“Perpetuando”

Com orçamento milionário AMM vira objeto de desejo contínuo

Desde 2015 no comando, o presidente já teria custado mais de R$ 2 milhões para AMM

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Política

Foto: Assessoria/Divulgação

A Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM) começa chamar atenção, devido a disputa pela presidência programada no início do próximo anos, 2023, com mais de 120 associados, o potencial da instituição vai muito além de prestar serviços para cada cidade, como também, exerce uma ligação direta entre os representantes do poder público com o povo.

Hoje, a AMM é de extrema importância, principalmente para aqueles municípios com menor poder econômico, influenciando diretamente no desenvolvimento estrutural de várias regiões, com ações políticas, através de parceria dos poderes legislativos, executivos, municipal, estadual e federal.

Para atender a demanda, foi necessária uma estruturação da AMM, tanto física e profissional, o que requer investimentos, com receita milionária mensal que é mantida pela mensalidade dos associados. Até então considerado louvável, já que para atender as reivindicações do povo através dos vereadores e prefeitos, precisa de profissionais competentes no exercício da função.

Por outro lado, muitos pormenores já entram em rota de colisão, provocando diversas indagações e controversas, como o fato do presidente da AMM, Neurilan Fraga não ser um representante da categoria, já que há muito tempo deixou de exercer o cago de prefeito de Nortelândia.

Foto: AMM-MT

“ Em 2105 quando assumiu, o salário de presidente era cerca de R$ 17 mil, hoje fica em torno de R$ 25 mil, em uma estimativa, só de ordenado Fraga já teria embolsado mais de R$ 2 milhões da AMM, pagos com recurso público”.

Desde o não preenchimento do requisito de ser prefeito, até a busca pela perpetuação no cargo, sem falar das inúmeras reclamações de vários chefes de executivo municipal, referente ao comportamento do presidente da AMM, está fazendo surgir vários nomes para disputa do próximo ano.

Vários prefeitos estão demonstrando interesse em colaborar com o enredo final da era Fraga na AMM. De norte a sul, da “Baixada Cuiabana”, interesses de muitos prefeitos mostram de que desta vez a presidência da AMM será efetivamente disputada.

Nesta semana, após uma derrota na disputa pela presidência do consócio intermunicipal de Saúde do Vale do Rio Cuiabá, uma atitude de Neurilan Fraga desagradou tanto quem estava no local, quanto quem ficou sabendo do ocorrido depois, já que o presidente demonstrou total insatisfação, chegando até questionar a permanência do exercício do consócio na sede da AMM.

“Vou consultar a diretoria para ver se podem permanecer na AMM”, indagou Neurilan.

O ato foi reprovado de imediato por muitos que estavam presente, quando manifestaram perguntando se a AMM tinha dono.

O bate-boca foi inevitável, chegando até no desafio da próxima disputa para presidência, quando o prefeito de Jangada, Rogerio Meira disse que será um apoiador da oposição à Fraga.

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Wilson Santos defende políticas de segurança alimentar e apoio a famílias vulneráveis

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Entre as 21 emendas apresentadas ao Projeto de Lei nº 692/2026, que estabelece as diretrizes para o orçamento estadual de 2027 (PLDO), está a proposta de n.° 27 do deputado estadual Wilson Santos (PSD) para apoiar e desenvolver ações de segurança alimentar e enfrentamento à fome em Mato Grosso. A iniciativa foi motivada pelo levantamento do Tribunal de Contas do Estado (TCE), que mapeia a situação dos 142 municípios mato-grossenses em relação ao acesso regular e permanente a alimentos de qualidade.

A proposta também resgata uma iniciativa que marcou a gestão do parlamentar como prefeito de Cuiabá, que foi a construção do Restaurante Popular, em 2007, onde permanece em funcionamento e oferece diariamente mais de mil refeições ao preço de R$ 2,00. “Eu construí esse restaurante e atendia uma antiga reivindicação da classe trabalhadora, principalmente dos assalariados que acabavam investindo parte do pequeno salário em alimentação. O restaurante ajuda muitas pessoas, gente humilde e a comida é muito boa”, destacou.

Conforme a justificativa da emenda apresentada pelo deputado, o objetivo é expandir o atendimento à população em situação de insegurança alimentar e promover a integração entre as políticas de assistência social, segurança alimentar, desenvolvimento rural e inclusão social. A proposta busca fortalecer a atuação do Estado no enfrentamento à pobreza e à exclusão social.

Para Wilson Santos, investir em alimentação de qualidade também pode contribuir para reduzir a pressão sobre os serviços públicos de saúde. “Economiza na conta da saúde, alimentando bem, vai menos a uma unidade de saúde. É importante reduzir as desigualdades sociais e a proteção das famílias em situação de vulnerabilidade”, comentou.

O PLDO 2027 prevê receita líquida de R$ 42,1 bilhões e impacto estimado em R$ 862,6 milhões. O projeto segue para análise das emendas parlamentares. Após essa etapa, as propostas aprovadas integrarão a redação final da Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2027.

Fonte: ALMT – MT



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