em uma manobra arriscada tentando conduzir as movimentações das peças sem o consentimento, o castigo é inevitável.
Como na última semana, o governador Mauro Mendes anunciou o compromisso com a pré-candidatura à reeleição, nos últimos dias, as movimentações e cogitações ficaram por conta de quem vai ocupar a vaga de vice-governador, já que até agora, tudo não passou de suposições.
Assim, segundo informações de fontes ligadas aos bastidores da corrida eleitoral, e de acordo com o “Aracuã do Pantanal”, o agente político denominado de “Danoninho”, tinha tudo para ser apontado como um dos pretensos a formar dupla com Mauro Mendes, mas devido a sua suposta “astúcia”, um verdadeiro “puxão de orelha” foi dado, deixando para seu retorno na vida pública, só para os próximos anos, caso tenha bom comportamento.
“O menino teimoso, tentando dar uma de esperto, taí, tomou, ficou de fora”.
A com as datas das convenções “pipocando” de todos os lados, as decisões são cada vez pressionadas, os nomes que eram apenas cogitações, é hora de mostrar a verdade, quem vai disputar de protagonista, coadjuvante, ou ficar de fora, seguindo o caminho do “Danoninho”, que mesmo emburrado pegou seu “banquinho e está saindo de mansinho”.
Política
Senado terá centro cultural em Brasília
O Senado terá um espaço cultural em Brasília. Com 80 mil m², às margens do Lago Paranoá, o Senado Cultural será inaugurado no dia 9 de dezembro, com a exposição Senado em Movimento: 200 Anos de História. O endereço, que abrigou o antigo Clube dos Servidores Públicos, passa por obras de revitalização.
— Será um espaço aberto a toda comunidade. Além de exposições e galerias, pretendemos incluir playground, coworking, paisagismo e local para palestras. Este é um projeto grandioso e diferenciado de tudo que já existe em Brasília — disse a diretora-geral do Senado, Ilana Trombka.
Senado Cultural
O Senado Cultural vai oferecer exposições, restaurantes, auditório e espaços de convivência. Após a exposição inaugural, a galeria principal receberá exposição de longa duração com itens do acervo museológico do Senado. O centro cultural deve contar ainda com outros quatro espaços de exposição.
Uma das galerias deve ser dedicada a obras representativas de todos os estados. Uma segunda terá como enfoque a produção artística local, com exposições, oficinas e outras atividades educativas.
O projeto prevê ainda um espaço externo para abrigar a exposição de longa duração sobre o 8 de janeiro de 2023, quando o Palácio do Congresso Nacional foi invadido e teve suas instalações vandalizadas. Também haverá uma galeria dedicada à experiência imersiva do visitante.
O paisagismo será assinado pelo Escritório Burle Marx.
— É um projeto ambicioso, mas é um projeto que mostra a vocação de servir a comunidade de uma outra maneira. O Senado Federal sempre serve a comunidade e a sociedade por meio da sua atividade-fim. Agora, vai servir a comunidade e a sociedade também por meio de um centro cultural — afirmou Ilana.
História e identidade
O antigo Clube da Associação dos Servidores do Ministério da Educação e da Cultura foi inaugurado em 1976 e já foi referência em lazer e cultura de Brasília.
— Estamos preservando as fachadas, as varandas, o sistema construtivo, as esquadrias originais e os revestimentos em mármore. Também estamos mantendo o sistema viário interno e o castelo d’água, que tem uma forma bem marcante — explicou a arquiteta Vanessa Bhering, uma das responsáveis pelo acompanhamento das obras da Coordenação de Projetos e Obras de Infraestrutura.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: Agência Senado
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