“Novos Caminhos”
Com DEM “Raiz” formação de “grupão” segue rumo às eleições 2022
Política
Se bastava um fato novo para outro grupo se rebelar, não falta mais, com os indícios da chegada do presidente, Jair Bolsonaro no PL, as peças já começaram desenhar outros caminhos, como relatou algumas lideranças do tradicional DEM, que vislumbra uma alternativa, disputando tanto a cabeça de chapa, como também, ao Senado da República, Câmara Federal e Assembleia Legislativa.
Como a formação do Partido União Brasil não agradou a todos, seja da base do PSL, como também dos mais enraizados do DEM, a formação de outro grupo adverso desta união, é praticamente inevitável, consolidando assim, a ruptura, popularmente mais conhecido como “racha”, confirmada na suposta declaração do ex-governador, Júlio José de Campos afirmando que o DEM raiz, analisa apoiar o senador, Wellington Fagundes em uma eventual disputa ao Senado da República ou Governo do Estado de Mato Grosso.
Incompatibilidade política, diferença de ideais, troca de partido, isolados, excluídos e revoltosos, são componentes que fazem parte do dia a dia da política, até aí tudo bem, mas quando as cogitações partem para uma debandada, até mesmo de integrantes da cúpula da base governo, aí muda o cenário.
De acordo com as informações divulgadas na noite da última terça-feira, 26.10.21, em um programa de televisão, o DEM “Raiz”, desde o líder do governo, deputado estadual Dilmar Dal Bosco, até o senador Jayme Campos, como outros partidários tradicionais, já estariam analisando uma debandada para apoiar o nome de Wellington Fagundes rumo ao Senado da República, como também no Palácio Paiguais.
Aguardando apenas a confirmação da filiação do presidente Jair Bolsonaro no partido (PL), muitos deixarão os feriados de lado, para confabular, resenhar, desenvolver estratégias, criar oportunidades que venham atender a demanda daqueles que buscam novos caminhos, como também daqueles revoltados e considerados excluídos.
Desde as primeiras cogitações do ingresso do presidente no PL, que os ânimos mudaram o cenário da política no estado, aqueles que apostavam em uma campanha fácil, sem disputa, com candidato sem condições para fazer frente ao atual governador, pelo que tudo indica, pode comprar sapatos novos com solas grossas, porque vai precisar.
Dados de bastidores apontam para a formação de um “grupão”, liderado por Wellington apoiado pelos integrantes do DEM “Raiz”, pela deputada Janaina Riva, o ex-deputado José Riva, o grupo de Emanuel Pinheiro, entre outros excluídos e revoltosos, que estão esperando uma oportunidade para começar os trabalhos.
Foto: Divulgação
Política
Senado terá centro cultural em Brasília
O Senado terá um espaço cultural em Brasília. Com 80 mil m², às margens do Lago Paranoá, o Senado Cultural será inaugurado no dia 9 de dezembro, com a exposição Senado em Movimento: 200 Anos de História. O endereço, que abrigou o antigo Clube dos Servidores Públicos, passa por obras de revitalização.
— Será um espaço aberto a toda comunidade. Além de exposições e galerias, pretendemos incluir playground, coworking, paisagismo e local para palestras. Este é um projeto grandioso e diferenciado de tudo que já existe em Brasília — disse a diretora-geral do Senado, Ilana Trombka.
Senado Cultural
O Senado Cultural vai oferecer exposições, restaurantes, auditório e espaços de convivência. Após a exposição inaugural, a galeria principal receberá exposição de longa duração com itens do acervo museológico do Senado. O centro cultural deve contar ainda com outros quatro espaços de exposição.
Uma das galerias deve ser dedicada a obras representativas de todos os estados. Uma segunda terá como enfoque a produção artística local, com exposições, oficinas e outras atividades educativas.
O projeto prevê ainda um espaço externo para abrigar a exposição de longa duração sobre o 8 de janeiro de 2023, quando o Palácio do Congresso Nacional foi invadido e teve suas instalações vandalizadas. Também haverá uma galeria dedicada à experiência imersiva do visitante.
O paisagismo será assinado pelo Escritório Burle Marx.
— É um projeto ambicioso, mas é um projeto que mostra a vocação de servir a comunidade de uma outra maneira. O Senado Federal sempre serve a comunidade e a sociedade por meio da sua atividade-fim. Agora, vai servir a comunidade e a sociedade também por meio de um centro cultural — afirmou Ilana.
História e identidade
O antigo Clube da Associação dos Servidores do Ministério da Educação e da Cultura foi inaugurado em 1976 e já foi referência em lazer e cultura de Brasília.
— Estamos preservando as fachadas, as varandas, o sistema construtivo, as esquadrias originais e os revestimentos em mármore. Também estamos mantendo o sistema viário interno e o castelo d’água, que tem uma forma bem marcante — explicou a arquiteta Vanessa Bhering, uma das responsáveis pelo acompanhamento das obras da Coordenação de Projetos e Obras de Infraestrutura.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: Agência Senado
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