PONTUAÇÕES POSITIVAS

Com Novelli à frente do TCE-MT, trabalho do órgão fiscalizador é destacado nacionalmente

O presidente José Carlos Novelli reforça que sua política de gestão não seria viável sem o apoio integral e a confiança demonstrados por todos os conselheiros

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Política

Foto: Imprensa TCE-MT

Ao aliar inovação e comprometimento, o Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT) retomou, em 2022, o rigor na entrega dos pareceres das contas de governo e de gestão, reduzindo em 90,24% o estoque processual. Os resultados são fruto do novo modelo de funcionamento das Secretarias de Controle Externo do Tribunal (Secex), instaurado pelo presidente do órgão, conselheiro José Carlos Novelli, no início da gestão 2022/2023.

“Nós já somos, comprovadamente, referência para outras instituições do país. O que queremos, agora, é fazer com que a administração pública de todo Mato Grosso alcance este patamar e seja reconhecida por sua qualidade”, pontua o 0 presidente, conselheiro José Carlos Novelli.

Novelli emplaca trajetória de graduações universitárias e no setor público/político de MT (foi diretor de Controle do Interior do Detran/MS – 1979; gerente Estadual do Programa Polonoroeste – 1986; diretor Técnico do Detran-MT – 1987; diretor do Departamento de Estradas do Estado de Mato Grosso – 1989; vereador por Cuiabá – 1992; deputado Estadual – 1998; presidente do Departamento de Viação e Obras Públicas – DVOP/MT – 1999.

Novelli é engenheiro civil, formado pela UFMT, em 1979. Fez Pós-graduação (Especialização em Planejamento de Transportes Urbanos pela Empresa Brasileira de Transportes Urbanos/EBTU/IPEA – Ministério de Planejamento – 1980) e Mestrado em Administração Pública na Escola de Administração de Brasília, do Instituto Brasiliense de Direito Público – 2019.

Foi empossado em 29 de junho de 2001 no TCE-MT, por indicação do Poder Executivo. Desde então, o conselheiro José Carlos Novelli assumiu vários cargos na diretoria do órgão, antes de se tornar presidente da 56ª Mesa Diretora – Biênio 2022/2023.

(Com Secretaria de Comunicação/TCE-MT)

 

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CMO analisa crédito de R$ 24,9 milhões para AGU e segurança da Amazônia

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A Comissão Mista de Orçamento (CMO) analisa o Projeto de Lei do Congresso Nacional (PLN) 10/2026, que abre crédito especial de R$ 24,9 milhões no Orçamento em favor da Advocacia-Geral da União (AGU), do Ministério da Justiça e Segurança Pública e do Ministério da Educação.

A maior parte dos recursos será destinada à AGU, que receberá cerca de R$ 14,9 milhões (60% do total) para viabilizar contribuição eventual à Corte Interamericana de Direitos Humanos. Os recursos serão usados em atividades de cooperação técnica, capacitação e difusão de jurisprudência em direitos humanos, além da manutenção da adimplência do Brasil junto à instituição.

O Ministério da Justiça receberá aproximadamente R$ 9,9 milhões (39,7%) para ações do Fundo Nacional de Segurança Pública. Entre as medidas previstas, está a execução do Plano Amazônia: Segurança e Soberania (Plano Amas ), que busca combater crimes na Amazônia Legal e é financiado com recursos não reembolsáveis do Fundo Amazônia. Os recursos também devem ser destinados à construção de bases operacionais em Altamira (PA) e Araguatins (TO), além de ajustes em obras em andamento em Presidente Dutra (MA), Rorainópolis (RR) e Uiramutã (RR).

Já o Ministério da Educação contará com cerca de R$ 74 mil (0,3%) para a Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará, destinados ao pagamento de contribuição à Associação Grupo de Tordesilhas de Universidades, no âmbito das contribuições regulares a organismos internacionais de direito privado.

De acordo com a proposta, os recursos para abertura do crédito virão de excesso de arrecadação de doações nacionais, no valor de R$ 9,9 milhões, e de anulação de dotações orçamentárias, no montante de R$ 15 milhões. O PLN ainda precisa ser analisado pela CMO e, posteriormente, pelo Plenário do Congresso Nacional.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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