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Cuiabá é premiada nas áreas de desenvolvimento socioeconômico e ordem pública

A avaliação foi realizada pelo Grupo Bandeirantes de Comunicação, em parceria com o Instituto Aquila

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Política

Foto: Davi Valle/Secom-CBA

Cuiabá foi eleita pelo Prêmio Band Cidades Excelentes como a melhor cidade mato-grossense, acima de 100 mil habitantes, nos pilares de desenvolvimento socioeconômico e ordem pública. A avaliação é referente ao ano de 2022 e foi realizada pelo Grupo Bandeirantes de Comunicação, em parceria com o Instituto Aquila.

Foram considerados os critérios: PIB per capita; Índice GINI da renda domiciliar per capita, Jovens entre 18 e 20 anos que completaram o ensino médio; pessoas com 25 anos ou mais que completaram o ensino superior; percentual de pobres na população; salário médio; população ocupada; taxas de homicídios, de mortes por arma de fogo, e de mortes no trânsito.

Somando todos esses parâmetros, Cuiabá alcançou a pontuação 65,84, considerada a melhor entre todas as cidades de Mato Grosso que possuem uma população acima dos 100 mil habitantes. De acordo com a organização da premiação, todos os dados utilizados para a avaliação e definição dos vencedores são coletados de fontes públicas.

“Cuiabá tem um enorme potencial de desenvolvimento e, como gestão pública humanizada, trabalhamos para que isso ocorra de forma justa, alcançando prioritariamente aqueles que mais precisam. Mais uma vez ganhamos destaque em uma premiação nacional e nossa meta é continuar fomentando políticas públicas que coloquem Cuiabá como protagonista”, comenta o prefeito Emanuel Pinheiro.

A PREMIAÇÃO

O Prêmio Band Cidades Excelentes é promovido com o objetivo de reconhecer, fomentar e incentivar as boas práticas da gestão pública para melhorar a realidade dos 5.570 municípios brasileiros. O instrumento utilizado na avaliação e julgamento é o Índice de Gestão Municipal Aquila (IGMA), que reúne as informações públicas mais atualizadas.

Todas as cidades brasileiras estão automaticamente pré-inscritas na premiação e são separadas três categorias de avaliação na etapa estadual. A iniciativa também abrange cinco categorias na fase nacional, que deve ocorrer ainda neste mês de novembro, em Brasília, reunindo gestores públicos de todo o Brasil. 

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CMO analisa crédito de R$ 24,9 milhões para AGU e segurança da Amazônia

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A Comissão Mista de Orçamento (CMO) analisa o Projeto de Lei do Congresso Nacional (PLN) 10/2026, que abre crédito especial de R$ 24,9 milhões no Orçamento em favor da Advocacia-Geral da União (AGU), do Ministério da Justiça e Segurança Pública e do Ministério da Educação.

A maior parte dos recursos será destinada à AGU, que receberá cerca de R$ 14,9 milhões (60% do total) para viabilizar contribuição eventual à Corte Interamericana de Direitos Humanos. Os recursos serão usados em atividades de cooperação técnica, capacitação e difusão de jurisprudência em direitos humanos, além da manutenção da adimplência do Brasil junto à instituição.

O Ministério da Justiça receberá aproximadamente R$ 9,9 milhões (39,7%) para ações do Fundo Nacional de Segurança Pública. Entre as medidas previstas, está a execução do Plano Amazônia: Segurança e Soberania (Plano Amas ), que busca combater crimes na Amazônia Legal e é financiado com recursos não reembolsáveis do Fundo Amazônia. Os recursos também devem ser destinados à construção de bases operacionais em Altamira (PA) e Araguatins (TO), além de ajustes em obras em andamento em Presidente Dutra (MA), Rorainópolis (RR) e Uiramutã (RR).

Já o Ministério da Educação contará com cerca de R$ 74 mil (0,3%) para a Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará, destinados ao pagamento de contribuição à Associação Grupo de Tordesilhas de Universidades, no âmbito das contribuições regulares a organismos internacionais de direito privado.

De acordo com a proposta, os recursos para abertura do crédito virão de excesso de arrecadação de doações nacionais, no valor de R$ 9,9 milhões, e de anulação de dotações orçamentárias, no montante de R$ 15 milhões. O PLN ainda precisa ser analisado pela CMO e, posteriormente, pelo Plenário do Congresso Nacional.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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