"Ser Justo"

“Dai, a Maria Dimpina o que é de Maria Dimpina”, mãe da ferrovia em Cuiabá

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Política

Da Redação

Enquanto uns defendem o nome do saudoso senador, Vicente Vuolo para denominar a ferrovia que chegará em Cuiabá, outros já falo do empresário Olacyr de Moraes, porem muitos se esquecem que dados históricos apontam que a mãe desta ferrovia, foi a professora Maria Dimpina Duarte.

Considerada uma mulher muito à frente da sua época, informações históricas relatam que a professora, entre 1910 e 1920 já defendia a chegada dos trilhos até Cuiabá, com objetivo de encurtar os caminhos entre os grandes centros, e principalmente, desenvolver a região centro-oeste.

As considerações da professora, jornalista, da mulher que venceu barreiras, conceitos e pré-conceitos, foram levadas adianta, um sonho ideal, para ligação do desenvolvimento e progresso, mas se hoje ainda falam em empoderamento feminino, em igualdade, em valorização da mulher, imagine entre 1910 e 1920, em Cuiabá.

Para fazer um comparativo, vale ressaltar dentro do fato histórico, que Maria Dimpina foi a primeira mulher a estudar na Escola Liceu Cuiabano, local até então, predominado apenas por estudantes homens.

No livro Esperando o Trem, de Fernando Borges, os relatos vão muito além de um sonho, o autor classifica a Prof. Maria Dimpina como a mãe da ferrovia em Cuiabá.

Cabe agora, a Assembleia Legislativa, que tem parlamentar representante, exímio conhecedor da história de Mato Grosso, ver, rever, analisar, verificar, ponderar, e principalmente, mesmo sendo homem, homenagear a quem primeiramente lutou por mais de 30 anos, para ao menos o sonho virar projeto e tonar realidade, fazendo o desenvolvimento chegar até Cuiabá, através das linhas do trem.

Dados apontam que muita gente não esperava, e até mesmo desconhecia, que para o trem chegar até Cuiabá em 2025, o projeto teria sido sonhado desde 1910, e que assim como Vicente Vuolo é considerado por muitos como o pai, o trem tem uma “mãe”, Maria Dimpina Duarte.

Se o pai e o padrinho têm importância, o que dizer da geradora, a mãe, neste caso, como a denominação do nome da ferrovia já criou tanto imbróglio, mais vale ser justo e fazer uma homenagem que atenda a todos: “Dai, a Maria Dimpina o que é de Maria Dimpina”.

Foto: Revista A Violeta

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Podemos concentra R$ 2 milhões em campanha e mira bancada de seis deputados

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O Podemos decidiu apostar alto na eleição proporcional de Mato Grosso e já destinou R$ 2,05 milhões em recursos de campanha aos candidatos que disputam vagas na Assembleia Legislativa. A estratégia acompanha uma meta ambiciosa anunciada pelo partido: eleger pelo menos seis deputados estaduais e formar uma das maiores bancadas da próxima legislatura.

A legenda lançou 25 nomes para a disputa pela ALMT e, de acordo com o presidente estadual do Podemos, Max Russi, trabalha com a expectativa de conquistar seis cadeiras, podendo chegar a sete. A projeção colocaria o partido com um quarto das 24 vagas do Legislativo estadual.

A distribuição dos recursos, porém, não ocorre de maneira uniforme. O próprio Max Russi, que busca a reeleição e atualmente preside a Assembleia, recebeu R$ 450 mil, o maior repasse registrado até agora. O valor representa cerca de 22% de todo o montante distribuído pelo partido.

Na sequência aparecem Karen Rocha, com R$ 200 mil, e Beto Dois a Um e Valdeníria Dutra, com R$ 150 mil cada. Outros sete candidatos, Adelcino Lopo, Bira, Geovane Gamba, Janailza Taveira, Allan Kardec, Sargento Casarin e Scheila Pedroso, receberam R$ 100 mil cada.

Também foram registrados repasses de R$ 50 mil para Alessandra Ferreira, Alex Rodrigues, Gustavo Bang, Joize Marques, Marcos Paulista, Meraldo Sá, Priscila Dourado e Salete Bergamin. Enquanto isso, Fabinho Tardin, Mauro Savi, Rafael Machado e Ulysses Moraes ainda não haviam recebido recursos do partido no levantamento. Carlos Kan aparece como inapto por não ter apresentado prestação de contas à Justiça Eleitoral.

A estratégia financeira revela uma tentativa do Podemos de transformar a força da chapa em representação efetiva no plenário. A legenda trabalha com a possibilidade de ampliar significativamente sua presença na Assembleia, mas o resultado dependerá do desempenho conjunto dos candidatos e da distribuição das vagas pelo sistema proporcional.

Com a maior parte da verba ainda concentrada em um grupo específico de candidaturas, o desempenho das urnas também será um teste para a aposta feita pela direção partidária. A promessa de seis cadeiras significa, na prática, conquistar 25% da Assembleia, uma meta que colocaria o Podemos no centro das articulações pelo comando da próxima legislatura.



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