“Inapropriado”
“Danoninho”: de queridinho à “persona non grata” na corrida eleitoral
A decadência de quem muito arrodeou mais que “mosca de padaria”, cogitou, agitou, desenhou, e foi flagrado no exato momento da consagração.
Política
Pelo que tudo indica, não foi desta vez, aquele que antes era visto como um verdadeiro “garoto prodígio”, o “homem de confianças” das maiores lideranças política do estado, “mostrou a garras”, revelando o verdadeiro “Danoninho” azedo, fora de validade, impróprio para consumo, e como o velho e popular ditado, que na política até perdoa a traição, mas não o traidor, o escanteio, a exclusão, foi o caminho entrado para mostrar ao “espertinho” que ele ainda segue no modo de principiante.
A corrida eleitoral em Mato Grosso, nos últimos meses ganhou muitos caminhos, formatos e ganhou cores, porém, sempre seguindo a “batuta do maestro”, como vem sendo desde 2002, mas para aqueles “achometros” que se aventuram em uma manobra arriscada tentando conduzir as movimentações das peças sem o consentimento, o castigo é inevitável.
Como na última semana, o governador Mauro Mendes anunciou o compromisso com a pré-candidatura à reeleição, nos últimos dias, as movimentações e cogitações ficaram por conta de quem vai ocupar a vaga de vice-governador, já que até agora, tudo não passou de suposições.
Assim, segundo informações de fontes ligadas aos bastidores da corrida eleitoral, e de acordo com o “Aracuã do Pantanal”, o agente político denominado de “Danoninho”, tinha tudo para ser apontado como um dos pretensos a formar dupla com Mauro Mendes, mas devido a sua suposta “astúcia”, um verdadeiro “puxão de orelha” foi dado, deixando para seu retorno na vida pública, só para os próximos anos, caso tenha bom comportamento.
“O menino teimoso, tentando dar uma de esperto, taí, tomou, ficou de fora”.
A com as datas das convenções “pipocando” de todos os lados, as decisões são cada vez pressionadas, os nomes que eram apenas cogitações, é hora de mostrar a verdade, quem vai disputar de protagonista, coadjuvante, ou ficar de fora, seguindo o caminho do “Danoninho”, que mesmo emburrado pegou seu “banquinho e está saindo de mansinho”.
Política
Zé Medeiros pede impeachment de Zanin por prorrogação do horário de votação
O deputado federal e senador eleito por Mato Grosso, Zé Medeiros (PL), encaminhou nesta segunda-feira (26) ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), um pedido de impeachment do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Cristiano Zanin. A iniciativa questiona a decisão do magistrado de estender até as 19h o horário de votação nas eleições do último domingo (25).
Na representação, Medeiros solicita que o Senado analise se o pedido reúne os requisitos para tramitar e apure os fundamentos jurídicos da decisão, além das circunstâncias em que a medida foi adotada e de seus efeitos sobre o processo eleitoral.
O parlamentar também questiona a abrangência nacional da determinação, uma vez que a reclamação apresentada ao STF estava relacionada a dificuldades no transporte de eleitores em municípios da Bahia, incluindo Salvador, Feira de Santana e Lauro de Freitas.
A decisão de Zanin foi tomada após uma solicitação relacionada à falta de transporte público suficiente para o deslocamento de eleitores. A determinação inicial estendeu o horário de votação para todo o país. Posteriormente, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) esclareceu que a prorrogação deveria valer apenas para as seções eleitorais que ainda não haviam encerrado a votação, sem reabrir urnas já fechadas.
Entre os pontos levantados por Medeiros está o intervalo entre a chegada do caso ao Supremo, às 16h32min49s, e o encerramento regular da votação, previsto para as 17h. O deputado pede acesso à íntegra do processo e aos documentos que embasaram a decisão.
A representação também solicita registros de comunicação entre o STF, o TSE e os tribunais regionais eleitorais, com o objetivo de esclarecer a sequência dos acontecimentos e como a determinação foi transmitida e executada.
Segundo Medeiros, a iniciativa busca garantir que os fatos sejam examinados pelo Senado. O parlamentar afirma que o pedido não representa uma conclusão antecipada sobre eventual responsabilidade do ministro e defende que a análise seja feita com base em critérios técnicos e jurídicos.
O encaminhamento da representação não significa que o impeachment tenha sido aceito ou que haja condenação de Zanin. O prosseguimento depende da análise dos requisitos legais e dos procedimentos cabíveis no Senado Federal.
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