“Bastidores em chamas”

Da volta dos que não foram até as candidaturas inviabilizadas

Forças ocultas movimentam bastidores eleitoral com resultados das ações do passado interferindo no presente.

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Política

Foto: TRE-MT

Em menos de 24 horas após o início da corrida eleitoral, a movimentação nos bastidores de discreta não tem mais nada, pelo contrário está chamando atenção até do mais desatentos, as forças ocultas estão atuando de tal forma, que desistências de “figurinhas carimbadas” do meio “pipocam em todo canto”, com a tendência de multiplicar nos próximos dias com o “arrocho” da Justiça.

São vários candidatos ex-detentos, ex-tornozelados, denunciados e investigados por suposto envolvimento em desvio de recurso público, que mesmo com esses pressupostos, sendo que alguns já ficaram inviabilizados de exercer cargos públicos, hoje estão fazendo de tudo para voltar, “custe o que custar”.

Como também, existem os denominados agentes políticos que exerceram cargos de indicação, seja nas esferas municipal, estadual e federal, nos últimos anos, atividades que podem de uma forma ou de outra, inviabilizar os andamentos da disputa por interferência da Justiça.

Segundo fontes dos bastidores e de acordo com o “Aracuã do Pantanal”, nos últimos meses, denúncias informando supostas irregularidades cometidas por diversos agentes públicos, chegaram no Ministério Público Estadual, semelhante a lufada no Pantanal.

Seguindo neste sentido, para determinados partidos, mais vale ter um “boi de piranha”, salvando o grupo todo, do que levar a disputa até o final, e prejudicar todo projeto, por uma “capirava enlameada no banhado”. Desta forma, a tendência é ter até o dia 12 de setembro, várias desistências, como também candidaturas impugnadas, devido ações jurídicas.

Como diz uma velha raposa na política de Mato Grosso, o momento é de observação, aguardar para ver quem estará livre, e em condições para disputar verdadeiramente no páreo.

“Diga com quem anda, que direi quem tu és”; “Uma laranja podre pode contaminar todo caminhão”; são ditados populares que devem estar fazendo toda diferença nas mudanças das peças do tabuleiro eleitoral.

 

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Senado terá centro cultural em Brasília

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O Senado terá um espaço cultural em Brasília. Com 80 mil m², às margens do Lago Paranoá, o Senado Cultural será inaugurado no dia 9 de dezembro, com a exposição Senado em Movimento: 200 Anos de História. O endereço, que abrigou o antigo Clube dos Servidores Públicos, passa por obras de revitalização.

— Será um espaço aberto a toda comunidade. Além de exposições e galerias, pretendemos incluir playground, coworking, paisagismo e local para palestras. Este é um projeto grandioso e diferenciado de tudo que já existe em Brasília — disse a diretora-geral do Senado, Ilana Trombka.

Senado Cultural

O Senado Cultural vai oferecer exposições, restaurantes, auditório e espaços de convivência. Após a exposição inaugural, a galeria principal receberá exposição de longa duração com itens do acervo museológico do Senado. O centro cultural deve contar ainda com outros quatro espaços de exposição.

Uma das galerias deve ser dedicada a obras representativas de todos os estados. Uma segunda terá como enfoque a produção artística local, com exposições, oficinas e outras atividades educativas.

O projeto prevê ainda um espaço externo para abrigar a exposição de longa duração sobre o 8 de janeiro de 2023, quando o Palácio do Congresso Nacional foi invadido e teve suas instalações vandalizadas. Também haverá uma galeria dedicada à experiência imersiva do visitante.

O paisagismo será assinado pelo Escritório Burle Marx. 

— É um projeto ambicioso, mas é um projeto que mostra a vocação de servir a comunidade de uma outra maneira. O Senado Federal sempre serve a comunidade e a sociedade por meio da sua atividade-fim. Agora, vai servir a comunidade e a sociedade também por meio de um centro cultural — afirmou Ilana.

História e identidade

O antigo Clube da Associação dos Servidores do Ministério da Educação e da Cultura foi inaugurado em 1976 e já foi referência em lazer e cultura de Brasília. 

— Estamos preservando as fachadas, as varandas, o sistema construtivo, as esquadrias originais e os revestimentos em mármore. Também estamos mantendo o sistema viário interno e o castelo d’água, que tem uma forma bem marcante — explicou a arquiteta Vanessa Bhering, uma das responsáveis pelo acompanhamento das obras da Coordenação de Projetos e Obras de Infraestrutura.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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