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Contas do exercício 2020 da Prefeitura de Cuiabá são aprovadas pela Câmara Municipal

O prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro, destacou que a aprovação é prova de que a boa gestão fiscal da Prefeitura de Cuiabá, desde o ano de 2017, está assegurada.

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Política

Foto: Luiz Alves/Secom-CBA

A Câmara Municipal de Cuiabá aprovou durante sessão realizada na manhã desta terça-feira (27), as contas referente ao exercício do ano de 2020 da Prefeitura de Cuiabá. Por unanimidade, o Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso (TCE-MT) já havia emitido parecer favorável à aprovação.

No total, as contas foram aprovadas com 15 votos favoráveis e duas ausências foram registradas.

De acordo com a unidade técnica do TCE-MT, as receitas arrecadas e as despesas realizadas, excluindo as intraorçamentárias, totalizaram, respectivamente, R$ 2.650 bilhões e R$ 2.633 bilhões e a Receita Corrente Líquida (RCL) perfez R$ 2.165 bilhões. Na execução orçamentária, apurou-se resultado superavitário de R$ 16,6 milhões.

O prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro, destacou que a aprovação é prova de que a boa gestão fiscal da Prefeitura de Cuiabá, desde o ano de 2017, está assegurada.

“Mais uma vez, a Prefeitura de Cuiabá é reconhecida pelo comprometimento perante a administração pública. Vivenciamos um ano extremamente atípico em 2020 frente a maior crise sanitária já registrada e que acarretou em muita tristeza e adoção de medidas de austeridade.  A Prefeitura de Cuiabá agiu para proteger às famílias, investiu muito na Saúde Pública, garantiu a abertura de leitos de UTIs e salvou vidas e, mesmo a tamanhas dificuldades sanitárias, realizou investimentos que refletem na economia, no fomento a setores que foram severamente atingidos com a pandemia causada pela Covid19. A gestão mantém o compromisso pelo zelo da administração pública e desenvolvimento da capital mato-grossense”,  finalizou o prefeito de Cuiabá.

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Pivetta prepara enxugamento da máquina e avalia cortes no Governo de MT

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O governador reeleito Otaviano Pivetta (Republicanos) prepara uma revisão ampla da estrutura do Governo de Mato Grosso antes do início do novo mandato, em janeiro de 2027. A medida pretende identificar despesas que podem ser reduzidas e tornar a máquina pública mais enxuta.

A previsão é que um decreto seja publicado entre esta quarta-feira (7) e quinta-feira (8), estabelecendo os critérios para a análise. O trabalho deverá avaliar a estrutura dos órgãos estaduais, gastos com pessoal e custeio, contratos e possíveis sobreposições de funções.

A condução dos estudos deverá ficar a cargo de uma comissão presidida pelo ex-secretário de Fazenda Rogério Gallo, que coordenou a campanha de Pivetta nas eleições deste ano. O grupo terá a missão de reunir informações de diferentes setores do Estado para elaborar um diagnóstico da atual estrutura administrativa.

Entre os dados que serão analisados estão o número de servidores e cargos existentes, a organização das secretarias, contratos firmados pelo Governo e despesas administrativas. A partir desse levantamento, a comissão deverá apontar setores com possibilidade de redução de custos e áreas que precisam ser preservadas ou consideradas prioritárias.

A revisão também poderá atingir o quadro de pessoal, principalmente os cargos comissionados. No entanto, a quantidade e o formato de eventuais cortes ainda não estão definidos e dependerão das conclusões do levantamento.

A proposta faz parte da preparação para o novo ciclo administrativo de Pivetta, que foi reeleito no primeiro turno no último domingo (4). A intenção é iniciar 2027 com uma estrutura considerada mais eficiente e com maior capacidade de direcionar recursos para investimentos e serviços públicos.

O movimento ocorre paralelamente às mudanças que o governador já sinalizou para a equipe de secretariado. Pivetta afirmou que pretende promover alterações pontuais na estrutura do Governo, sem uma reforma ampla, com o objetivo de corrigir áreas que ainda não apresentam os resultados esperados.

Com a revisão, a gestão pretende identificar onde há espaço para economia sem comprometer serviços considerados essenciais. O diagnóstico deverá servir de base para as decisões administrativas que serão tomadas na preparação do próximo mandato.



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